"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
Mostrar mensagens com a etiqueta Transportes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Transportes. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, 15 de outubro de 2010
Viajar com o coração nas mãos!
Vinte anos depois, embora de forma ilegal, o recurso às camionetas de caixa aberta para o transporte de passageiros retornou à zona urbana de Maputo. @Verdade acompanhou os dramas e os riscos a que milhares de munícipes se sujeitam para chegar ao destino: são viagens feitas com o coração nas mãos.
O filme repete-se todos os dias úteis nas horas de ponta. Os protagonistas são sempre os mesmos e os cenários também: homens, mulheres e crianças digladiam-se para encontrar um transporte que os leve ao destino.
Esperam por um chapa normal, mas viajam em camionetas de caixa aberta, concebidas para o transporte de mercadorias, sem condições de segurança e geralmente em estado avançado de degradação. Tem sido assim, nos últimos anos, principalmente desde 2008.
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Ora autocarros, ora são ferry-boats, ora nada!
…como é esse "procurement" lá lides do Governo?
Não passam meses que o Governo veio ao público ‘chorar’ que não consegue tirar das docas de Bangladesh os ferry-boats para suprir os sérios problemas de transportes de cidadãos da Catembe, Ilha Inhanca, Maxixe, e Inhassunge. Se águas vão nem águas vêm no trato destes assuntos, o que nos tem levado a assistir são justificações que não cabem na cabeça de ninguém. Agora é a vez de autocarros (num número que não é elevado, de cerca 100 unidades, face as necessidades do país e não de Maputo) que levaram Boaventura Lipangue (dos TPM) às correrias para nos dizer que os lkswagen (VW) já não vão chegar. Como é que um forncedor pode faltar a palavra ao Governo com "G" tão assim, a ponto de não se cumprir o acordado? Deve ter sido um acordo de pessoas e não do Governo e o fornecedor. Para quem reflecte bem só pode notar neste embróglio todo uma tentativa de ‘brincar’ com o público. Ou, no minimo como já temos o aliado natural que nos tira a madeira em bruto, chega lote de cinco autocarros de marca Astra City Bus, com capacidade para 92 lugares. Isto é que está garantido, e nada mais. Foto Blog Moc.
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Chapando-se cada vez menos na capital adentro
De facto, o problema dos transportes na capital do País e seus arredores passou de mal a pior, pese embora o esforço recente por parte do executivo, ao converter o luxuosos autocarros para o serviço público e prometer que faria mais à bem da praça. Mas a capacidade de resposta do Governo é mesmo para lamentar. Numa cidade capital em que para se circular dum ponto ao outro é um martirio, os transportes semi-colectivos, vulgo chapa-100, último reduto da população, estão a desaparecer da circulação assustadoramente. Isto pode ser confirmado por uma leitora do jornal notícias Anália Manjate que escreveu a este matutino a “louvar”, primeiro, a organização nas paragens dos transportes públicos nas zonas peri-urbanas, onde passageiros formam bichas (filas). Todavia, ela indignou-se pelo facto “do sistema de bichas só [ser] feito nas zonas suburbanas e da cidade para fora não. Porquê não se faz o mesmo em ambas as partes? O que se verifica na cidade no fim de cada dia é um espectáculo. Há enchentes enormes nas paragens e aí então os ladrões actuam a seu bel prazer”
Manjate critíca ainda a falta de autocarros públicos e de “chapas”, por exemplo, do Infulene “A” a Cidade de Maputo, socorrendo-se aos chapas, se houverem, que só com chances na rota Machava-Junta e daí, a pessoa deve estar a caça de um outro chapa. Sinceramente, onde é que vamos com isto tudo? Que custos da bolsa do passageiro? Onde anda o Governo?
Foto Notícias
terça-feira, 26 de agosto de 2008
Governo continua sem estratégia convincente sobre transportes públicos

…e polariza acções em Maputo e o arredor imediato
Já se estão a fazer sentir os efeitos do vazio estratégico do Governo do dia, quanto à política dos transportes, desde que ocorreram as manifestações populares em Fevereiro passado. Ao que tudo indica, as medidas pressionadas e, de certo modo, apressadas de Armando Guebuza foram de ver o Dr. Munguambe no olho da rua, desenvencilhar-se do embrôglio vergonhoso dos autocarros de luxo, e controlar os animos dos populares, subsidiando os transportadores semi-colectivos. Agora fala-se dos carros "caixa aberta" para suprir a falta dos mesmos na Cidade de Maputo.
