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segunda-feira, 15 de agosto de 2011

“Não preciso criar quartéis para perigar a paz”


Dhlakama reunido com militares em Mocuba
Raul Domingos veio a público defender que é falacioso que o Acordo Geral da Paz (AGP) já esteja esgotado. “O AGP não é apenas a letra, mas também o espírito, esse ainda não esgotou!”
Os últimos discursos de Afonso Dhlakama provocaram reacções nos mais variados círculos de opinião, desde o partido no poder até aos extra-parlamentares.
Afonso Dhlakama esteve reunido com os seus militares no distrito de Mocuba, na Zambézia, onde deixou claro que não vai recuar na sua intenção de criar quartéis em todo o país para, alegadamente, pagar com a mesma moeda pelo facto de a Frelimo ter reformado compulsivamente os seus militares. 
Entretanto, o líder da Renamo tranquilizou a todos afirmando que a decisão da Renamo não tem em vista perigar a paz, mas, sim, controlar os seus militares, já que, alegadamente, o Ministério da Defesa, obedecendo ao seu Comandante em Chefe, Armando Guebuza, marginalizou os militares oriundos das bases da Renamo.

domingo, 14 de agosto de 2011

Frelimo e Renamo negoceiam em segredo para evitar manifestações


Dhlakama “é o único cidadão em Moçambique que diz claramente” que tem uma força armada “e nada lhe acontece”
O mais recente discurso belicista de Afonso Dhlakama reflecte a necessidade de relançamento do líder da Renamo na agenda política nacional, defende o historiador e analista político moçambicano, Egídio Vaz Raposo, em entrevista à VOA.
Raposo reconhece que o perigo é real, fala dos riscos de desestabilização em Moçambique e garante que a Frelimo está a negociar secretamente com a Renamo para evitar a realização de manifestações de rua no país, depois de sublinhar que Dhlakama “é o único cidadão em Moçambique que diz claramente” que tem uma força armada “e nada lhe acontece”.
Egídio Vaz Raposo diz que existem duas Renamos: a Renamo militar que é fiel a Dhlakama e em que Dhlakama confia; e a Renamo institucional, maioritariamente constituída pelos deputados representados na Assembleia da República, que não seguem cegamente Dhlakama e cuja lealdade e disciplina o líder da Renamo põe em dúvida.VOA 11082011

EDITORIAL: A norte nada de novo


Por João Vaz de Almada   
Após um longo sono letárgico, que incluiu uma passagem prolongada pela capital do norte, Nampula, com direito a escolta policial diária, não fosse o membro do Conselho de Estado ser atacado por algum ‘bandido armado’, Afonso Dhlakama acordou estremunhado e foi estremunhado que saiu de casa, primeiro para Cabo Delgado e depois para a Zambézia, esta última província conhecida pela sua rebeldia em relação ao poder instituído.
E o que fez Afonso Dhlakama? Subiu para cima do palanque e disse, para quem o quis ouvir, que estava farto das brincadeiras da Frelimo – ‘brincadeira da Frelimo’ é a sua expressão preferida – e que iria criar quartéis paralelos para, passe o pleonasmo, aquartelar, os seus homens, impedindo que estes voltassem a pegar em armas para lutar contra o poder, uma vez que existe, no seu entender, essa forte possibilidade porque o exército há muito que deixou de ser apartidário.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

“Foram os próprios militares que pediram agruparem-se em quartéis”

A.M.M. Dhlakama, líder da Renamo e da Oposição
Dhlakama em Quelimane.
O ministro da Defesa Nacional diz que não haverá aquartelamento de ex-guerrilheiros da Renamo e qualquer tentativa, nesse sentido, as FADM vão reagir em defesa da soberania do país.
O presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, diz que foram os ex-militares da sua formação política que lhe pediram para os agrupar em quartéis, depois da sua alegada marginalização por parte do governo da Frelimo. Falando em Morrumbala, num comício popular, no encerramento da sua visita à província da Zambézia, Afonso Dhlakama descartou qualquer pretensão da sua parte de incitar os militares para formar quartéis. Entretanto, refere que os seus militares foram compulsivamente reformados, facto que cria muita frustração. 

