Maputo, Sexta-Feira, 5 de Novembro de 2010Notícias
"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Morreu Cândida Cossa
sexta-feira, 23 de novembro de 2007
Afinal Nympine não mexeu com os homens apenas!
Esta notícia que corre por Moçambique inteiro aponta para o facto que o perecido “empresário de sucesso” ou simplesmente “filho do galo” não só andava em problemas com os homens, como também andou em grandes encrencas com gente do dito “sexo fraco”.
“Ao contrário do que tem sido veiculado pela generalidade da imprensa, a viúva formal do finado Nympine Chissano é a norte-americana Kay Crooks.” Adianta-se ainda que “Nympine é casado em primeiras núpcias com a norte-americana de origem jamaicana e tem uma filha desse casamento.Crooks, que quando vivia em Maputo trabalhou para as Nações Unidas, vive actualmente com a filha do casal na África do Sul”, estando neste momento com um processo ainda na 5ª. Secção do Tribunal da Cidade de Maputo.
Para Nympine era acusado de estar na situação do crime de bigamia, definido pelo art. 337 do Código Penal e que refere que “todo o homem ou mulher que contrai segundo ou ulterior matrimónio, sem que se ache legitimamente dissolvido o anterior, será punido com prisão maior de dois a oito anos e com o máximo de multa” segundo o MediaFax de ontem. Confiram aqui esta história.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Nympine Chissano terá sido empurrado para fora do mundo!
Outras vozes avançam uma segunda hipótese, o facto de uma fonte ligada a família ter afiançado que ele não gozava de boa saúde já fazia tempo; ou seja, sofria de “uma doença prolongada”.
Um terceiro cenário que pula de boca-em-boca presume, pelo menos aqui no Maputo, aponta para o facto Nympine ter padecido de HIV/SIDA e que o seu estado terá se deteriorado nos últimos tempos, tendo padecido de seguida.
Enquanto isso, sabido que a este homem ficaram ligados os homicídios [contract killing] ainda por explicar do Jornalista Carlos Cardoso e do Administrador do Banco Austral e outras “falcatruas” financeiras por si perpetradas, estes factores juntos podem ter aconselhado aos círculos mais retrógrados da FRELIMO [incluindo a SISE] de fazê-lo “passar para o outro lado do mundo por via da sua saúde” o mais rapidamente possível para que não mais se mexa o caso em tribunal. Se calhar o pai devia saber disto, mas sem outra hipótese viável ao caso, pode ter-se conformado com esta.
Esta última hipótese tem ganho bastantes adeptos e terreno entre os comentadores e uma boa parte da imprensa [confira aqui] e blogues [aqui] espalhados um pouco por todo o mundo.
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Morreu Nympine Chissano
"O empresário [de sucesso] moçambicano, Nyimpine Chissano, morreu na madrugada de hoje, vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC). Tentativas de o deslocar à vizinha África do Sul não resultaram porque a morte rapidamente o abraçou, deixando enlutados os seus ente queridos. Nyimpine é filho do ex-estadista moçambicano, Joaquim Chissano, e marido da conceituada actriz Cândida Bila. Sabe-se, no entanto, que os pais do malogrado não se encontram no país, mas já estão informados sobre o incidente. Mais informações, nos próximos tempos".
O Miradour(o)nline envia sentidas condolencias a familia enlutada.
O Miradour(o)nline envia sentidas condolencias a familia enlutada.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Chissano na berlinda, acusado de liderar pilotão de morte contra seus aborigenes na Manhiça quando era MNE

Minuto de silêncio
Sugiro pedirem um minuto de silêncio na Assembleia em memória dos membros da Renamo fuzilados por Chissano. Igualmente, os familiares dessa gente deveriam pedir indemnização de um milhão de dólares por cada chefe de família fuzilado por Chissano, foram três.
Portanto Chissano ainda ficaria com 2 milhões de dos dólares do seu amigo de negocios Ibrahimo, dos quais deveria dar metade ao Afonso Dhlakama, sem o qual o Chissano teria ficado enterrado na história como mais um ditador de mais um estado falhado.
Igualmente, a bancada parlamentar da Renamo deveria considerar apresentar uma queixa contra o assassino Chissano ao novo Tribunal Internacional dos Crimes contra a Humanidade, onde este ano já deu entrada uma queixa contra o sangrento Sam Nujoma pelo Presidente da Liga dos Direitos do Homem da Namíbia, Phil ya Nangolo.
yaNangolo recentemente levantou acusações formais contra Nujoma no Tribunal Criminal Internacional, na base de Nujoma ter sido responsável pela morte de algumas centenas de guerrilheiros da SWAPO, empurrados nos anos 80 para abaixo duma profunda ravina na província do Lubango, em Angola. yaNangolo também acusou Nujoma de ter sido um informador pago pelo CIA no tempo da luta de libertação.
