O julgamento do ex-ministro do Interior, Almerino Manhenje, a realizar-se a partir de 7 de Dezembro, poderá ser na “Francisco Manyanga”, na cidade de Maputo – CAPITAL.
"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
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segunda-feira, 22 de novembro de 2010
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
Procura-se responsabilizar a Manhenje em apenas 1/3 (32 mil milhões)
O caso do super-ministro! Agora já se fala de havido um exágero dos 220 mil milhões de Meticais delapidados do erário público no MINT. A PGR e os advogados dos arguidos apontam para a ‘moleza’ de 32 apenas. Um corte drástico, né? O que acha o leitor?A cena das eleições, com a Renamo [na foto] e outros partidos a se imporem as vezes com a mesma galhardia ou superior a Frelimo, faz mesmo esquecer que há um processo quente que corre nos corredores da justiça, se é que há tal justiça.
No meu modesto olhar, a justiça deste país está presa, amuada e amordassada. A justiça deste país nem tem olhos para olhar para a si mesma. Enfim, preciso seria uma justiça que estivesse 'a altura e dentro dos corações do ‘exército’ dos juizes e advogados, para que verdadeiramente seja pura e justa a causa dos contribuintes ao Estado que se viu defraudados pelo Manhenge e outros ‘comparsas’ ali no MINT 'a coberto das tarefas que lhe/s tinham sido confiadas.
Foto Noticias
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Caso 220 biliões do MINT: Almerino Manhenje acusado de 49 crimes
O Ministério Público (MP) já deduziu a acusação contra os nove arguidos detidos na Cadeia Civil em conexão com o desfalque de 220 biliões de meticais da antiga família do Ministério do Interior (MINT), pesando sobre o então ministro, Almerino Manhenje, um total de 49 delitos agrupados em quatro grupos. De acordo com o respectivo advogado de defesa, Lourenço Malia, o antigo governante é acusado de 42 crimes de pagamento de remunerações indevidas, três de cumplicidade, três de abuso de cargo ou funções e um caso de desvio de fundos do Estado. Maputo, Quarta-Feira, 22 de Outubro de 2008:: Notícias Falando ontem ao nosso Jornal, Lourenço Malia disse que os seus restantes sete constituintes, também funcionários daquela instituição do Estado, são igualmente acusados de envolvimento no desvio de fundos do Estado e em casos de abuso de cargo ou funções, crimes cujo número varia entre um e dois. O nono arguido, que na altura dos factos era proprietário de uma empresa que fornecia serviços ao Ministério do Interior, é defendido pelo advogado Tomás Timbane.
Uma vez notificados da acusação do MP, os dois causídicos têm desde ontem cinco dias para apresentarem toda a matéria julgada necessária para a defesa dos seus constituintes junto do tribunal.
“Agora que fomos notificados da acusação que é feita contra os nossos constituintes o caso passou para a fase que mais queríamos, em que ajudaremos o tribunal a entender o que se passa. Vamos juntar todos os dados para contestar as acusações, o que pode ser através de documentação, testemunhas ou declarantes”, explicou Malia, acrescentando que usarão todas as vias possíveis.
Os nove arguidos do processo 771/PR/08, nomeadamente Almerino Manhenje, Lourenço Jaquessone Mathe, Manuel Luís Mome, Luís Rusé Colete, Rosário Carlos Fidelis, Serafim Carlos Sira, Álvaro Alves Nuno de Carvalho e Dionísio Luís Colege, funcionários do MINT, bem como Armando Pedro Muiuane Júnior, PCA do INSS, foram conduzidos à Cadeia Civil a 22 de Setembro último por ordem da Procuradoria da República ao nível da cidade de Maputo.