Já se estão a fazer sentir os efeitos do vazio estratégico do Governo do dia, quanto à política dos transportes, desde que ocorreram as manifestações populares em Fevereiro passado. Ao que tudo indica, as medidas pressionadas e, de certo modo, apressadas de Armando Guebuza foram de ver o Dr. Munguambe no olho da rua, desenvencilhar-se do embrôglio vergonhoso dos autocarros de luxo, e controlar os animos dos populares, subsidiando os transportadores semi-colectivos. Agora fala-se dos carros "caixa aberta" para suprir a falta dos mesmos na Cidade de Maputo.
Volvidos sete mêses, tudo anda na mesma, ou em torno do que acima enumerei. Mentiria se não colocasse aqui a recente abertura de novas rodas. Aliás, o grosso das tais rotas já existiam, o que o Governo fez, através da TPM, é a reposição das mesmas, como foi reportado.
A ausência de uma política governativa para regular os transportes públicos coloca o país numa situação precária. Ninguém sabe quem faz o quê nesta área. Chegará a hora que teremos um governo que saia com uma política e estratégia inpulsionadora dos transportes e por via disso, as comunicações viárias no País? Neste andar de coisas, em que tudo depende da boa vontado do chefe na Ponta-vermelha, ter a situação de transporte resolvida, pode ser uma miragem! Foto Noticias
quarta-feira, 23 de julho de 2008
Bicicleta = ginga (1)
…ou não, eis o dilema.
Quão aventurados são os zambezianos que deixados à sós pelo poder do dia, procuram suas formas de subsistência quotidiana desafiando sua imaginação, sendo uma delas o uso da bicicleta. Sabido que por exemplo as distãncias urbanas e interurbanas, bem assim para além da província não são curtas, rareia transporte público digno ou não existe mesmo. 32 de Independencia, para quem quer viajar do Alto Molócuè a Molumbo, por exemplo, se arrisca a empoleirar-se em tractores ou camiões privados. Grande parte dos cidadãos deste espaço territorial vê na bicicleta não vê como transporte alternativo, mas uma necessidade. Ter bicicleta não é luxo, mas um imperativo. Isto até muito antes da Independência.
Mas porque a bicicleta, Jacinto?
- Bicicleta (risos)….para responder as necessidades básicas em transporte que não chega aqui.
Agora, Jacinto, com essa saga de falta de combustíveis no país?
- Ouvimos falar disso, mas não nos afecta aqui na Zambézia, porque nós já estamos nesta andança faz muito tempo. Mesmo antes do Governo pensar que a bicicleta é alternativa.
Mas o Governo quer alternativa ao problema do combustível que está muito caro, Jacinto.
- achas que a jatrofa é a tal alternativa, se não temos pétroleo como os angolanos?
- Meu irmão é melhor que não descubram tão já. Com tanta gente a meter os braços no saco azul dos cofres do estado, podes imaginal com a era petrolifera?! Veja só isso!
Quão aventurados são os zambezianos que deixados à sós pelo poder do dia, procuram suas formas de subsistência quotidiana desafiando sua imaginação, sendo uma delas o uso da bicicleta. Sabido que por exemplo as distãncias urbanas e interurbanas, bem assim para além da província não são curtas, rareia transporte público digno ou não existe mesmo. 32 de Independencia, para quem quer viajar do Alto Molócuè a Molumbo, por exemplo, se arrisca a empoleirar-se em tractores ou camiões privados. Grande parte dos cidadãos deste espaço territorial vê na bicicleta não vê como transporte alternativo, mas uma necessidade. Ter bicicleta não é luxo, mas um imperativo. Isto até muito antes da Independência.
Mas porque a bicicleta, Jacinto?
- Bicicleta (risos)….para responder as necessidades básicas em transporte que não chega aqui.
Agora, Jacinto, com essa saga de falta de combustíveis no país?
- Ouvimos falar disso, mas não nos afecta aqui na Zambézia, porque nós já estamos nesta andança faz muito tempo. Mesmo antes do Governo pensar que a bicicleta é alternativa.
Mas o Governo quer alternativa ao problema do combustível que está muito caro, Jacinto.
- achas que a jatrofa é a tal alternativa, se não temos pétroleo como os angolanos?
- Meu irmão é melhor que não descubram tão já. Com tanta gente a meter os braços no saco azul dos cofres do estado, podes imaginal com a era petrolifera?! Veja só isso!
