"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
domingo, 14 de agosto de 2011
Saudade a doer - Ivone Soares
terça-feira, 8 de setembro de 2009
“Show de talentos” da STV, uma farsa
O público moçambicano viu-se enganado ao notar que um dos badalados shows de procura de talentos, da STV, virou uma espécie de caça-fortuna desavergonhada.
Agendas geo-políticas inconfessáveis podem estar por detrás do que aconteceu na final do Show de Talentos, em que o menos talentosos foram os que logaram o repto.
Apercebemo-nos que, o facto de alguns participantes terem declarado o seu agradecimento ao gestor municipal da cidade da Beira, o edil Deviz Simango, terão visto o seu protagonismo talentoso reduzido a nada, nomeadamente os humoristas (o pastor Gito e a companheira bem assim do Mazuse e cantores).
Ainda assim, com todo o Moçambique inteiro a pensar que os lugares cimeiros do show fosse à Chiveve, eis que fomos brindados falsamente com o 1º lugar para Maputo (Solange) e 2º lugar para Inhambane (da Evo Faria, esta última que passou o show todo a cantar fora da escala) e só os lugares mais além é que vinham os beirenses, nampulenses e tantos por aí fora.
Como se não bastasse vimos os 300 mil, 150 mil a cairem em mãos alheias graças ao “drible” que veio de uma ‘clique’ de gente ligado ao poder.
O que se pode compulsar deste destoo todo da STV é de facto que, dando razão ao Fernando Mazanga, desde que viu seus equipamentos tomados e devolvidos depois pelo poder, assume um seguidismo ao regime do dia sem paralelo.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Infinita verdade
chega
Paira a dor
Que tanto perdura
nos que ficam
Razão fundida
No tormento e silêncio
Na qual a verdade
É oculta e nua.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Seg(c)redo
Como uma ânsia incrédula
mercê da lábia
do último regimento
de saudade recorrente desde que partiste.
Contigo partiram também
tua voz, teu ser, teu ‘eu’.
Foste como foste, só e endiabrada,
tanto ficou por falar que de tão-pouco
é que nos restou neste ‘ser-duo’ que fomos.
És, enfim, ser virtual único agora
que paira à volta e inatingível
sendo que nosso seg(c)redo,
repousando nessa dimensão que ti endeusou,
é quase ilegível e inaudível lamantavelmente!
sábado, 1 de novembro de 2008
Sonhos da liberdade
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
Poema
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Quero
domingo, 14 de setembro de 2008
Quando te escrevo
voando na terra
tenho os pensamentos
nas estrelas
estrelas garridas de
todas as cores
Minducha tentou,
hoje, tocá-las
Disse impossível ser
Aí, minha companhia pediu
Levei-a as estrelas
Lá achei-te
em todo lado te vejo
sempre te vejo
Vamos luar!
Ivone Soares
[In RABISCOS DA SOARES: Quando te escrevo]
sábado, 30 de agosto de 2008
O que não disse
... Do recanto emocional onde repusam os Rabiscos da Soares (na foto) retirei o um poema lindo e profundo, que urge esta postagem:segunda-feira, 18 de agosto de 2008
Rosa Langa (Jornalista) faz o lançamento d' “As Inconfidências dos Homens”

quinta-feira, 19 de junho de 2008
Para variar, um poema
é o mais belo afluente do amor,
ela ajuda a resolver,
com paciência,
as complicadas equações
da convivência humana.
A amizade
é tão forte quanto o amor,
ela educa o amor,
sinalizando o caminho da coerência,
apontando as veredas da justiça,
controlando os excessos da paixão.
A amizade
é um forte elo que une pessoas
na corrente do querer.
Amizade
é cola divina,
cola demais,
pode doer.
A amizade
tem muito mais juízo que o amor,
quando ele se esgota
e cisma de ir embora,
ela se propõe a ficar,
vigiando o sentimento que sobrou.
Desconhecido in Pensador
domingo, 4 de maio de 2008
Dos "rabiscos da Soares", extrai um poema para si caro leitor
Não só se vive de política – diria a Soares. Trago aqui um poema; aliás uma lição de amor-mor da nossa bem presente nestas bandas, de entre os seus lindos "Rabiscos". Eis a estonteante viagem de amor e sensualidade que passeia no seguinte poema:Noite fresca, quente, doce, noite tua
segunda-feira, 31 de março de 2008
“O Alegre Canto da Perdiz”