Após terem sido apresentados ao juiz de instrução, Boaventura Canuma, dois dias depois e legalizada a sua detenção, os respectivos advogados de defesa requereram ao tribunal que os nove fossem provisoriamente libertados, mediante pagamento de caução ou aplicação de outras medidas jurisdicionais. Entretanto, o juiz decidiu mantê-los na prisão. Siga aqui a história.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Ministério Público, assim não
…porquê se desaparece com o processo dos arguidos para que nem eles tão-pouco os advogados tenham informação?Compreendo-se que o processo 771/PR/08 é melindroso, não só, toca os que estão no cárcere do Cadeia da Kim-IL-Tsung em Maputo, mas também, o peixe-graúdo cá ao relento, a guerra de proteger a informação e somente o minimo do rombo dos 220 mil milhões de Mts do MINT seja do domínio público, é maior. Segundo o Notícias de hoje, os advogados dos nove arguidos no “caso 220 biliões do MINT” ainda não foram notificados da decisão do Ministério Público (MP) de acusá-los no processo que ostenta o número 771/PR/08. Conforme a lei, o juiz tem apenas 24 horas para esclarecer o que se passa com os arguidos através dos seus advogados constituidos.
Neste caso, o dr. Octávio Tchuma, da 8ª Secção do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo devia tê-lo feito desde que recebei o expediente do processo na última quinta-feira. O que está acontecer é que “os advogados não possuem qualquer domínio das responsabilidades criminais que pesam sobre os seus clientes. Uma vez notificados, os advogados terão oito dias para contestar a decisão do MP e cinco dias para recorrerem e solicitar a abertura da instrução contraditória.”
Ainda assim, o Juiz Tchuma já devia ter vindo dizer que os arguidos nomeadamente o ex-ministro do Interior, Almerino Manhenje, mais sete quadros do pelouro, Lourenço Jaquessone Mathe, Manuel Luís Mome, Luís Rusé Colete, Rosário Carlos Fidelis, Serafim Carlos Sira, Álvaro Alves Nuno de Carvalho e Dionísio Luís Colege, e, ainda, Armando Pedro Júnior, PCA do Instituto Nacional de Segurança Social e na altura dos factos proprietário de uma empresa que prestava serviços ao Ministério do Interior, ou ficam nos calabouços, ou vão livres com caução paga, ou ainda vão livre mediante termo de identidade e residência. De quê espera a PGR, afinal?
quinta-feira, 2 de outubro de 2008
Prendam também o Chissano*
…Leu-se num dos seus cartazes dos antigos trabalhadores da Alemanha do Leste ao desfilarem ontem em Maputo
Segundo Joaquim Faduco, escrevendo no Canal de Moçambique de hoje, sobre a 9ª sessão ordinária Da Assembleia Da República, diz que “o descontentamento dos desmobilizados de Guerra, que se dizem injustiçados pelo governo é outro aspecto a merecer a atenção do Chefe do Estado.
O continuado caso dos «Magermanes» ou seja os regressados da ex-RDA que há anos reivindicam soluções para um leque de situações em que se dizem “roubados por agentes do Estado”, também é por eles aguardado como um dos prováveis temas a serem tratados pelo PR na Assembleia da República. A indignação deste grupo de ex-trabalhadores da ex-Alemanha do bloco socialista é tal que a propósito das injustiças que provêm do tempo em que o antecessor de Guebuza se encontrava como presidente, e da mais recente captura do ex-ministro do Interior Almerino Manhenje, ao desfilarem ontem em Maputo eram portadores de um cartaz em que se lia: “Prendam também o Chissano”.
A recente intervenção de Joaquim Chissano para ‘travar’ justiça no seu super-ministro piloto-aviador Almerino Manhenge, cuja brutalidade dos policiais que co-comandou recordou memórias tristes de muitos, senão a maioria dos “magermanes” do seu modus operandus. E tal recente posicionamento de Chissano[procurando estar acima da lei, como o fez quando protegia o seu falecido filho no caso Carlos Cardoso] deve ter ateado a animosidade recorrente do cartaz contra ele. Durante a sua governação, Joaquim Chissano e os Magermanes chegaram mesmo a trocar palavras injuriosas (com a p*t* que os *r*u entre outras) em pleno comício na praça dos trabalhadores em Maputo. Chissano teve interromper impromptu seu discurso e de seguida ser evacuado [continuando a injuriar dentro do carro] do local de emergência pela SISE/PIR.