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Líder da RENAMO admite que não faz sentido ter guarda pessoal armada

O líder da RENAMO, principal partido da oposição em Moçambique, Afonso Dhlakama, reconheceu “não fazer sentido” manter uma guarda pessoal armada, mas condicionou o desmantelamento com maior segurança das forças policiais.

Ao abrigo do Acordo Geral de Paz, assinado na capital italiana, Roma, em 1992, com o Governo da FRELIMO, a RENAMO propôs-se desarmar os seus antigos guerrilheiros, que travaram uma guerra civil de 16 anos contra o Governo da FRELIMO, e filiá-los na Polícia da República de Moçambique (PRM).

Alguns foram desmobilizados, mas nenhum foi integrado na corporação policial.

“Se a FRELIMO me garantisse segurança, se não estivesse a odiar-me, todos esses militares que vocês veem à minha volta estariam nas suas casas. Aqui ficariam apenas os agentes da Polícia da República de Moçambique”, disse Afonso Dhlakama, em conferência de imprensa em Nampula, norte do país.

Desde a realização das eleições gerais de Outubro do ano passado no país, o presidente do maior partido da oposição moçambicana decidiu fixar residência em Nampula.

Em Novembro, cerca de 300 antigos guerrilheiros da RENAMO ameaçaram voltar a pegar em armas, caso o seu líder aceitasse os resultados das eleições.

A partir de Nampula, Afonso Dhlakama ameaçou realizar manifestações pacíficas à escala nacional por alegada fraude no escrutínio presidencial, legislativo e nas primeiras eleições provinciais, todas ganhas pela FRELIMO, partido no poder desde a independência de Moçambique, há 35 anos.

Na altura, o vice ministro do Interior de Moçambique, José Mandra, ameaçou retaliar caso os militantes da RENAMO se manifestassem, por considerar que a acção podia pôr em perigo a paz no país.

Questionado pelos jornalistas sobre a data de realização das manifestações, Afonso Dhlakama justificou a demora com as advertências feitas pelo vice-ministro do Interior.

“Da forma como a polícia estava preparada, decidimos que precisávamos de nos concentrar para definirmos uma nova estratégia porque eles haveriam de matar pessoas e eu, como promotor das manifestação, seria culpado”, disse.

“Agora a nossa intenção consiste em idealizar uma estratégia que evite que a polícia venha, eventualmente, a matar alguém”, acrescentou Afonso Dhlakama.

Para o político, a manifestação a ter lugar em todos os 128 distritos do país “será uma maneira de pressionar o partido no poder”. (Noticias lusofonas-07.05.2010)

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Votos de Dhlakama e Daviz anulados intencionalmente


 "Será isto obra do acaso?"


(OpaísOnline). Foi através do processo de requalificação de votos que a Comissão Nacional de Eleições (CNE) detectou al­guns indícios que provam que milhares de votos a favor de Afonso Dhlakama e Daviz Simango, dois dos três candidatos às eleições presidenciais de 28 de Outubro, foram anulados intencionalmente.
Segundo um vogal da CNE, é possível ver nos boletins que os eleitores indicaram devidamente o seu candidato preferido, mas que alguém, de forma deliberada, borrou com tinta num outro espa­ço com intenções de invalidar o voto.
De acordo com a mesma fonte, o candidato da Renamo, Afonso Dhlakama, contabilizava, até ao momento em que falava ao nosso jornal, 22 mil votos anulados e, para as legislativas, a “perdiz” perdeu injustamente 23 mil votos, destacando-se a província de Manica com um total de 17 mil votos.
O candidato do MDM, Daviz Simango, só a nível da cidade de Maputo, viu anulados 6 000 votos pelo mesmo esquema fraudulento.
“Esta é, certamente, uma matéria de investigação para a Procuradoria-Geral da República.podemos estar perante um crime eleitoral, onde os principais suspeitos podem ser os membros das mesas de voto, dado que é lá onde, em primeira instância, são manuseados os votos”, disse a fonte da CNE.
Refira-se que a CNE recebeu várias reclamações, grosso modo, da oposição, relativas à expulsão de delegados de candidaturas antes e durante o apuramente parcial. As províncias de Tete, Manica, Zam­bézia e Sofala lideram em termos de reclamações.