Leia e deleite-se com o último trabalho da Paulina Chiziane. É um “romance que publicou agora em Portugal e será editado em Moçambique questiona o envolvimento dos indígenas na colonização” que se diz ser algo polémico. Leia + aqui. com imagem do Moc. para Todos.
domingo, 16 de março de 2008
Shingondo & prosando

Leia um pouco sobre a prosa refescante do famoso escritor da praça, Daniel da Costa.
O Comedor de Xingondismos
Moçambique vive deglutindo esses xingondismos.Uma naçao em processo de criaçao precisa desses retratos que sمo a croَnica, dessas suْbitas iluminaçُoes que dمao conta de um corpo que se mantém uno e em marcha. Na noite, o viajante adivinha o caminho pela luz breve dos relâmpagos. A crَnica é esse corpo luminoso construيndo a partir de pequenos episَdios do quotidiano.
Daniel da Costa é, sem dْuvida, um dos autores que fez justiça à vertente litera'ria da crَonica. Como ele diz, o segredo é o ângulo em que o cronista se coloca para olhar a realidade. Como se de um fotَgrafo se tratasse. Mas eu acho que é mais do que isso. Quem lê este livro percebe que Daniel da Costa vai muito para além do retrato. Ele coloca em pلgina um Moçambique criado pelo seu olhar lْcido. A paixمo com que o cronista se construindo um paيs como um lugar de afectos e de troca de afectos. Um paيs onde xingondismos somos todos nَs.
Mia Couto
sábado, 1 de março de 2008
O meu Secretário-geral da AEMO
- Por Florentino Dick Kassotche quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008
Ao longe ecoa e esvai o vermelho
que o São Valentim difunde
por parelhas e enaltece
numa charneira de concidências frescas
abertas nas cedências do amor-iman.
Ao longe ecoa e esvai o vermelho:
trato uno e ateio firme
ante a suplica de quem se idolatra
num verdadeiro suplício
de amor-e-fogo inatingível.
Ao longe ecoa e esvai o vermelho
candente, da mão descai;
serena o olhar que me fixa
na ânsia dum elo meloso ao todo
da alvorada cadente ao pôr-do-sol sempre.
Ao longe ecoa e esvai o vermelho
como dança–e-chama ardente,
que remete, remexe e arremessa-se à poeira
do imaginário sublime que se refaz
enfim, dum folego adenso que me seduz amiude: uma rosa!
domingo, 10 de fevereiro de 2008
Na hora de estar só
Por: Nelson Livingston Derramar-me nas margens do teu lar
Saborear o chilrear da natureza solitária
E escrever-te
Apeteceu-me dizer-te
Que o mundo cresceu
Está grande, está solto
Como sapato grande no meu pé pequeno
Não me cabe nem mesmo quando estou sereno
Poema retirado Aqui. [Entre as Palavras]
segunda-feira, 17 de dezembro de 2007
Fama Show-2007 dá prémio a uma menina de Inhambane
domingo, 4 de novembro de 2007
Canção com tema "anti-establishiment" é lançada em Maputo
O MIRADOUR(O)NLINE pode revelar que ao contrário que se devia esperar, com um seguidismo que caracteriza grande parte dos músicos da nossa praça, o Edson da Luz "Azagaia", um jovem universitário decidiu-se marcadamente pela critica social em face desta segunda república multipartidária lançando "A Marcha". Ligado a esta estirpe de musicos criticos, um outro musico que foi outrora Secretário de Joaquim Chissano (PR) que cantava e animava os saraus estudantis no “Self” – uma residência estudantil da UEM - com liricas 'quentes'; ou seja, com mensagem foi Felizberto Felix – vencedor do primeiro Ngoma Moçambique.