Saudades a todos do André Thomashausen”
Esta é a original da notícia (email) em ingles:
“From: fmoisessr@hotmail.comTo: info@moibrahimfoundation.orgSubject: Chissano: Mozambique's Criminal against HumanityDate: Tue, 30 Oct 2007 20:38:05 -0700
On January 11, 1983, as foreign minister of Samora Machel, Joaquim Chissano, directed the live execution by a military firing squad of three alleged Renamo guerillas at Manhica, a place about 70 kms from Maputo. The executed were not charged nor tried in a court of law.
The event was recorded and later relayed on Maputo radio with the intriductory note from the announcer saying " foreign minister Joaquim Chissano today presided over the execution of three armed bandits (then the regime's reference to Renamo guerrillas)."
As president of Mozambique, Chissano perpetuated the rule of open discrimination in favour of southern Mozambique against central and northern Mozambique, regions known in the parlance of his regime as "forgotten zones." Death squads like those that killed journalist Carlos Cardoso, who was investigating corruption, took place during his regime and and his own son, Nyimpine, was named in court as having masterminded and planned the killing. He used his power to protect his own.
There were many extrajudiary executions during his regime.His rule was far from being an exemplary rule. In prisons, it used dogs to kill and eat prisoners and allowed farmers to use prisoners as slave labour (Sunday Times, May 29 1988).Our blood stops still in our veins and stops running when we hear that the Mo Ibrahim Foundation in London has decided to grant this monster a prize for good governance? Good governance by Chissano's? My foot! Let the Ibrahim Foundation investigate the real criminal
Sugiro pedirem um minuto de silêncio na Assembleia em memória dos membros da Renamo fuzilados por Chissano. Igualmente, os familiares dessa gente deveriam pedir indemnização de um milhão de dólares por cada chefe de família fuzilado por Chissano, foram três.
Portanto Chissano ainda ficaria com 2 milhões de dos dólares do seu amigo de negocios Ibrahimo, dos quais deveria dar metade ao Afonso Dhlakama, sem o qual o Chissano teria ficado enterrado na história como mais um ditador de mais um estado falhado.
Igualmente, a bancada parlamentar da Renamo deveria considerar apresentar uma queixa contra o assassino Chissano ao novo Tribunal Internacional dos Crimes contra a Humanidade, onde este ano já deu entrada uma queixa contra o sangrento Sam Nujoma pelo Presidente da Liga dos Direitos do Homem da Namíbia, Phil ya Nangolo.
yaNangolo recentemente levantou acusações formais contra Nujoma no Tribunal Criminal Internacional, na base de Nujoma ter sido responsável pela morte de algumas centenas de guerrilheiros da SWAPO, empurrados nos anos 80 para abaixo duma profunda ravina na província do Lubango, em Angola. yaNangolo também acusou Nujoma de ter sido um informador pago pelo CIA no tempo da luta de libertação.
Saudades a todos do André Thomashausen”
Esta é a original da notícia (email) em ingles:
“From: fmoisessr@hotmail.comTo: info@moibrahimfoundation.orgSubject: Chissano: Mozambique's Criminal against HumanityDate: Tue, 30 Oct 2007 20:38:05 -0700
On January 11, 1983, as foreign minister of Samora Machel, Joaquim Chissano, directed the live execution by a military firing squad of three alleged Renamo guerillas at Manhica, a place about 70 kms from Maputo. The executed were not charged nor tried in a court of law.
The event was recorded and later relayed on Maputo radio with the intriductory note from the announcer saying " foreign minister Joaquim Chissano today presided over the execution of three armed bandits (then the regime's reference to Renamo guerrillas)."
As president of Mozambique, Chissano perpetuated the rule of open discrimination in favour of southern Mozambique against central and northern Mozambique, regions known in the parlance of his regime as "forgotten zones." Death squads like those that killed journalist Carlos Cardoso, who was investigating corruption, took place during his regime and and his own son, Nyimpine, was named in court as having masterminded and planned the killing. He used his power to protect his own.
There were many extrajudiary executions during his regime.His rule was far from being an exemplary rule. In prisons, it used dogs to kill and eat prisoners and allowed farmers to use prisoners as slave labour (Sunday Times, May 29 1988).Our blood stops still in our veins and stops running when we hear that the Mo Ibrahim Foundation in London has decided to grant this monster a prize for good governance? Good governance by Chissano's? My foot! Let the Ibrahim Foundation investigate the real criminal
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