"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
A Renamo, o líder e os cartuchos
sábado, 20 de setembro de 2008
Confirma-se expusão de Davis Simango da Renamo
...Mal menor?Por outro lado, sabe-se que os "candidatos da Renamo as autarquias serao apresentados este domingo Ao que soubemos de Fernando Mazanga, amanha, serao apresentados os
candidatos as autarquias."
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Etiquetas e figuras ensombram arranque do CN da RUE em Quelimane

sexta-feira, 12 de setembro de 2008
Renamo sofre baixa por preterir Daviz Simango na Beira
...pelos recuos de partidos coligados de apoiar a Perdiz nas próximas eleições autárticas. Resta saber o impacto deste virar de costas de partidos minusculos no pleito eleitoral à porta. quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Davis Simango fez e está a fazer um bom trabalho no Município da Beira, reconhece Dlhakama

sábado, 9 de agosto de 2008
Convicções de Dlhakama sobre o Zimbabwe

quinta-feira, 24 de abril de 2008
Lider da Renamo, Afonso Dlhakama, recebe Morgan Tsavanguirai do MDC do Zimbabwe
sexta-feira, 11 de abril de 2008
Dhlakama envolve-se na crise do Zimbabwe
Tem lugar esta sexta-feira em Moçambique a habitual cimeira económica entre o Presidente Armando Guebuza e o seu homólogo sul-africano, Thabo Mbeki.O encontro deverá ser dominado pela crise política no Zimbabwe.
Essa é, pelo menos, a esperança do líder do maior partido da oposição moçambicana.
Em entrevista à BBC, Afonso Dhlakama afirmou estar em contacto com o líder do principal partido da oposição zimbabweana, Morgan Tvsangirai.
Esses contactos, disse, ocorrem no âmbito de esforços para levar a que governos da região tomem uma posição firme sobre o que é visto como uma tentativa do Presidente Robert Mugabe se manter no poder.
Dhlakama considera que a agenda do Zimbabwe, neste momento, devia ser prioritária.
"Há as amizades históricas dos movimentos que lutaram contra o colonialismo na região e muitas vezes há sentimentos de que Mugabe é revolucionário e camarada, pelo que não podemos envergonhá-lo. Só que esta posição faz com que Mugabe sinta que está a ser protegido pelos líderes da região," disse o líder da Renamo.
Afonso Dhlakama também relevou que estava em contacto com Morgan Tsvangirai, o líder do principal partido da oposição no Zimbabwe, o MDC.
"Não posso esconder. Há mais de três dias que estou em contacto com Tsvangirai. Ontem mesmo tentei entrar em contacto com o Presidente Armando Guebuza, mas não consegui. Também telefonei ao antigo presidente Chissano; ele é o líder da associação dos ex-presidentes africanos. Infelizmente Chissano não está no país neste momento."
O líder da Renamo também confirmou que Morgan Tsvangirai tenciona visitar Moçambique.
"Tsvangirai já me informou e pediu-me para fazer estes contactos e pediu-me que servisse de ponte porque ele tenciona falar com o Presidente Guebuza e com o ex-presidente Chissano.
Dhlakama explicou também qual o seu papel concreto neste caso.
"Estou a desempenhar o papel de encorajar os líderes da região para que, de facto, tenham em consideração a situação no Zimbabwe. Não estou a defender a oposição [do Zimbabwe]. Sou político e preocupo-me. Não gostaria que a situação do Quénia se repetisse no Zimbabwe." BBC
quinta-feira, 3 de abril de 2008
“Políticas do Governo são crime contra o Povo”
- afirma Afonso Dhlakama, líder da Renamo, que apela para maior atenção ao problema da Malária nas zonas rurais e melhores salários para o pessoal da SaúdeHIV/Sida
De acordo com Afonso Dhlakama, com o advento do HIV/Sida, o Governo tem relegado para segundo plano outras doenças que também constituem problema de Saúde Pública, tal é o caso da malária, cólera, tuberculose, entre outras. "O Governo moçambicano está mais preocupado com problemas de HIV/Sida, o que não é mau de todo, mas até certo ponto essa doença já não é problema como no início porque com os anti-retrovirais e seguimento, a pessoa já pode prolongar o seu tempo de vida", explicou o líder da Renamo. Acrescentou ainda que "devemos convencer as pessoas infectadas por HIV/Sida para fazer o teste de forma a seguir o tratamento. Os portadores de HIV/Sida podem prolongar a vida através das recomendações dos serviços de saúde". Por outro lado o líder da Renamo diz que "o problema é como convencer as pessoas para fazer o teste e depois seguir o tratamento anti-retroviral porque muitas pessoas quando descobrem o seu estado de saúde preferem esconder-se".
Malária nas zonas rurais
O Governo moçambicano, à semelhança do que faz com o HIV/Sida, segundo Dhlakama deveria estar preocupado com os elevados índices da malária que estão a ceifar milhares de vidas humanas. "A malária mata muito. Muitas pessoas nas zonas rurais estão a morrer de malária e os serviços da Saúde não estão a prestar o devido acompanhamento. Não só por falta de medicamentos, mas, também porque os poucos funcionários andam descontentes com a remuneração que auferem e as condições de trabalho que lhes são oferecidas pelo Governo", disse Afonso Dhlakama.
