"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,

VOA News: África

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008

Vota-se hoje no Paquistão


"MAIS de 80 milhões de paquistaneses devem votar hoje e
m eleições legislativas e provinciais cruciais para a única potência nuclear do mundo muçulmano, que enfrenta uma profunda crise política e uma vaga de atentados presumivelmente ligados à al-qaeda.

Dois atentados suicidas fizeram, no sábado, pelo menos 46 mortos, 37 dos quais num ataque contra um comício eleitoral do partido de Benazir Bhutto [imagem a direita], a líder da oposição assassinada em Dezembro, encerrando uma campanha eleitoral marcada pela violência." (Noticias) Leia + aqui.








domingo, 17 de fevereiro de 2008

Mozambiqueéééé the sun is gona shine! Nossa terra!

Stewart Sukuma - confira abaixo!




Confira tambem o "don't say good bye, don't say forever, lets say tomorrow, we gona meet each other" (Olumengo), e a melodica "Mazinku wa siku", aqui.

Casa branca com primeiro presidente negro ou a primeira comandante-em-chefe?


- Campanha da senadora Clinton tremelica, mas sera' que o voto latino a salvara' em Texas?

Barack Hussein Obama, Jr. cria “momentum” para assalto final aos votos dos americanos na corrida presidencial dos Estados Unidos. As sondagens mostram que o senador Obama lidera, em 6 pontos percetuais, vários ‘polls’ contra a sua directa rival democrata, Hillary Clinton e contra aos concorrentes republicanos. Signifca que se fosse para proclamar hoje um presidente, Obama seria o homem preferido. Confira aqui um video da sua campanha. Mas. assistam na CNN o debate de Obama e Clinton na próxima quinta-feira.
Para variar, reveja aqui um lindo video-musica do discurso de Obama aqui: "yes we can" de Will. I. Am

Kosovo ascendeu à independência

O Kosovo, uma província que se encontrava sobre a administração temporária das forças da ONU separou-se hoje da Sérvia , ao auto-proclamar sua independência, pela voz do seu primeiro-ministro, Hashim Thaci, na capital, Pristina .

Esta parcela territorial da antiga Jugoslávia passou ao controle das forças da ONU em 1999, após uma longa e fratricida guerra étnica contra as minorias albanesas. Reveja aqui mais sobre declaração da independência.


A maioria dos países ocidentais, entre outros os EUA, UK, e Alemanha dizem que vão reconhecer logo esta declaração de independência pelo Kosovo, enquanto que a Rússia diz que este evento é “imoral”, por temer que abra precedente e outras regiões sigam o mesmo exemplo.

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Dhlakama inaugura sede em Mocímboa da Praia

O PRESIDENTE da Renamo, Afonso Dhlakama, inaugurou, em Mocímboa da Praia, a sede do seu partido, considerando-a de segunda representação nacional, conforme justificou, em reconhecimento da adesão a que a sua organização é objecto naquele ponto da província de Cabo Delgado. Disse igualmente ser em reconhecimento da mulher da Mocímboa que se mostra valente e persistente nas suas acções. Em todo o país não há nenhum outro ponto onde a mulher é mais corajosa, persistente e determinada como em Mocímboa da Praia. É preciso reconhecer isso. Mais do que todos nós, a mulher de Mocímboa da Praia demonstrou que não tem medo de nada quando o que pretende são as mudanças, disse Dhlakama, numa reunião pública, ontem à tarde, no bairro de Ingonane, arredores da cidade de Pemba.O líder da “perdiz” disse que a decisão de declarar Mocímboa da Praia como a segunda sede nacional da Renamo foi tomada pelo Conselho Nacional, na sequência da proposta da Comissão Política, largamente aceite pelo próprio Dhlakama, por se tratar de um lugar que, com Montepuez, se tornou histórico na actualidade política nacional.Afonso Dhlakama disse que a segunda sede do seu partido não vai ser simbólica, porque, segundo as suas palavras, vai funcionar efectivamente, se bem que a partir de Mocímboa da Praia se poderá dirigir o partido por todo o território nacional.Isso quer dizer que eu posso vir a Mocímboa da Praia, ficar um mês, a partir dali dirigir o partido, é a nossa segunda sede do partido.A outra razão da sua deslocação a Cabo Delgado foi a homenagem, na cidade autárquica de Montepuez, aos seus partidários que durante e por causa da fatídica manifestação de 9 de Novembro de 2000, morreram naquela região a sul da província. Terá sido o mais violento protesto político no país, que tinha como móbil uma pretensa fraude nas eleições legislativas e presidenciais de 1999.Por isso, Montepuez e Mocímboa da Praia são locais históricos na actualidade política em Moçambique, onde a Frelimo não apanha sono e merecem o nosso reconhecimento disse.O líder da Renamo escalou ontem o distrito meridional de Chiúre, o mais populoso da província de Cabo Delgado.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2008

Para debater “Crescimento Partilhado: Urbanização, Desigualdades e Pobreza”

- Maputo acolhe encontro anual do BAD

“Maputo acolhe em Maio próximo a 43ª reunião anual do Banco Africano de Desenvolvimento (BAD), dedicada ao tema "Reforçar o Crescimento Partilhado: Urbanização, Desigualdades e Pobreza", afirmou quinta-feira em Maputo uma fonte governamental. O encontro do BAD, nos dias 14 e 15 de Maio próximo, decorrerá em simultâneo com a 34ª reunião anual do conselho de governadores do Fundo Africano de Desenvolvimento (FAD) (macauhub).” Leia os desenvolvimentos desta notícia, aqui.