Fonte *CM
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Alas conservadoras da Frelimo aborrecidas com justiça aplicada a Manhenje!

...pois querem-no ao relento ao invés de ver o sol aos quadradinhos até ao julgamento. É só aqui que acontece. Nos países vizinhos fica-se livre, defendem! Perguntam porque foi o caso com Jacob Zuma e não com o nosso super-ministro Manhenje? Claro (não) está, tão-pouco é preciso fazer Direito para perceber que o nosso código penal difere do da RSA.
Ainda assim, Salomão Moyana, o editor do [clique no elo a seguir] Jornal Magazine Independente no seu recente artigo editorial, distrinça o capim da seara quando titula que a “Prisão de Manhenje e o mal-estar de alguns!” Depois de narrar as entranhas deste processo-crime, aquele editor afirma que “ só peca por ser tardio, pois o mesmo deveria ter atingido o actual estágio de desenvolvimento durante o consulado de Joaquim Madeira, o que não aconteceu, por razões que só Joaquim Madeira poderá explicar ao povo moçambicano. De todas as maneiras, Mayana conclue que “contra assaltos criminosos à dignidade e fundos do Estado, a luta deve continuar!”
Foto Noticias
terça-feira, 30 de setembro de 2008
Ainda sobre o processo 771/PR/08, arguidos liderados por Manhenge no cárcere por enquanto
… Segundo o juíz de Instrução Criminal da da Secção de Instrução Criminal (SIC) do Tribun
al Judicial da Cidade de Maputo
al Judicial da Cidade de MaputoAo que tudo indica, juiz Boaventura Canuma manteve, ontem, a prisão dos nove arguidos do caso dos 220 mil milhões de Meticais do Ministério do Interior. Enquanto isso proceguem consultas tanto com os advogados Lourenço Malia e Tomás Timbane e a Procuradoria da República para ditar a sorte destes. Há informação de que os nove arguidos que estão esprançados de ver o seu o pedido de liberdade provisória deferido.
Recorde-se que os visados nesta saga de uso danoso do erário público incluem o ex-ministro do Interior, dos Assu
ntos na Presidência da República e Chefe da Casa Militar, Almerino Manhenje, Lourenço Jaquessone Mathe, Manuel Luís Mome, Luís Rusé Colete, Rosário Carlos Fidelis, Serafim Carlos Sira, Álvaro Alves Nuno de Carvalho, e Dionísio Luís Colege. Desta lista também se inclui Armando Pedro Júnior, PCA do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) pelo rombo verificado naquele sector.
Para crimes desta natureza, só um mau juiz pode colocar os arguidos em liberdade provisória sabido das suas ligações com os ‘camaradas’ do partido no poder [que se pronunciaram a favor disso lamentavelmente] e possibilidade de tudo poder acontecer, desde a fuga do país, desterros inconfessáveis, mortes à mando e recusas de comparecimento em tribunal para responder em juizo.
ntos na Presidência da República e Chefe da Casa Militar, Almerino Manhenje, Lourenço Jaquessone Mathe, Manuel Luís Mome, Luís Rusé Colete, Rosário Carlos Fidelis, Serafim Carlos Sira, Álvaro Alves Nuno de Carvalho, e Dionísio Luís Colege. Desta lista também se inclui Armando Pedro Júnior, PCA do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) pelo rombo verificado naquele sector.Para crimes desta natureza, só um mau juiz pode colocar os arguidos em liberdade provisória sabido das suas ligações com os ‘camaradas’ do partido no poder [que se pronunciaram a favor disso lamentavelmente] e possibilidade de tudo poder acontecer, desde a fuga do país, desterros inconfessáveis, mortes à mando e recusas de comparecimento em tribunal para responder em juizo.