Queres me dizer Jacinto que o Governo escreveu na ‘água’ ao proclamar a bicicleta alternativa ao problema dos elevados preços dos combustíveis?
- Ó meu amigo Dedé nem é por aí, mas quando aquele rapaz aparece a dizer que até eles os Grandes teem que ir quatro gajos num carro de quatro lugares, os meus filhos ficam até se rindo dele. Por falar disso tenho que comprar uma ‘burra’ .
- Ó meu amigo Dedé nem é por aí, mas quando aquele rapaz aparece a dizer que até eles os Grandes teem que ir quatro gajos num carro de quatro lugares, os meus filhos ficam até se rindo dele. Por falar disso tenho que comprar uma ‘burra’ .
’Burra’? O que é isso já Jacinto?
Aqui na terra chamos a nossa bicicleta ‘burra’ ou ‘ginga’, se quiseres na lingua vernacular ‘eginga’, ‘etxika’ ou ‘ethika’ para encurtar as distâncias que o transporte público podia ajudar a fazer.
Bigado por me ensinar muitas coisas sobre bicicleta, essa ginga!
Foto retirada aqui.
sábado, 5 de abril de 2008
Mudança de ministro de transportes não diminui sofrimento do povo

- [E o persistente] sofrimento no “chapa” longe do fim
Por Almeida José
Escrevo esta carta para manifestar a quem de direito, o quanto sofre o povo moçambicano para apanhar transporte que o leve de casa ao serviço e vice-versa, para além de outros afazeres. Actualmente, o Governo moçambicano demonstra alguma preocupação relativamente ao sector de transporte para minimizar as longas horas de espera que os passageiros têm nas paragens para conseguir carro que os leve ao seu destino. Esta inquietação não deve ser motivo de discursos quando houver crise, mas deve-se materializar os objectivos já apontados, porque até aqui o sofrimento é demasiado sufocante para o cidadão.
Devo recordar que para evitar o roubo e indisciplina dos passageiros assim como dos transportadores, nalgumas terminais das cidades de Maputo e Matola introduziu-se o sistema de bicha, uma acção louvável para uns e condenável para outros, na medida em que enquanto alguns se sentem protegidos, outros vêem isso como obstáculo e perca de tempo.
Em todo o caso, a crise de “chapas” continua e o este triste cenário foi bem notório na tarde e princípio da noite de ontem, pelo menos na baixa da cidade de Maputo. As filas eram longas, insuportáveis e não se achava solução para aquela situação. Algumas pessoas chegaram a apanhar três carros de rotas diferentes para chegar a casa, como é o caso dos que vivem no bairro de Magoanine “C”, mais conhecido por Matendene.
A alternativa, para muitos, foi recorrer aos Transportes Públicos de Maputo que se revelaram insuficientes para cobrir a demanda. Todos queriam se livrar do sufoco da bicha mas, os semicolectivos de passageiros eram escassos, os passageiros continuavam desesperados sem nada poder fazer.
Foi um dia em que a zona da ex-Laurentina estava superlotada de gente até à paragem do Ferroviário, todos queriam encontrar uma saída para aquela solução. Uns caminharam a pé até a avenida Eduardo Mondlane onde se supõe que haja transporte a qualquer momento, nem que seja para viajar em condições desumanas, mas os mais receosos permaneceram confiantes de que lá a situação podia ser idêntica e, consequentemente, caminhar a pé sem lograr êxitos.
Estimados dirigentes, falar de investir no sector de transporte é também falar de parcerias que deverão estabelecer tendo em conta que grande parte das estradas moçambicanas estão em péssimas condições, razão mais que suficiente para retrair os transportadores de colocarem suas viaturas apenas para somar prejuízos.
As instituições que velam pelas estradas devem ser parceiros do sector de transporte pois, só assim é que a luta será vencida.
Escrevo esta carta para manifestar a quem de direito, o quanto sofre o povo moçambicano para apanhar transporte que o leve de casa ao serviço e vice-versa, para além de outros afazeres. Actualmente, o Governo moçambicano demonstra alguma preocupação relativamente ao sector de transporte para minimizar as longas horas de espera que os passageiros têm nas paragens para conseguir carro que os leve ao seu destino. Esta inquietação não deve ser motivo de discursos quando houver crise, mas deve-se materializar os objectivos já apontados, porque até aqui o sofrimento é demasiado sufocante para o cidadão.