Onda de manifestações alastram-se 'a Manjacaze

- A tónica é a subida de preços de transportes.

A POPULAÇÃO de Ndenguine, posto administrativo de Chidenguele, distrito de Manjacaze, montou barricadas na principal via, na manhã da última quarta-feira, em protesto contra o aumento da tarifa do transporte semicolectivo de passageiro naquele ponto da província de Gaza.Segundo apurámos, os transportadores agravaram o custo das viagens de 80.00MT para 100.00MT na rota Xai-Xai/Ndenguine e de 25.00MT para 40.00MT na linha Mandere/Ndenguine. Mesmo insatisfeita, a população continuou a fazer as suas deslocações pagando os novos valores. No entanto, pediu um encontro com os transportadores para negociar a nova tarifa. A reunião teria lugar no domingo passado, mas a outra parte, no caso os transportadores, faltaram.Para fazer valer a sua posição, nas primeiras horas de quinta-feira, a população colocou troncos e outros objectos na principal via que dá acesso a Ndenguine de modo a impedir o trânsito de viaturas.De com o porta-voz da Polícia na província de Gaza, Benedito Ndeve, ninguém foi detido em conexão com as manifestações, não tendo havido também feridos na sequência do facto e muito menos danos materiais de dimensões alarmantes. “A população barricou a via mas não destruiu nem assaltou bens alheios”, disse ele.Para mediar o caso, uma equipa foi enviada àquela zona. Pretende-se que haja um diálogo para que se encontre uma solução que beneficie ambas as parte sem ocorrência de actos que prejudicam a ninguém.Para já, Ndeve disse que a Polícia estará atenta no sentido de acompanhar o evoluir da situação. “Veja que as pessoas aceitaram remover as barricadas sem confronto. É por isso que a situação está calma e esperamos que assim seja para sempre”, desejou o porta-voz da PRM em Gaza.Enquanto isso, no Município de Chibuto, na mesma província e a zona de Malaiça, província de Inhambane, o ambiente continua calmo depois das manifestações havidas nos princípios desta semana naqueles pontos contra o agravamento do preços das tarifas dos transportes. Cenário idêntico caracteriza também a cidade de Chókwè que à semelhança do que ocorre um pouco pelos principais centros urbanos do país registaram-se manifestações contra a subida dos preços dos transportes. Em contacto com a nossa Reportagem, as autoridades governamentais locais garantiram que as instituições estão a funcionar normalmente, embora houvesse receio de alguns agentes económicos em abrir os seus estabelecimentos, pelo menos até a manhã da última quarta-feira.” (Noticias-15/2/08) Leia + aqui.

Renamo afina maquina eleitoral no norte


- Em matéria eleitoral

Delegados políticos distritais, chefes de mobilização, antigos guerrilheiros, membros da Liga da Juventude e da Mulher, incluindo os órgãos municipais de Angoche, Ilha de Moçambique e Nacala-Porto, reúnem-se, hoje, na cidade de Nampula, em seminário regional de capacitação em matéria eleitoral.Fonte daquela formação disse que o encontro, que deverá juntar cerca de 300 delegados e convidados, será orientado pelo líder da RENAMO, Afonso Dhlakama, que se encontra, desde ontem, na capital provincial de Nampula, proveniente de Cabo-Delgado. A RENAMO pretende com este encontro, “afinar a máquina” em preparação das eleições autárquicas, provinciais e gerais que se avizinham. (WAMPHULA FAX)