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Mais dados sobre o rombo do MINT pelo Manhenje e seus comparsas
Já em tempos Joaquim Chissano [ex-PR] chamava atenção ao facto de alguns dos seus correlegionários serem detendores de patrimónios [ilicitos] que ele próprio não tinha. Complica-nos perceber como é que ele vem ao público na TV nacional, em socorro do seu atribulado ministro do interior, presidência e da casa militar. Vendo o sol aos quadradinhos, mais dados vão a praça pública, desta vez pela pena de Machado da Graça, que na sua “A talhe de foice” esgrimir o que uma hipotética introspecção de Manhenje seria: “talvez esteja arrependido por não ter usado, para melhorar o alojamento dos reclusos, a fortuna que, diz-se por aí, utilizou a construir a sua sumptuosa mansão”. Enfim, Chissano já chamou atenção para a situação quiça em comícios ditos populares, durante o seu reinado.
Foto NoticiasJuiz Coloma decide hoje sorte de Manhenje
…Se espera em liberdade ou vai permanecer nos calabouços até ao julgamento no caso do rombo dos 220 mil milhões de Meticais dos contribuintes e dos doadores internacionais.

Ao que se sabe, “a bola agora está do lado do Dr. Boaventura Coloma, juiz de instrução do Caso Manhenje que envolve outros oito arguidos que eram quadros do Ministério do Interior no período em que se registou o desfalque de 220 milhões de meticais. Cabe ao juiz, em princípio hoje, despachar o pedido de liberdade provisória dos detidos, interposto pela defesa” (Canal de Moçambique).
A imprensa apurou ainda que “o advogado de Almerino Manhenje antigo ministro do Interior e ministro na Presidência para Assuntos de Defesa e Segurança durante a governação de Joaquim Chissano, Dr. Lourenço Malia, disse que a defesa, pelo menos relativamente ao seu cliente, submeteu o pedido de liberdade provisória pela manhã da última sexta-feira. Malia está esprançado que “que o juiz dê o seu despacho esta segunda-feira”.
No entanto, para crimes desta natureza ou seja “crimes públicos” não há causão ou termo de identidade e residência, conforme um advogado independente na praça maputense. Enquanto isso, liderado por Joaquim Alberto Chissano avoluma-se a pressão politica sobre o juiz Dr. Boaventura Coloma para põr o antigo ministro em liberdade. Não se sabe se este juiz vai baquear perante esta pressão política ou seguir o que a lei diz.
domingo, 28 de setembro de 2008
Começam a ser públicos pormenores do rombo no MINT (?)
…em que se alega que Almerino Manhenge usou uma empresa fiticia de nome “Chicamba Investimentos" para comsumar os seus fins danos dos cofres do Estado.Com efeito, Manhenge, conforme a imprensa reporta, teria usado a Chicamba Investimentos a frente da qual estava o cidadão Armando Pedro Jr. O contornos dessa desta informação, que pelo seu interesse público, e compreesão do mote e desiderato de Manhenge, pode ser acessado neste elo. É com muita pena o MP não vem esclarece de uma vez por todas, o que afinal se passa em torno desta questão. Porque na verdade estão em questão avultados montantes (220 mil milhões de Meticais/8 milhões de dolares americanos) que vêm/vieram da contribuição pública e da doação internacional.
