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Vários factores, entre eles o fraco poder de decisão da mulher em relação à sua própria saúde e da criança, associados ao conhecimento diminuto do homem que, geralmente, toma as decisões na família sobre os casos de risco de morte, na situação de doença, a falta de informação no seio da comunidade do que é determinante e que conduz à morte e doença, contribui para a ocorrência de elevadas taxas de mortalidade materna, neonatal e infantil no país. Associado a isto está igualmente a insuficiente rede sanitária e a escassez de recursos humanos. Leia + em Noticias.
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