História, realidade e linguagem do 5/2 na Província de Maputo

- Mais um relato sobre a experiência pessoal durante e pós-5/2 de Lázaro Bamo

Num extenso artigo que faz o "rescaldo de 5 de Fevereiro: Mentira ou Omissão?", Lázaro Bamo dá primazia a história deste levantamento popular, vinca realidades dispares dos actores e “motores” que fizeram funcionar o movimento, e tenta perceber como os actores principais [PRM] trataram e usaram a linguagem durante e pós-5/2. A verdade manda dizer que Lázaro Bamo escreveu em linhas tortas, verdades cruas e nuas, sobre um evento atípico no devir nacional. E sem descanso, ele convida a PRM a um banquete: “Gostaria de compartilhar este pensamento, bem pensado, com os agentes informadores do público do Comando da PRM na província de Maputo”. Suponho que os seus convidados aparecem todos. Sem divagar Bamo retrata a figura do agente da PRM e compara com o seu comportamento quando diz (...) "ter aparecerido em público, num programa de Rádio, a dizer que os tumultos do dia 5 de Fevereiro, resultaram na detenção de um pouco mais de trinta pessoas, sem falar de viaturas parcial e totalmente destruidas, falou também dos bufos que foram feridos pela fúria popular. Para o espanto, ele mentiu para o povo ao dizer que não houve nenhum ferimento da parte dos populares a nível da província de Maputo, fiquei parvo pois é uma patologia sonharmos enquanto proferimos um discurso público.” De seguida Bamo acusa o agente de (...) omitir os factos ou então ele mentiu para o povo. A verdade é que houve sim ferimentos na cidade da Matola, dados oficiais indicam que foram dois, nos postos administrativos de Infulene e Machava. Ademais, Bamo destila as gotas da sua coléra quando diz que (...) os agentes forjam inverdades para tapar os olhos do cidadão, isto de nada ajuda na melhoria das relações entre a PRM e a sociedade... O articulista ficou com a sensação de que o membro da PRM tentou (...)[uma] homicídio frustrado à verdade, (...) idealizar uma imagem de sí e (...) espalhar o virus da mentira ou omissão pela maioria.” No centro das sua acusação está o Governo da Frelimo que Bamo o viu a redobrar-se (…) “em várias frentes, a desencadear acções de sensibilização do povo, para que não seja rebele. Mas ele ...eles devem aprender a dizer a verdade, ela pode doer mas não mata. O povo tem direito de acesso a informação real, pois a má informação... Bamo remata o belo artigo ao fazer mais um convite aos banquetistas para que de futuro se juntem a [sua] equipa de alpinismo, como forma de juntos [escalarem] o cume desta montanha, que é a verdade, [pois] lá falarémos a mesma linguagem. Artigo retirado aqui.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Ponto de Vista*


Guebuza remete-se a um "silêncio de ouro" ante o levanto popular, como se nada tivesse acontecido

- Como se estivesse a resolver o problemas do povo em detrimento das seu império empresarial

O 5/2 ficará marcado nos anais da história de Moçambique, como sendo o marco sob qual o povo se levantou e disse não as injustiças, não a corrupção desmedida, não a governação laize-fair que caracteriza o executivo dirigido pelo Presidente Armando Emilio Guebuza.

O 5/2 marca, também, o conhecimento profundo sobre, de facto, como o nosso estado é dirigido e como reage aos problemas que os populares apresentam, sem que, para tal, hajam medida viáveis para a sua solução.

Este 5/2 mostrou a atitutude demagoga e anacrónica dos individíduos que supunhamos eleitos para defender os seus constuituintes. Pelo contrário mobilizaram a força das armas e da coerção para impedi-los de exteriorizar sua zanga e indiganção pela caréstia da vida.

5/2 nos faz reviver discursos de acusações gratuítos pelos nossos dirigentes e deliberadamente escamoteando as verdadeiras causas da revolta popular. Porque o Governo não pede desculpas as populações, pela surdes e insultos por si emitidos? Pois, a ideia de “mão externa”, “as crianças estão a ser manipuladas pelos adultos”, “tumultos” e outros adjectivos pouco abonantes, só serviram para mostrar, o quão civilizados os nossos dirigentes são. Deixou, ademais, transparecer ‘baixaria’ e despreocupação pelo sofrimento de outrém.

Quem está despreocupado mesmo, com tudo isto, é o sr Armando Guebuza, o PR,. Ele remeteu -se ao mutismo e isolamento. Um mutismo barato e proprio de mau pagador, para dar a entender que está a resolver o problemas do povo. Cuidado Sr. Presidente! As populações já se aperceberam que o senhor olha, em primeiro lugar, seus negócios empresariais, que abocanham tudo e a todos. O senhor reza para que o dia tenha 48 horas afim de o repartir entre a presidência do estado que ocupa, o cargo de comandante-em-chefe, de chefe de Governo e seu imperio empresarial. Não seria momento de considerar o seu governo “demissionário”, dando lugar a outras energias?

*Dede Moquivalaka

Polícia admite ter usado balas de chumbo


- Durante as manifestações

"A POLÍCIA da República de Moçambique (PRM) admite ter usado balas de chumbo durante o levantamento popular contra o agravamento da tarifa dos transportes semi-colectivos de passageiros nas cidades de Maputo e Matola.
A constatação pode ganhar sustentação pelo facto de os tumultos terem resultado em quatro mortos e mais de cem feridos, tal como disse o porta-voz do Comando-Geral da PRM, Pedro Cossa. Falando à Imprensa sobre a situação criminal durante a semana passada, Cossa afirmou que a “falha” ocorreu porque alguns agentes da corporação foram colhidos de surpresa no local onde estavam a trabalhar. Assim, não houve tempo para serem munidos de balas de borracha"(noticias). Leia + aqui.
Renamo pede impugnação da Lei das Assembleias Provinciais

- Conselho Constitucional de novo solicitado

"A Bancada Parlamentar da Renamo-União Eleitoral, na Assembleia da República, abriu esta quarta-feira, 13 de Fevereiro corrente “a época das inconstitucionalidades”, ao submeter ao Conselho Constitucional, mais um pedido de declaração de inconstitucionalidade, desta feita da Lei nº5/2007, de 9 de Fevereiro do ano passado, vulgo Lei das Assembleias Provinciais, mais concretamente por razão do seu artigo 34, nºs 1 e 2 alegadamente contrários ao espírito e letra da Constituição da República. Em causa está o n.º 1 do artigo 34 da Lei das Assembleias Provinciais que preceitua que a "Assembleia Provincial pode ser dissolvida, sob proposta do Conselho de Ministros, em caso de verificar que ela não aprovou, pela segunda vez consecutiva e em tempo útil as propostas do Plano e do Orçamento, por razões imputáveis à mesma". Estrá também em causa o nº2 da referida Lei onde se lê que a "Assembleia Provincial pode ser dissolvida pela Assembleia da República, sob proposta do Conselho de Ministros, em caso de se verificar obstrução ou interferências persistentes no funcionamento dos outros órgãos locais do Estado ou das autarquias locais". leia + aqui.