Foto Noticias
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Prisão de ‘super-ministro’ e comparsas toma Maputo e o país de susto
…naquilo que é interpretado como sendo a maior caçada que alguma vez o Governo da Frelimo se viu compelida a realizar para deter aqueles que são procurados pela justiça aos que diante dela devem prestar o juizo da sua ‘intocabilidade’.A imprensa fez o retrato e as linhas com que se cosem as bordas do caso de 'tubarões' (conforme os chamou advogado Simião Cuamba em entrevista a BBC hoje) que foram levados para os calabouçoes, onde passaram a ver o sol aos quadradinhos. Ainda assim, o conceituado jornalista e representante da CIP, Marcelo Mosse, aplaudiu esta decisão do Ministério Público (MP) de trazer as barras dos tribunais o antigo Ministro da Presidência dos assuntos de segurança e que cuidava da integridade física de Joaquim Chissano cerca de 10 anos.
Chama-se atenção, no entanto, que diante de civicias intestinais na Frelimo contínuas, se possa ver um multiplicar de mão pessadas das alas conservadoras deste partido, que tragam para o terreiro um problema que o Ministério Público pode não ter anticipado. O que está em questão é a natureza e qualidade do peixe-graúdo que foi retirado do mar [e com ele os cerca de 8milhoes de dolares americanos (220mil milhoes de MTs) do Estado]. Só a grandeza do mesmo põs Maputo e o país a pestanejar e sem saber se deve rir ou chorar, não habituados a prisões de altos dignátarios, pelo menos, nos últimos 20 anos.
Corroboro com a ideia de que, mantendo essa toada interventiva do Ministério Público, viz-á-viz a sua independência na tomada de deciões, poder-se-ão esclarecer grande parte dos pendentes que andam nas suas gavetas. Onde está meu medo?
Primeiro, penso que o Juíz Paulino não irá deixar a sua carteira profissional em mão alheias. Poder’a fazer tudo para que o assunto, este do super-ministro pelo menos, tenha um encaminhamento. Mas, quem sabe se não será um golpe de teatro para fazer de contas que tudo fazemos para combater a corrupção e o nepotismo que graça as figuras de próa que representam as nossas instituições públicas.
O meu segundo medo reside no facto de se olhar neste e só neste caso já longuícuo de que há memórias. Nem é preciso de fazer esforço nenhum, para notar que, numa próxima esquina, esteve o Nguenha e o Mazula com as maões nas bolsas, o Coetzee nos dinheiros da Danida na Zambézia, os administradores e secretários da Frelimo a se degladiarem para a posse da maior fátia dos 7mil contos deixados à sua mercê, em quase todos os 128 distritos (quantos é que são agora, com a salada do esquartejamento dos mesmos, para proveitos eleitoralistas da Administração Interna, do senhor Lucas Chomera). Serão estes e outros casos esquecidos? Porquê não vão a justiça?
Enfim, o emaranhado de situações e gestão dos processos pendentes e este vai ser para o MP uma imensidão, como o mar. Mas atacá-los com a proporcionalidade e urgência que merecem se lhe impõe. Senão estará a enganar-se a si própria ante olhar impávido dos demais, uma vez mais. Fotos adapatada/Noticias/CM
Conhecidos os colaboradores de Manhenge no rombo do MINT
...todos encarcerados na cadeia civil da MAO TSE TUNG em Maputo
O Canal de Moçambique noticia hoje que obteve o s nomes das nove ilustres figuras que desde o princípio da tarde desta última segunda-feira, se encontram encarceradas na Cadeia Civil de Maputo. Segundo aquele jornal "todos, sem excepção, foram detidos em conexão com o monumental desfalque de 220 biliões de meticais da Velha Família (220 milhões de meticais novos) montante que sumiu dos cofres do Ministério do Interior (MINT), durante a chancelaria do piloto aviador, Almerino Manheje." Exclarece ainda o diário que, as detenções ocorreram depois de finalizada a instrução contraditória do caso, que em breve irá a julgamento e, os indícios que culminaram com as respectivas detenções, “são bastante graves”, o suficiente para justificar que “eles só podiam ficar preventivamente detidos”, como nos revelou uma fonte próxima do epicentro do processo em curso. Portanto,
Portanto, "a operação que culminou com as detenções de Almerino Manheje, Lourenço Jaquessone Mathe, Armando Pedro Muhassine Júnior, Manuel Luis Mome, Luis Rusé Colete, Rosário Carlos Fidelis (Ex Director do Departamento de Administração e Finanças (DAF) do MINT), Serafim Carlos Sira, Álvaro Alves Nuno de Carvalho e Dionísio Luís Colege, foi organizada sujeita a um rigoroso secretismo, mas sem que antes, segundo apurámos, as celas “VIP” da cadeia civil na Av. Kim Il Sung tivessem passado por uma aturada limpeza, a semana passada. Só não se sabia quem seriam os “inquilinos” que iram ser chamados a estreia-las."