Devo recordar que para evitar o roubo e indisciplina dos passageiros assim como dos transportadores, nalgumas terminais das cidades de Maputo e Matola introduziu-se o sistema de bicha, uma acção louvável para uns e condenável para outros, na medida em que enquanto alguns se sentem protegidos, outros vêem isso como obstáculo e perca de tempo.
Em todo o caso, a crise de “chapas” continua e o este triste cenário foi bem notório na tarde e princípio da noite de ontem, pelo menos na baixa da cidade de Maputo. As filas eram longas, insuportáveis e não se achava solução para aquela situação. Algumas pessoas chegaram a apanhar três carros de rotas diferentes para chegar a casa, como é o caso dos que vivem no bairro de Magoanine “C”, mais conhecido por Matendene.
A alternativa, para muitos, foi recorrer aos Transportes Públicos de Maputo que se revelaram insuficientes para cobrir a demanda. Todos queriam se livrar do sufoco da bicha mas, os semicolectivos de passageiros eram escassos, os passageiros continuavam desesperados sem nada poder fazer.
Foi um dia em que a zona da ex-Laurentina estava superlotada de gente até à paragem do Ferroviário, todos queriam encontrar uma saída para aquela solução. Uns caminharam a pé até a avenida Eduardo Mondlane onde se supõe que haja transporte a qualquer momento, nem que seja para viajar em condições desumanas, mas os mais receosos permaneceram confiantes de que lá a situação podia ser idêntica e, consequentemente, caminhar a pé sem lograr êxitos.
Estimados dirigentes, falar de investir no sector de transporte é também falar de parcerias que deverão estabelecer tendo em conta que grande parte das estradas moçambicanas estão em péssimas condições, razão mais que suficiente para retrair os transportadores de colocarem suas viaturas apenas para somar prejuízos.
As instituições que velam pelas estradas devem ser parceiros do sector de transporte pois, só assim é que a luta será vencida.
Fonte & Foto: Noticias
[* meu titulo. Italicos tb meus]
sábado, 15 de março de 2008
Tapas & Chapas

- o preço de ter uma licença e ser legal infinitamente sob vacum de políticas de transportes
Na sala de visitas, Maputo, desta república monarquisada e [gue](a)busada por certas famílias no poder do dia, talvez ainda terreno ano/luz para ter uma tapa num restaurante decente. O futuro melhor ainda continua uma promessa por vir. Mas não isto que me leva aqui. Na semana que ora termina tivemos duas notícias posta a circular: Uma relativa a demissão do ministro do pelouro dos transportes, Dr. Munguambe, este que viajou com o Presidente a Holanda e se irritou pelo que viu na INAV para se adquirir uma carta de condução da SADC meses depois de ter sido indicado um novo PCA.
A outra é relativa aos licenciamentos dos transportes semi-colectivos. O que se viu é que não mais de 150 dos mais de 4,000 transportadores não tem licença e, por via disso, ilegais. O que isto significa? Que os ilegais vão parar? Não. O governo vai, na verdade pedir que eles sejam legais, e parar por aí. Parar por aí porque mais da metade dos chapas100 pertencem aos dirigentes governamentais. Há um conflito de interesse neste assunto. Ninguém vai aceitar ‘disparar aos próprios pês’ quando o assunto é preservar o ilegal. (Imagem veio daqui)
A outra é relativa aos licenciamentos dos transportes semi-colectivos. O que se viu é que não mais de 150 dos mais de 4,000 transportadores não tem licença e, por via disso, ilegais. O que isto significa? Que os ilegais vão parar? Não. O governo vai, na verdade pedir que eles sejam legais, e parar por aí. Parar por aí porque mais da metade dos chapas100 pertencem aos dirigentes governamentais. Há um conflito de interesse neste assunto. Ninguém vai aceitar ‘disparar aos próprios pês’ quando o assunto é preservar o ilegal. (Imagem veio daqui)
Nota: `A-proposito, tem aí um blogue de uma são-tomense familiar nossa que procura, ao mesmo tempo que noticia STP, fala de colinária, beleza e moda. Visitem o ELITES na coluna a esquerda do Miradouronline.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Nova greve dos transportadores em Maputo
"A culpa de todas as manifestações que se tem registado desde as de 05 de Fevereiro, é do governo" – Manuel Langa, cidadão "O governo devia encarar a questão do subsídio aos transportadores como uma emergência, portanto, procurar buscar, o mais rápido possível, as soluções para ultrapassar esta
crise que está a afectar todas áreas da vida da cidade" – Carlos Machava, estudante Universitário.