Rosa!

Ao longe ecoa e esvai o vermelho
que o São Valentim difunde
por parelhas e enaltece
numa charneira de concidências frescas
abertas nas cedências do amor-iman.

Ao longe ecoa e esvai o vermelho:
trato uno e ateio firme
ante a suplica de quem se idolatra
num verdadeiro suplício
de amor-e-fogo inatingível.

Ao longe ecoa e esvai o vermelho
candente, da mão descai;
serena o olhar que me fixa
na ânsia dum elo meloso ao todo
da alvorada cadente ao pôr-do-sol sempre.

Ao longe ecoa e esvai o vermelho
como dança–e-chama ardente,
que remete, remexe e arremessa-se à poeira
do imaginário sublime que se refaz
enfim, dum folego adenso que me seduz amiude: uma rosa!
Drama das cheias no Zambeze Falta de liderança dificulta assistência aos necessitados
A FALTA de liderança, particularmente a nível das administrações dos distritos de Mutarara, Mopeia e Chinde, nas províncias de Tete e Zambézia, está a dificultar todo o processo de busca, salvamento e assistência das vítimas das cheias do Zambeze. Maputo, Quinta-Feira, 14 de Fevereiro de 2008:: Notícias Todavia, as regiões de Chemba e Caia são consideradas pelo INGC exemplares neste aspecto, sendo que levaram a cabo atempadamente campanhas de sensibilização dos ilhéus a abandonarem as zonas de risco. Grosso modo, verifica-se nas áreas de reassentamento uma autêntica anarquia, com os afectados a abandonarem a seu bel-prazer aqueles lugares seguros para zonas susceptíveis a inundações e cheias, chegando mesmo ao ponto de serem evacuadas mais de três vezes. Além disso, os visados teimam em construir suas próprias latrinas, multiplicando-se assim casos de diarreias agudas, com o registo de pelo menos seis óbitos em Mutarara.Nos centros de trânsito os abrigos são construídos de forma desordenada, pese embora tenham sido capacitados activistas comunitários. João Ribeiro, director-geral adjunto do INGC, desdobrou-se a dias em acções de educação sanitária e ambiental nas áreas de reassentamento em Charre, Mandua e Bawe, em Mutarara, acto que mereceu acolhimento favorável dos líderes comunitários que se lançaram “mãos à obra”, mobilizando as comunidades para a construção de latrinas, concluindo-se assim que a ociosidade dos afectados deve-se à falta de liderança.Leia + aqui.
Mambas em queda livre no ranking da FIFA
- Caso que o Miradouronline tinha previsto em Dezembro do ano passado

Com a realizacao do CAN-2008, foi dado adquirido que muita mexida havia de acontecer no ranking da FIFA. E com a derrota sofrina na Africa do Sul, deu para chutar os Mambas para a posicao 82. "A SELECÇÃO Nacional de Futebol caiu sete lugares no “ranking” da Federação Internacional de Futebol (FIFA), relativo ao mês de Janeiro, passando da 75ª posição para a 82ª, com 381 pontos.
Este facto deve-se, sobretudo, ao facto de os “Mambas” não terem realizado jogos nos últimos meses, à excepção do amigável com a África do Sul, a 13 de Janeiro, em Durban, onde foram derrotados por duas bolas sem resposta.
A nível de África, Moçambique desceu três lugares, do 15º lugar para o 18º." Leia + aqui.

Greve silenciosa de professores na provincia de Maputo por causa de cortes salariais e custo de vida

- Raquel Damião [Directora Provincial] alertou o Ministro Aires Ali sobre o facto aquando da abertura no ano lectivo naquela percela do país.

Arrancou deste o dia 2 de Fevereiro do corrente ano, uma greve não declarada por parte dos professores da província de Maputo, confidenciou um fonte bem colocada ao nível da DPEC na Matola. O busilis da questão reside no facto do Ministério Da Educação e Cultura ter retirado recentemente todos os abonos/bónus aos vencimentos dos professores, nas cargas complementares que fazem para lá das horas normais; ou seja, dando um segundo ou terceiro turno ajuda a minorar o salário baixo que recebem. Portanto, se por exemplo o professor dá uma aula que custe o vencimento de 25,00Mts/hora multiplicados pelas horas dadas, só são estes que cairam a sua bolsa. Quer o MEC lá saber se o professor tem necessidades adicionais, advindas do exercício das suas funções que lhe são sui generis [doenças contraídas em contacto com o giz, pessoas, e a questão de transportes de ida/volta a escola] entre outras condições socio-profissionais, de urgência laboral docente! O que está a acontecer, ou os professores viram grandes faltosos, ou dão costas a escola, indo procurar serviço nas escolas privadas da província e Cidade de Maputo. Ora esta acção de si choca com a já declarada guerra ao professor que o ministro apelidou de “turbo” ou “fugitivo”. O professor tem necessidades sociais por acomodar. Não se vai dar ao luxo de seguir a proposta do Governo de salário baixa que sai mais empobrecido com os cortes dos abonos/bónus.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2008