terça-feira, 23 de setembro de 2008
Manhenje nos calabouços - Terá sido a pressão dos dois SS? (Suécia e Suiça?)
Acabo de receber a reflexão de Manuel Araujo, á-propósito da prisão já propalada na imprensa local desde ontem. Com a devida vénia, eis:Varias fontes acabam de me confirmar que de facto o ex-Ministro do Interior foi detido hoje, alegadamente para responder ao caso de desvio de fundos no Ministerio do Interior. Lembre-se que o actual Ministro do Interior, Jose Pacheco, foi dos poucos senao o unico ministro do executivo de Guebuza, que antes de pegar no 'volante' no seu ministerio, em 2005 ordenou a realizacao de uma auditoria as contas do seu pelouro, tendo detecto um rombo financeiro a escala planetaria. Produzida a auditoria, esta foi entregue as entidades competentes, nomeadamente a Procuradoria Geral da Republica. Ao que consta, nenhum dos procuradores anteriores teve a coragem suficiente para avancar com o processo, ate que ha dois meses atras, os embaixadores de dois paises, a Suecia e Suica, informaram ao executivo mocambicano que diminuiriam a sua ajuda ao orcamento do pais, como forma de protesto contra o facto de o governo 'nao estar a levar a cabo accoes contundentes na luta contra a corrupcao'.
Especificamente os embaixadores queriam ver 'peixe graudo' dentro dos calaboucos, para responder as acusacoes de corrupcao. Esta preocupacao tambem foi levantada em varias reunioes do G19, o grupo de parceiros que apoia directamente o Orcamento Geral do Estado. Recorde-se que na penultima reuniao deste grupo com o governo em meados de Abril do corrente ano, o governo nao apresentou o relatorio sobre governacao e corrupcao, alegando que teria de faze-lo primeiro a Assembleia da Republica, uma desculpa considerada por nos como de 'mau pagador', pois quando se trata da aprovacao do orcamento de estado, o governo age de forma contraria, comecando por obter a aprovacao dos desembolsos da comunidade doadora e, so depois apresentando-o a Assembleia da Republica, que conformada com a posicao tomada pelos doadores, cumpre a funcao de carimbar o orcamento do governo, transformando-se assim a 'Casa do Povo' num mero instrumento de praxe para satisfazer aos interesses e conluio entre os doadores e o governo, o que a nosso ver enfraquece a nossa incipiente democracia.
A accao dos governos da Suica e da Suecia foi ecebida por variossectoes da sociedade mocambicana de forma diferente. por exemplo, o Centro de Integridade publica, na pena do seu Director, Marcelo Mosse, publicou um artigo que encorajava a atitude dos doadores. por outro lado, outros sectores da sociedade e neste caso concreto 'representados' pela pena do sociologo Macamo, condenaram e ate questionaram a legitimidade dos doadores em 'pressionarem' o governo. Apesar de o governo, na voz do Ministro do Plano e Desenvolvimento, Aiuba Cuareneia ter tentado desdramatizar os cortes 'cirurgicos' ao orcamento, o certo e que parece que a medida esta a surtir os efeitos desejados. Oxala esta accao nao seja uma estrategia singular do governo para por poeira nos olhos dos observadores atentos e da comunidade internacional.