Turbulência na CNE

Na Comissão Nacional de Eleições, vive-se um ambiente de agitação devido ao facto de a Comis­são Provincial de Eleições (CPE) de Tete, apesar de ter enviado os dados, não ter apresentado todos os editais do apuramento parcial. Os editais em referência são dos distritos de Angónia, Sangano e Mutarara, por sinal, os mais disputados na província de Tete

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Caso grave, urge mudança da liderança na Renamo

...para se rediccionar o Partido para a senda das vitórias

Ao que tudo indica, as massas e os dirigentes do Partido Renamo já deram o seu verdicto sobre o que é a Renamo hoje. Esse veredito foi feito na boca das urnas, tendo a Renamo visto (quase) todos os municípios a sua alaçada transitar para as mãos da Frelimo. Muitos militantes são de opinião que a realização de um Congresso Extraodinário seria a pedra-de-toque para os próximos vôos eleitorais, mormente as eleições gerais de 2009. Afonso Dlhakama deve convocá-lo o mais urgente possível para que caso seja ele ou entre outros melhores candidatos para o lugar de líder, vá a tempo a se preparar para o pleito eleitoral. Depois desta pesada derrota, não há mais nada a fazer, senão purificar as fileiras da Renamo e avançar. Afinal, somos democratas ou não somos?
Foto Noticias

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Perdiz-Mor amiúde se atira ao chão prestes a cortar a meta


...desconfiando-se que esteja a fazer o jogo do adversário neste momento

Quando o Edwin Hounnou fez jus ao recursos estilísticos na praxe dos comentários habituiais no ATribunafax de ontem, pensei que queria insinuar qualquer coisa em desabono 'a nossa «menina de ouro», Lurdes Mutola, que tanto nos prestigiou e elevou a bandeira e hino ao Mundo. Fiquei satisfeito, logo que me apercebi que não era o caso, tratava-se sim de um outro assunto, em que ele ‘metaforiza’ os momentos pouco fáceis e tristes, que vivem na Renamo. Ou seja, uma Renamo que deixou de ser aquela ave bonita, multicolor e cheia de vida. Ela, por assim dizer, anda depenada, cabis-baixa e desolada. Diz-se que na Perdiz-mor reside o busilis:

“[A perdiz-mor] compara-se a um atleta que sempre se atira ao chão, no exacto [enfático] momento que esperamos que ele corte a meta. Quanto isso acontece uma vez, a gente diz que, talvez, se tenha atropeçado, ou, maldosamente, empurrado pelo adversário mais directo. Porém, quando o fenómeno se repete com a mesma frequência, começa a levantar suspeitas de que o atleta cai para favorecer o adversário”, comentava Hounnou.

Num olhar frio e inteligente, esta é a verdade crua que a Renamo vive neste momento. Estamos perante um atleta que fez de conta que leu mal o marcador eletrónico a meio de uma inusitada corrida. Pois, nota-se que a Perdiz-Mor engendrou uma aliança com os finórios da seara da Maçarroca e do Batuque nessa corrida, de tal ponto que a parelha Frenamo (Fre-limo + Re-namo) gizasse o marco da derrota precoce de Deviz Simango [na foto], eliminando-o do protagonismo municipal e, quiça, nacional. Foi, in extremis, que tal não aconteceu. Foi ainda preciso que as verdadeira bases da Perdiz na Beira saissem ao terreiro para desafiar tal concluio.

Os custos [e que custos?] desta corrida da Perdiz-Mor manietada pelos rapazes finados não tardam a ser conhecidos. Já se sabe que a Perdiz-Mor tem ganhos directos; ou seja alguns troquinhos à sua bolsa e colaboradores, e indirectamente, proporcionar uma vitória retumbante a Frelimo nos próximos pleitos eleitorais. É mister, por isso, retirar o coelho da toca enquanto cedo, porque ainda o vemos pela cauda. Perdiz arrisca-se a uma derrota estrondosa tanto nas eleições locais dentro de semanas, como nas presidenciais em 2009, se pouco fizer, afastando, de uma vez por todas, este dilema que o divide.

quinta-feira, 23 de outubro de 2008

Dhakama envergonha o País!