Comiche vaiado pela população durante dita Presidência aberta

- Compulsando o intervir de charme com o fito de "salvar o barco"

Confiram estas passagens de um artigo ao Canal de Moçambique a este proposito:
“O presidente do município de Maputo foi repudiado durante a sua presidência aberta no Distrito Urbano nº5 por ter criticado a população da cidade de Maputo pela forma como se manifestou no passado dia 5 de Fevereiro, terça-feira de Carnaval.
Maputo (Canal de Moçambique) - O presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), Dr. Eneias Comiche foi, esta semana, repudiado por populares, quando durante a uma por si chamada “presidência aberta”, no distrito municipal no. 5, tentou atirar com as culpas à FEMATRO como entidade que atiçou as manifestações que tiveram lugar no passado dia 5 de Fevereiro por supostamente, segundo o edil, ter sido o responsável pelo aumento das tarifas dos «Chapa 100». A população descontente chegou mesmo a exigir que o Edil, caso continuasse a ter o mesmo fio de pensamento, abandonasse o local e os deixasse. Para muitos o que Eneias Comiche dizia não passava de disparates. Os tumultos que aconteceram no passado dias 5 de Fevereiro levaram o edil da cidade de Maputo, Eneas Comiche, a acusar, nesse encontro, a Federação dos Transportadores Rodoviários de Moçambique, de ter sido responsável pelo agravamento das tarifas. Eneas Comiche, fez os mencionados pronunciamentos durante um comício popular que orientou no Bairro George Dimitrov , distrito Municipal n.º5. Nesse encontro no âmbito do que designa por “Presidência Aberta” estiveram presente populares oriundos dos diversos bairros daquele distrito municipal. “ Leia + aqui.

Relatos de experiências pessoais durante o “sismo social” de 5/2


Com permissão do autor, publico aqui um email, que relata o que teria se passado consigo no dia 5/2. Destaco, à vermelho, passagens que acho importantes.

“Oi, Dede!Eu estou bem e espero que tb estejas bem e tenhas passado bemo final de semana....Terça - feira da semana, tive que caminhar do Serviço até à casa. O povo moçambicano está revoltado com a subida drástica dos chapas, provocaram umdestúrbio total. Vivi um momento inesquecível, houve alturas que tive que correr, principalmente ao pé da portagem era só tiroteio,que até recordei dos maus momentos do guerra, o pior eu trazia sapatos de salto e os chinelos de pipoca até tinha subido, claroquando existem essas situações existem sempre oportunista.Foi doloroso, mas por outro lado foi bom pk o governo teve quesuspender os 10,00mt... e assim graças a greve continuamos coma tarifa dos 7,50mt.” Como ela, estarão por aí muitos outros relatos de experiências vividas durante que o Miradouronline pode receber e publicar imediatamente. Email: dede_moquivalaka@yahoo.com
Parece que a Frelimo esta' fazer ofensiva de charme no Maputo

- Com indicação do Camarada Comiche para fazer comícios para recuparar o tempo perdido

Numa corrida contra o relógio, a Frelimo quer “tapar o sol” com a peneira, ao se muscular sobre o DU5, por sinal, o mais pobre do Município do Maputo, com o fito de sensibilizar as populações a não se irarem contra a alta do custo vida. Só que os ditos comícios, para quem já assistiu, têm um efeito contrário, ou seja, as reclamações são tão contundentes que o Camarada Comiche tem sido obrigado a “por mão na brasa quente de carvão acesso” em todos os encontros. Falacioso e extemporâneo tem sido a tónica dos discursos de Comiche que, em vão, quis trazer o legado de Samora Machel. Mas é mesmo de se ter vergonha na citação do nome de Machel porque como sabem ele morreu “um homem limpo” pelo menos que se refere ao assunto vertente da revolta popular. Repito, tenham vergonha! Leia+ aqui. Consta ainda que a Governadora da Cidade de Maputo, Rosa da Silva (cargo polémico criado por Guebuza com funções basicamente mesmas do Mayor [edil] do Maputo), anda nos arredores do Maputo a pedir que as crianças não adiram a protesto popular. Leio + o que aconteceu aqui.

Ultima Hora: O protestos populares ja' se fazem sentir em Chibuto (Gaza), e ja' ha' noticias que ocorre um levantamento popular em Jangamo (Inhambane), devido ao elevado custo de vida.
Afinal quem usa armas indicriminadamente, Renamo ou Frelimo?

- Estamos a ver o “rabinho do coelho esperto” neste assunto: A Frelimo.