Cidadãos ouvidos pela equipa de Reportagem do «Canal de Moçambique», que saiu ontem à rua para colher sensibilidades acerca da nova greve dos "Chapeiros" que se vive desde manhã de ontem na capital do país, indicam, de uma forma geral, que se deve à "incompetência do governo" o que se está a passar. A “incompetência do Governo” é o motivo principal na origem da revolta dos transportadores, que novamente ontem voltou a surpreender e a paralisar muitas actividades na capital do País, considera os cidadãos.
Cidadãos ouvidos pela equipa de Reportagem do «Canal de Moçambique», que saiu ontem à rua para colher sensibilidades acerca da nova greve dos "Chapeiros" que se vive desde manhã de ontem na capital do país, indicam, de uma forma geral, que se deve à "incompetência do governo" o que se está a passar. A “incompetência do Governo” é o motivo principal na origem da revolta dos transportadores, que novamente ontem voltou a surpreender e a paralisar muitas actividades na capital do País, considera os cidadãos.
Os “chapeiros” exigem agora que o subsídio prometido pelo executivo para compensar a manutenção do preço anterior ao aumento tarifário que deu origem aos violentos tumultos de 5 de Fevereiro, terça-feira de Carnaval, seja levado a sério. Querem que o Governo não os engane. Reunido dia 12 de Fevereiro de 2008, na sua segunda sessão ordinária do ano, o Conselho de Ministros aprovou como medida tendente a sossegar os transportadores que haviam entrado em greve na já denominada "revolução de 05 de Fevereiro", a concessão de um subsídio de combustível, que consistiria na redução do preço de combustível para o equivalente a 31.00 Meticais por litro, somente para os transportadores urbanos.
O próprio ministro dos Transportes e Comunicações, António Munguambe, quando falava aos jornalistas no final da sessão de Concelho de Ministros, teve grandes dificuldades em explicar quando e como essa compensação seria feita, deixando sem resposta várias questões que haviam sido levantadas por jornalistas. Passado pouco menos de quinze dias após o governo deliberar que passaria a subsidiar os transportadores, nenhuma informação relativa ao método de compensação foi anunciada pelo Governo. Por outras palavras, até ontem o Governo não explicou aos “chapeiros” como deveriam eles proceder para serem ressarcidos do diferencial entre o preço subsidiado do litro de combustível e o valor pago nas bombas de abastecimento. leia + aqui.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Maputo sacudida por mais uma greve dos transportadores semi-colectivos, vulgo chapa100
Numa altura em que o Governo procura se ressarcir da onda de protestos do 5/2 por causa do custo de vida, uma paralisacao efectiva dos 'chapa100' voltou a carregar hoje sobre Maputo, privando aos citatadinos de deslocacao aos variados lugares. Segundo o bloque, Meu ser Original, da Ivone Soares,"informações correm, em Maputo, dando conta de uma segunda greve em menos de um mês. A questão dos altos preços dos combustíveis, praticados pelo Governo da Frelimo, tem estado a ser alvo de contestação e/ou reclamação pelos transportadores dos vulgo chapa-100. Nas Avenidas Vladimir Lenine e Acordos de Lusaka há informações de que há movimentos de carros particulares.O aumento dos combustíveis não só aperta aos transportadores dos semi-colectivos, como também aos citadinos no geral. O combústivel custa cerca de 35 Meticais/litro." O relato completo pode ser conferido aqui. Imagem retirada daqui.
Autocarro de passageiros tomba e fere 22 pessoas
VINTE e dois feridos três dos quais em estado grave, é o balanço do acidente de viação ocorrido na última quinta-feira, à entrada da cidade de Xai-Xai, província de Gaza. As autoridades sanitárias apontam que o estado clínico dos feridos graves continua a inspirar muitos cuidados, tendo os restantes recebido alta.O acidente envolveu um autocarro da empresa Transportes Interprovincial Limitada (TIL), mais conhecida por “Jafar”, ostentando a chapa de matrícula MLX-75-77. O autocarro era proveniente da província de Inhambane e tinha como destino a cidade de Maputo. O desastre, de acordo com Benedito Ndeve, porta-voz da Polícia em Gaza, foi provocado por uma avaria na barra de direcção. Esta avaria fez com que o motorista perdesse o controlo do machimbombo que acabou batendo numa duna e tombado na EN 1.