...Céus! E de que maneira!
O conceituado jornalista e editor do Diário Independente, Salomão Moyana escreve o seu editorial com o pano de fundo o desenho detalhado do comportamento da actual liderança da Renamo.
Algo lisonjeiro e terrível de acompanhar para quem se nos habitou aos ditâmes e canones da democracia e justiça como as unicas armas na sua devotosa luta para conquistar a Ponta Vermelha. Afinal, tem outras ‘armas’! Veja-se aqui para nos apercebermos com pormenor das facetas comportamentais de um líder que um dia decidiu que a via é o suscidiu em plena praça pública.

segunda-feira, 20 de outubro de 2008

Assessores da Renamo são simples estudantes e recrutas - segundo o líder do partido

“SIMPLES estudantes e recrutas” foi a maneira que o líder da Renamo, Afonso Dhlakama encontrou para qualificar os seus antigos assessores que recentemente o abandonaram em discordância com os seus métodos de liderança do partido. Maputo, Segunda-Feira, 20 de Outubro de 2008:: Notícias
“São assessores? São estudantes, são recrutas. Eu nunca tive assessores, eu é que os aconselho”, disse Dlhakama, falando esta sexta-feira à imprensa, em resposta a uma pergunta sobre o possível impacto do abandono do cargo de assessor do líder da Renamo por vários membros daquele partido.
Afonso Dlhakama falava em conferência de Imprensa realizada na sede da Renamo, em Maputo, por ocasião da celebração, por aquele partido, de 29 anos após a morte de André Matsangaíssa.
Matsangaíssa foi primeiro comandante da guerrilha da Renamo, movimento que moveu uma sangrenta guerra contra o Governo liderado pela Frelimo durante 16 anos. Ele foi morto pelas forças governamentais quando, a 17 de Outubro de 1979, dirigia um ataque à vila da Gorongosa, província central de Sofala.
Nos últimos dias diversos membros da Renamo têm vindo a colocar à disposição os seus cargos de assessores de Dhlakama, justificando, alguns deles, não se sentirem úteis no desempenho das suas funções.
Semana passada Augusto Ussore, quadro sénior do partido e deputado na Assembleia da República (AR), demitiu-se das funções de assessor político de Afonso Dhlakama.
Há dias, os deputados Ismael Mussá e João Colaço demitiram-se dos seus cargos de conselheiros do Presidente da Renamo para os assuntos parlamentares e de administração pública, respectivamente.