Temos vindo a assistir, em cada ano, quando se aproximam os pleitos eleitorais o regime da Frelimo a multiplicar as suas acusações a Renamo de manter homens armados na antiga sua base em Maringue, deitando de fora todos os entendimentos do AGP de Roma. Só que anos passam, quem na verdade faz uso de armas, criando todos os terrores possíveis e imaginários, contra populações indefesas, são na verdade as FADM (o caso do paióis, a PRM e FIR (o caso das recentes manifestações). Balas de chumbo de chumbo foram usadas indiscriminadamente e fatalmente contra cidadãos, de mão a banar, iam suplicando pela melhoria a sua vida. Isso é mau?
POIS É... - Já não temos os GD que organizavam o povo!...

- Lina Magaia

QUANTA falta fazem os grupos dinamizadores (GD) organizados que organizavam o povo!... Estas estruturas não partidárias. Qualquer cidadão residente numa área tinha estes GD para lhe organizar a vida como num condomínio. Era o GD que estudava com os residentes de uma área, os problemas da área. Leia + aqui.

terça-feira, 12 de fevereiro de 2008



Governo fuma o cachimbo das compensações aos chapeiros



- Mas há ainda diferentes leituras sobre esta decisão tomada hoje


Governo aprovou compensação aos transportes semi-colectivos privados urbanos, com base no preço de combustível de 31 MTs/litro, mantendo-se assim as tarifas em vigor. Mas informações a confirmar revelam redução de chapas em circulação ao fim da tarde de hoje. (Imensis).

NB: Porque nao saber como os "candongueiros" [na imagem retirada aqui] angolanos ou outros paises da regiao fazem que estao melhor organizados.


Livro gratuito para todos é mais um falso discurso político

- acusam cidadãos

“Estamos a distribuir livros da 1ª à 7ª classes, já se encontram nas escolas em todo o país, e este ano o fizemos mais cedo para evitar que crianças comecem a estudar sem os respectivos livros, como tem acontecido em anos anteriores…o Ministério da Educação garante que todas as crianças que frequentam as classes abrangidas irão receber livros de distribuição gratuita este ano…” - Aires Aly, Ministro da Educação e cultura, falando nas cerimónias centrais de abertura do ano lectivo 2008. “Temos insuficiência de livros para todas as classes, alguns alunos da 1ª e 2ª classes receberam apenas um livro. A insuficiência de livros é do conhecimento do ministério, afinal são eles que trouxeram livros insuficientes” - Ernesto Pedro Cuco, director da EPC Acordos de Roma “Com excepção das 1ªs classes, as restantes classes têm grandes problemas com livros, tanto os velhos, tanto os novos, não chegaram para as nossas planificações. Muitos alunos não receberam livros” - Epifânio Balane, director da EPC da Unidade T.3 . Leia + aqui.


Polícia diz que balanço “provisório” é de 4 mortos e 98 feridos dos protestos populares de 5/2


- Ainda está por contabilizar Gaza e Maputo-Província


"QUATRO pessoas morreram e outras 98 contraíram ferimentos, entre graves e ligeiros, em consequência da greve resultante do agravamento das tarifas dos transportes semi-colectivos de passageiros, “chapa-100”, havida semana passada na cidade e província de Maputo. Parte destes feridos, segundo o porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) a nível da cidade, Arnaldo Chefo, encontram-se no Hospital Central de Maputo (HCM), a receber tratamentos médicos. Do universo dos feridos, trinta foram vítimas de armas de fogo disparadas pela PRM. Falando a jornalistas no habitual balanço semanal, Chefo disse que as manifestações resultaram igualmente na danificação total de três motorizadas da Polícia e seis viaturas de singulares, para além da destruição parcial de 23 carros também de singulares.Indicou que dez infra-estruturas em diferentes pontos da cidade foram “vítimas” de destruição e oito estabelecimentos comerciais foram saqueados pelos supostos manifestantes, com destaque para o armazém da Delta Trading, na Praça dos Combatentes e o Complexo Turístico Thinhiko no Bairro do Zimpeto." (noticias) Leia + aqui

Ministério do Interior com pé atrás no pagamento dos seus milícias e GVs

- Que batota, trabalhar em vão?

Como que ressuscitar os tempos que ela reinava sozinha sem oposição, a Frelimo voltou a criar uma rede de milícias e grupos de vigilância sob novo nome Polícia comunitária. Mas, quando os que estão nela incorporados querem saber sobre os ganhos, a Frelimo salta fora. Volta a ribalta o mesmo que fizeram aos conterraneos na tristemente famosa Golden Gardens do Sr Leonardo Simao. Ate' quando esta escravatura?

“O MINISTÉRIO do Interior (MINT) reitera não poder remunerar os elementos envolvidos nos Conselhos de Policiamento Comunitário (CPC) no país por considerar esta actividade de carácter voluntário por parte das comunidades. Esta posição surgiu depois de insistentes apelos das pessoas que fazem a vigilância nas suas zonas, no sentido de o Governo pagar pelo trabalho que realizam. Os visados, que durante três dias debateram a sua vida em conferência nacional na cidade da Beira, dizem que a actividade de velar pelo conforto dos cidadãos constitui um risco, numa altura em que os criminosos tendem a sofisticar as suas acções. O vice-ministro do Interior, José Mandra, disse que para além de não haver possibilidade de se proceder a tal pagamento, esta actividade beneficia as próprias comunidades que assim se organizam para combater o crime.” Leia + aqui ou aqui.