Como o autocarro se imobilizara nas duas faixas, esta situação acabou embaraçando o trânsito por cerca de uma hora. A via foi reaberta após o autocarro ter sido arrastado para uma das margens da estrada por um camião. (Noticias)
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
Gestão de bagagem para carga aérea deteriorou em 2007
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
Corre-se o perigo de uma “Revolução popular” no país

- Chapa 100 subiu para 7.50 e 10.00 Mts
Com a subida dos transportes semi-colectivos, vulgo chapa 100, decreta pelo Governo da Frelimo, agrava-se assim o custo de deslocação do cidadão pacato de um ponto para o outro nos centros urbanos, sobretudo na cidade de Maputo. Já houve rumores que se o Governo avançasse com os novos preçários de um mínimo de 7.50Mts/9Kms, pode ser que uma “Revolução popular” se desencadeie no país. A Frelimo subestima muito o poder das massas. Não é discreta, no sentido de negociar a situação a que se esta hoje. Leia+ no noticias de hoje.
Com a subida dos transportes semi-colectivos, vulgo chapa 100, decreta pelo Governo da Frelimo, agrava-se assim o custo de deslocação do cidadão pacato de um ponto para o outro nos centros urbanos, sobretudo na cidade de Maputo. Já houve rumores que se o Governo avançasse com os novos preçários de um mínimo de 7.50Mts/9Kms, pode ser que uma “Revolução popular” se desencadeie no país. A Frelimo subestima muito o poder das massas. Não é discreta, no sentido de negociar a situação a que se esta hoje. Leia+ no noticias de hoje.
segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008
Caos continua a caracterizar movimento na zona de Benfica
- A super-polícia que esta esperá lá para o lado da ponte para encher o bolso
Parece que a Polícia encarregue, para regular o transito na zona do Benfica, está com os olhos postos nos possíveis infratores das regras de trânsito que propriamente regular o trânsito per si. Senão vejamos, a disputa de espaço de manobra entre os chapas 100 que fazem a rota Benfica- e destinos na Matola é das mais caricatas, que ultrapassam a imaginação dos menos atentos nas questões de condução pública de passageiros. Ora são utrapassagens desnecessárias e manobras perigosas junto de curvas e aproximação de transuentes. Mas isto tudo é nada para a super-polícia que esta esperá lá para o lado da ponte para encher o bolso. Quem nos socorre?
Parece que a Polícia encarregue, para regular o transito na zona do Benfica, está com os olhos postos nos possíveis infratores das regras de trânsito que propriamente regular o trânsito per si. Senão vejamos, a disputa de espaço de manobra entre os chapas 100 que fazem a rota Benfica- e destinos na Matola é das mais caricatas, que ultrapassam a imaginação dos menos atentos nas questões de condução pública de passageiros. Ora são utrapassagens desnecessárias e manobras perigosas junto de curvas e aproximação de transuentes. Mas isto tudo é nada para a super-polícia que esta esperá lá para o lado da ponte para encher o bolso. Quem nos socorre?
quinta-feira, 24 de janeiro de 2008
“Nortenhos” que se mordam com a E(s)TRAGO Lda
- Enquanto os chapas dominam o mercado, mas desorganizadamente
Depois da morte ‘provocada’ dos Transportes Oliveiras, a situação dos transportes de pasageiros do norte para o sul e vice-versa tendeu, rapidamente, ao péssimo. As Oliveiras tradicionalmente e sobretudo nos últimos anos foram alternativa para as populações das zonas de Inhambane e Gaza, mas com o desaparecimento da empresa, compeliu a ETRAGO Lda a fazer, não só o transporte dos passageiros do norte, como também a aliviar a demanda nestas províncias. Foi caso para alguns de má boca apelidarem a bem servidora Etrago Lda de E(s)trago Lda, uma vez acossados por constantes avarias e demanda aos seus serviços. Não seria altura do Governo aproximar a Etrago Lda, dando-a a mão para renovar a frota? Seria sensato fazer para o alívio das populações sem transporte próprio, que são, por sinal, a maioria. Confira aqui um apontamento sobre a ausencia de politicas de transportes de a tempos atras de Custodio Duma.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Angola24Horas
Últimas da blogosfera
World news: Mozambique | guardian.co.uk
BEM-VINDO
Frase motivacionais
Turismo & musica
Livros e manuais
http://www.scribd.com/doc/39479843/Schaum-Descriptive-Geometry