Dhlakama acusado de falsear história da Renamo

O LÍDER da Renamo, Afonso Dhalakama, foi sexta-feira acusado de falsear a história do ex-movimento rebelde, particularmente no que respeita à sua fundação e direcção. Maputo, Segunda-Feira, 20 de Outubro de 2008:: Notícias
Ivete Fernandes, viúva do antigo secretário-geral do Movimento Nacional de Resistência (MNR), Evo Fernandes, que mais tarde viria a dar lugar à Renamo, afirmou que André Matsangaíssa nunca foi presidente desta organização, mas sim um comandante militar.
“Senhor presidente, vamos tratar de assuntos sérios que o partido tem obrigação de tratar. O senhor sabe que André Matsangaíssa nunca foi presidente da Renamo. O primeiro presidente da Renamo foi Afonso Dhlakama, eleito no primeiro congresso, realizado em 1983, cuja organização esteve a cargo de Evo Fernandes”, disse, numa atitude que “gelou” por completo o ambiente festivo que assinalou o 29 aniversário da morte de André Matsangaíssa.
A viúva do antigo SG da “perdiz” apelou ainda para que Afonso Dhlakama deixe de “entreter os moçambicanos com pequenas histórias da luta pela democracia” para se debruçar sobre as grandes questões do país. Sem mencionar a que tipo de questões se referia, Ivete Fernandes acabaria por sugerir a necessidade de uma maior organização interna da Renamo, elaboração de políticas sérias para servir de alternativa de governação da Frelimo, a preparação condigna das eleições autárquicas de 19 de Novembro, assim como do sufrágio geral do próximo ano, entre outras.
Num outro desenvolvimento, Ivete Fernandes lamentou o facto da Renamo nunca ter se referido à obra e contribuição do seu marido ao movimento. “Nenhum renamista já homenageou Evo Fernandes, apesar de saberem a contribuição que ele deu para que o partido atingisse este estágio”, lamentou.
Reagindo a estas acusações, Afonso Dhlakama afirmou que o seu partido reconhece a dedicação e entrega de Evo Fernandes e que “um dia iremos prestar-lhe a devida homenagem”.
Sobre as acusações de falsear a verdade em torno da história da fundação e direcção do partido ele reconheceu que André Matsangaíssa nunca foi presidente do movimento rebelde, mas referiu que devido ao papel que ele desempenhava, o de comandante-geral, ele era tratado por presidente.
“Não ficaria bem que eu dissesse que Afonso Dhlakama é que foi o primeiro presidente da Renamo”.
Dhlakama prometeu que iria escrever a “verdadeira história da Renamo”, uma história que disse conhecer muito bem por ter tido o privilégio de vivê-la, ao contrário de muitos que escreveram ou falam da Renamo.
“Aparecem pessoas a dizer e a escrever sobre a Renamo. Pessoas que não viveram, nem testemunharam as diferentes fases da Renamo. Eu tive esse privilégio e vou escrever. Eu queria escrever a história da Renamo depois de ser Presidente da República mas decidi começar agora”, frisou.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

Mais assessor de Dlhakama o foge 'as estopinhas

...num 'sprint' que segue aos outros que recentemente aconteceram naquele partido. 
"Alegadamente", Dhlakama não acatou apelos dos assessores - Agostinho Ussore [na foto], na Beira, confirmando a sua demissão do cargo de assessor do presidente (Noticias, hoje).
Conforme este matutino publicado em Maputo, "parte dos assessores do presidente da Renamo, Afonso Dhlakama, tentou evitar o pior no seio daquela formação política após o delegado político provincial em Sofala, Fernando Mbararano, ter anunciado em meados do mês passado que o actual edil da Beira, Daviz Simango, já não era o candidato da perdiz para as próximas eleições autárquicas a nível daquela urbe, mas o líder do maior partido da oposição, Afonso Dhlakama, não acatou os apelos dos seus mais directos colaboradores, facto que originou a actual crise interna no partido." Esta lead desenvolve-se aqui.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

“Miúdo”

...doeu ao Mazanga, ou não? Se é que não, como talha o jovem Deviz Simango na sua eloquente natura?


Num artigo de Marcelino Silva, o Notícias fez eco as palavras recentes do parta-voz do maior partido da oposição que caracterizou Daviz Simango de não constituir sombra ao senhor Afonso Dlhakama na direcção da Renamo, tendo-o ainda considerado qualquer coisa que nos cheira à ‘miúdo’. Esta constitui uma etiquetagem usada no discurso falacioso da Renamo quando se quer desvalorizar ou secundarizar uma ideia ou abordagem aversa. Mais sobre essa história interessante se encontra aqui coligada.
Foto Noticias

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Renamo-Renovada teme violência na Beira (1)

…nos próximos dias.
Conforme foi noticiado pelo Canal de Moçambique, a Renamo-Renovada; ou seja, “os apoiantes do actual Edil e candidato independente à presidência do Município da Beira, engenheiro Daviz Simango, lançaram terça-feira um "SOS" prevendo a eclosão de uma onda de violência sem precedentes até o dia 19 de Novembro, data marcada para a realização das terceiras eleições autárquicas no país.
O alerta foi lançado pelo porta-voz da Renamo na Cidade da Beira, Geraldo Carvalho, depois das escaramuças que envolveram nos últimos três dias jovens da Liga Juvenil da Renamo e um outro grupo mandatado pelo trio liderado por Manuel Pereira, o candidato oficial do Partido que é agora líder Afonso Dhlakama.” Confira o a peça noticiosa aqui, para depois convidá-lo a ler os meus temores. Convido-o, no entanto, para mais tarde, dando continuidade a série.

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