Descrição da imprensa social pública sobre as manifestações populares em Chókwè

Leia-se abaixo a descrição do Notícias, de hoje, sobre as manifestações populares contra o agravamento do custo de vida no país. Mas será que os jornalistas do Jornal Notícias vivem neste país mesmo ou fazem-na por encomenda por medo de perder emprego? Eis:
“Tumultos no Chókwè
CENTENAS de pessoas tomaram ontem de assalto o mercado “Senta Baixo”, o maior bazar informal, e outras zonas da cidade de Chókwè, província de Gaza, aparentemente sob pretexto do elevado custo de vida e também contra a nova tarifa do “chapa”, cuja aplicação, tal como em Maputo e Matola, está suspensa. Entre os danos causados pela agitação criada resultou um morto e casos isolados de tentativa de saque a estabelecimentos comerciais da pacata cidade de Chókwè.

.................
Entretanto, as autoridades locais classificaram a motivação para a greve como estando desfasada da realidade, pois, segundo disseram, apesar de o custo de vida no país ser reconhecidamente elevado, há muito que em Chókwè não se reporta agravamento de preços de produtos, tanto de primeira necessidade como do transporte de passageiros.
O presidente do Conselho Municipal daquela cidade, Jorge Macuácua, descrevendo os momentos de turbulência vividos na cidade, disse que logo pela manhã muitas pessoas, de quase todas as idades, mas com maior presença de adolescentes, irromperam pelo Chókwè adentro, dirigindo-se inicialmente para o popular mercado “Senta-Baixo”, com intenções de se apoderar de bens alheios.” Ler + aqui e aqui.

Revolução popular espalha-se 'a largura do território nacional

- Hoje ontem, 11-02-2008, as províncias de Maputo e Gaza

Os ecos das manifestações, levadas a cabo por populares na cidade de Maputo a 5 de Fevereiro, estão, de forma espiral, a atingir as localidades mais recônditas do país. Há relatos que dão conta que, cidadãos e os proprietários de semi-colectivos nas províncias de Maputo (Marracuene e Bobole) e Gaza (Chókwè) saíram a rua em massa, para mais uma vez, demonstrar o seu desagrado, devido a alta do custo de vida. Mercê da repressão contundente e armada da PRM, em Chókwè foram registadas uma casualidade e meia dezena de feridos. Entretanto, pese embora esta notícia tenha ido ao ar pela estação televisiva STV, nenhum meio de comunicação do Estado, RM e TVM, ousou [devido a censura imposta pelo Governo do Presidente Guebuza] dar conta do sucedido. Leia + aqui.

Manifestações de 5 de Fevereiro confirmam a existência de censura nos media moçambicanos

- MISA-Moçambique e Centro de Integridade PúblicaNota de Imprensa

As manifestações populares havidas na passada terça-feira, 5 de Fevereiro de 2008, nas cidades de Maputo e Matola, não só trouxeram um pesado fardo para a economia do país como também mostraram quão forte é ainda o controlo governamental sobre os órgãos de comunicação social públicos e privados. A cobertura dos incidentes foi muito condicionada. O MISA-Moçambique e o Centro de Integridade Pública estiveram atentos à forma como os incidentes foram reportados pelos diversos órgãos de comunicação social e, com base em observação directa e recurso a entrevistas com jornalistas e editores. Leia + aqui.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008


O Governo deverá analisar propostas técnicas para os transportes


O Governo moçambicano deverá analisar já na próxima terça-feira, em conselho de ministros, "propostas técnicas" com vista a ultrapassar a crise gerada pelo aumento, há uma semana, das tarifas dos transportes semi-públicos de passageiros ("chapas") de Maputo. De acordo com a imprensa moçambicana de hoje, caso as propostas não sejam apresentadas na próxima reunião de cúpula do Governo, as negociações com os representantes dos transportadores deverão ser "imediatamente retomadas" para que uma solução seja encontrada "até ao final da semana". Leia + aqui.

Renamo “municia” quadros
O PARTIDO Renamo realizou semana passada, na cidade da Beira, província de Sofala, um seminário nacional de capacitação dos quadros seniores do movimento em preparação das eleições autárquicas, gerais e legislativas e provinciais a ocorrerem proximamente no nosso país.Maputo, Segunda-Feira, 11 de Fevereiro de 2008:: Notícias Falando no encontro, o líder da organização, Afonso Dhlakama, apelou aos seus pares no sentido de redobrarem esforços na mobilização dos membros e militantes visando prepararem-se para assegurar uma vitória do partido naqueles pleitos. Leia + aqui.