(Conceição Vitorino) Fonte e imagem: Canal de Mçambique
segunda-feira, 24 de dezembro de 2007
Afonso Dhlakama embaizador da Paz
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Afonso Dhlakama presidiria ao seu Governo, hoje
Nao fosse a roubalheira da Frelimo, a Renamo ja estaria no poder"- Afonso Dhlakama, acusa, na primeira pessoa, em entrevista ao O Autarca.
O líder da Renamo e, praticamente da oposição política moçambicana, Afonso Dhlakama, concedeu há dias uma entrevista ao nosso jornal.Também é conhecido como um dos poucos generais que teria conseguido parar em menos de 24 horas a guerra travada, imediatamente a assinatura do Acordo Geral de Paz, a 4 de Outubro de 1992, a partir de Roma, Itália.
Refira-se que nessa altura havia uma visão segundo a qual a guerrilha da Renamo era descomandada, mas ao ter conseguido ordenar os seus homens a cessar fogo imdiatamente a assinatura do AGP, Dhlakama provou o contrário, merecendo até hoje interrogações por parte de muitos analistas sobretudo internacionais.Na entrevista que concedeu ao nosso jornal, no seu gabinete de trabalhos, em Maputo, o líder da Renamo,Afonso Dhlakama, afirmou peremptoriamente que se não fosse a roubalheira escandalosa protagonizada pela Frelimo, o seu Partido já estaria no poder desde as primeiras eleições multipartidárias realizadas em1994.Dhlakama, um Ndau que se afigura numa etnia reduzida quase em nada, no Centro de Moçambique, Sofala, mas que se resume muito prestigiada em relação a outra sua rival, Sena, disse que, mesmo assim, deixa tudo na mão de Deus e do povo moçambicano que saberá dar o melhor destino a si e ao seu Partido Renamo.
Bastante humilde e muito reservado na sua locução, Afonso Dhlakama transmitiu que, provavelmente, a Comunidade Internacional pode estar a tapar o sol com a peneira para evitar um possível colapso da Frelimo, supostamente por este partido não estar habituado a conviver com a Oposição. “Então se não estiver entrará em colapso consigo mesmo”, disse o carismático líder da Renamo enquanto, como lhe é peculiar, libertava sorriso ante o olhar sereno da nossa reportagem.O líder disse ainda que acredita que se um dia a Frelimo deixar o poder pela força do voto popular ela poderá simplesmente desaparecer com medo de vir a ser julgada pelos alegados desmandos que vêem cometendo desde que se encotra no poder, em 1975, altura da Independênia nacional.Considerou que 32 anos de governação emanados na base de amiguismo é muito. “Muitos quadros tiveram de abandonar o País à procura de outros horizontes e teimam em não regressar à sua própria pátria enquanto a Frelimo continuar no poder, porque acreditam que nada mudou. É a mesma Frelimo de sempre” – referiu.
Dhlakama disse ainda que se a Frelimo alguma vez mudou então apenas mudou a táctica de atacar.Afirmou ainda questionando que se, por um lado, a Frelimo diz que nós não temos quadros porque viemos da mata, então pecou por ter governado com quadros de portugueses porque ela também vinha do matocom um uniforme militar e não do saber governativo.Como que a filosofar, o líder da Renamo indicou, a dado passo, nunca ter conhecido nem ouviu dizer do nascimento de uma criança já com dentes, acreditando que tudo isso se desenrola com o tempo. “A Renamo pelo menos aprendeu dos erros cometidos pela Frelimo durante esse período em que governa o País, por isso estamos melhor preparados para governar Moçambique sem desiludir o povo” assegurou, confiante, Afonso Dhlakama.Afonso Dhlakama já perdeu três eleições na sua corrida ao Palácio da Ponta Vermelha, duas vezes derrotado pelo anterior candidato da Frelimo, Joaquim Chissano, e agora nas últimas pelo actual Chefe do Estado, Armando Guebuza, mas sempre se mostrou inconformado.(Mohamed Siad)
Fonte: O AUTARCA
quarta-feira, 24 de outubro de 2007
Afonso Dhlakama: sabia que Chissano ia ganhar

"O que queremos é que Moçambique seja mais falado como o exemplo da paz no mundo, não só no continente africano". Afonso Dhlakama disse que já havia comentado, há três semanas, que Joaquim Chissano ia ganhar aquele que é o maior prémio individual do mundo, porque todos os países africanos que tiveram guerra celebraram a paz, porém, mesmo depois da paz o disparar das armas continuou "a coabitar o mesmo espaço com a paz".
Afonso Dhlakama vincou que o prémio de paz e boa governação que Joaquim Chissano conquistou na manhã desta segunda-feira foi graças à sua passividade como líder da oposição porque, na sua opinião, apesar da violência que caracteriza "a nossa paz", ele não tem enveredado pelo mesmo caminho de violência.
Já o porta-voz da bancada parlamentar da Frelimo, partido de Joaquim Chissano, o prémio é um orgulho para todo o povo moçambicano, mas acima de tudo é uma enorme responsabilidade para o vencedor que tem a missão de preservar a sua imagem que jogou bastante para a conquista do prémio paz e boa governação.
Ricardo Machava
Fonte: OPai's/ M I R A D O U R (O)NLINE - CANAL NOTICIOSO - MOÇAMBIQUE - MMVII