Outro factor que pode ter contribuido para a prisao do 'intocavel' Manhanje, pode ser o facto de para a proxima sessao da Assembleia da Republica estar a agendada a apresentacao pelo Chefe do Estado do Informe sobre o 'Estado da Nacao', ocasiao sublime em que o Presidente da Republica, deve apresentar a 'Magna Casa do Povo' uma radiografia anual dos feitos do seu governo. Nao existindo tantos feitos para mostrar, os estrategas do Chefe do Estado, podem ter recomendado a prisao de Manhenje como forma de mostrar servico, matando desta forma dois passaros numa cajada- a audiencia interna e a comunidade internacional. Mas como o tempo e o melhor juiz, ca estamos para verificar ate que ponto o Executivo de Guebuza e serio no combate a corrupcao. Para ja vao os nossos parabens ao novo PGR, ao Executivo e porque nao aos embaixadores e governos dos dois paises que operaram o 'forcing'. 'Nao basta que a esposa de Cesar seja fiel, e importante que o pareca!
Estamos atentos! Um abraco patriotico,
Manuel de Araujo
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Manhenge: o mandante da tritemente celébre brigada mamba deve ter recolhido aos calabouços

…por alegadamente estar no centro da delapidação do erário público financiado em mais de 50% pela comunidade doadora.
Notícias não confirmadas à que Manuel Aráujo teve acesso dão conta da prisão do antigo ministro do executivo de JAC, Almerindo
Mahenge. Mahenge que foi centro das grandes e tristemente famosas polícias de elite “brigada mamba” e que dirigiu pessoalmente a caça ao ‘bandido’ Nequinho, tendo o atingido num hotel em Xai-xai, hoje pode ser o atingido pelas contas que estão a dar certo no tesouro público alocado ao seu sector. Já se tinha falado do sumiço de cerca de 200 mil milhões de meticais da antiga família durante a vigência do seu pelouro. Araújo precisa que “o ex-Ministro do Interior, o piloto aviador Almerino Manhanje, acaba de ser preso, alegadamente devido aos caso 'MINT'!"
O que admira [a muitos] tem sido o porquê à caça aos infractores começa apenas com os ocupantes dos cargos em mandatos anteriores e não do presente executivo. Extender tal prisão aos que se julgam ter a cabeça escondida com a cauda visível, é imperioso. Limpa, de uma só vez, a imagem de Moçambique [que está suja] perante a comunidade internacional já desgatada com a inoperacionalidade do governo e seus órgãos de soberania de debelar o mal da corrupção e nepotismo. Foto Africanidades
Notícias não confirmadas à que Manuel Aráujo teve acesso dão conta da prisão do antigo ministro do executivo de JAC, Almerindo
Mahenge. Mahenge que foi centro das grandes e tristemente famosas polícias de elite “brigada mamba” e que dirigiu pessoalmente a caça ao ‘bandido’ Nequinho, tendo o atingido num hotel em Xai-xai, hoje pode ser o atingido pelas contas que estão a dar certo no tesouro público alocado ao seu sector. Já se tinha falado do sumiço de cerca de 200 mil milhões de meticais da antiga família durante a vigência do seu pelouro. Araújo precisa que “o ex-Ministro do Interior, o piloto aviador Almerino Manhanje, acaba de ser preso, alegadamente devido aos caso 'MINT'!"O que admira [a muitos] tem sido o porquê à caça aos infractores começa apenas com os ocupantes dos cargos em mandatos anteriores e não do presente executivo. Extender tal prisão aos que se julgam ter a cabeça escondida com a cauda visível, é imperioso. Limpa, de uma só vez, a imagem de Moçambique [que está suja] perante a comunidade internacional já desgatada com a inoperacionalidade do governo e seus órgãos de soberania de debelar o mal da corrupção e nepotismo. Foto Africanidades
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