Maputo pode ser considerada cidade-lixeira de 2008

- Bermas da Joaquim Chissano transbordam de todo o tipo de lixo

Um instrumento de medição do nível de capacidade de limpeza e salubridade independente e um “watch dog”/corpo independente de monitoria do nível de sanidade e beleza das cidades e vilas moçambicanas não existes. Seria de todo interessante que cidadãos servidos pelos serviços de recolha e tratamento de lixo, tivessem informação científica e credível sobre como os municípios e administrações tomam conta do recado. Esse instrumento devia também ser usado para medir o nivel de civismo de residentes, ao diz respeito ao lixo e asseio público. Maputo, onde eu vivo, num olhar de glance, pelo menos, ao que refere às bermas da avenida, com o nome do ex-chefe de estado, a partir do Hospital de Xipamanine até as bombas de CDM, para quem passa por lá vê, além de moscas, a poluição que se vê é visual criada pelo lixo caseiro e dos mercados. Uma gestão de lixo junto de residentes que vivem no Bairro Vulcano e Jardim se impõe. O “watch dog” que me refiro pode ajudar a olhar o que o Governo faz nesta área para que não venha com desculpas furada de falta de meios para resolver os problemas. Lá vão anos que se fala de transferência de lixeira, nada feito, contas não cobradas. Por isso, digo que Maputo pode ser considerada cidade-lixeira de 2008.

Mais de 3 milhões de Zimbabweanos na RSA ilegalmente

- Atravessando a fronteira com a RSA ao ritmo de mais de 1000 pessoas por dia

A crise zimbabweana está ganhar foros regionais, com os país da região terem que receber cada vez mais crescente número de cidadãos daquele país vizinho, fugindo a opressão política e falta de bens de consumo a todos os níveis, devido as sansões impostas ao regime pelo Ocidente. Pessoas arriscam a vida para saltar a rede [como a imagem documenta (fonte:Ski)] e o Kruger Park na região de Limpopo do lado sul-africano, tomando de seguida taxis/semicoletivos ilegais para de seguida serem levados a Joannesburgo – segundo a BBC (10-02-08). No entanto, não há dados oficialmente conhecidos sobre o fluxo de zimbabweanos para o lado da fronteira moçambicana, havendo apenas relatos de sua presença na cidade da Beira e em certos locais de Manica. Num ponto de vista aqui colocado há dias, fiz um apelo a solidariedade aquele povo irmão, mesmo que não contemos com o sinal de aprovação do Governo da Frelimo que dá apoio quase que total ao regime tirano do Presidente Zimbabweno.

NB: Por ocasão do 18 de Abril, todo moçambicano a sua maneira devia fazer algo em solidariedade. Um pequeno gesto com Deus, é muito.

José Ramos Horta, presidente de Timor Leste, ferido num ataque ao palácio presidencial em Dili


- Foi aero-transportado para Australia para tratamentos

Encontra num critíco mas estacionário num hopital na Australia. O Presidente foi atacado por soldado renegado que foi morto depois de uma troca de tiros com a guarda presidencial.O recém independente estado do Timor Leste tem vindo a sofrer turbulência política desde que a Indonésia deixou as ilhas. Recorde-se ainda que Ramos Horta representa uma ala que se opõe ao antigo primeiro ministro, Mário Alcatir, ala esta que recebeu apoio multiforme do regime de Maputo. É daí que se pode perceber as viagens ocasionais Alcatir a Maputo e não dos actuais membros do governo de Dili.

domingo, 10 de fevereiro de 2008

Na hora de estar só

Por: Nelson Livingston

Hoje apeteceu-me escrever-te oh mãe
Derramar-me nas margens do teu lar
Saborear o chilrear da natureza solitária

E escrever-te
Apeteceu-me dizer-te
Que o mundo cresceu
Está grande, está solto
Como sapato grande no meu pé pequeno
Não me cabe nem mesmo quando estou sereno

Poema retirado Aqui. [Entre as Palavras]
Egipto e
Camarões, esta tarde!


Joga-se hoje a final do CAN-2008 no Gana. A partida que põe frente a frente os “faraós” do Egipto e os “leões indomáveis” dos Camarões se advinha que seja renhida. Por um lado porque o Egipto não quer deixar os seus créditos em mãos alheias e, por outro, os camaroneses querem quebrar a invencibilidade da turma adversaria que a bateu nas jornadas anteriores por 4-2.

Fúria popular sob pano de uma política de transportes ausente!


Ponto de vista*

Super terça-feira, 5 de Fevereiro em Moçambique, mostrou, afinal que um povo quando se zanga, não há força que pode o parar. É indomável. O povo tem ainda as chagas de anos de abusos, por um regime, essencialmente, tirano e anti-democrático, da Frelimo. Que ninguém tenha dúvida que o golpe de resistência que o povo desferiu, de forma contundente, deu para a Frelimo ser apanhada de ‘susto’ [como disse o ministro dos transportes], entrar em pânico, rodopios desnecessários, e em ‘delírio’, a medir pelas contra-respostas que foi, amiúde e rapidamente emitindo, através dos mídia que domina, a TVM, RM e Notícias, após um mutismo, que, diga-se de passagem, lhe foi lisonjeiro. O mote e fito, deste mutismo, se calhar, podia não se resume apenas numa manobra antiga da Frelimo de ganhar tempo, mas podia também não ser de re-estudo da situação para o reajuste das suas tácticas anacrónicas, de surpreender e de chamar a si a vantagem, se quiserem, a mó de cima. Tudo caiu. A Frelimo não tinha ‘inteligen-z-ia’ [informação] em sua posse e nada fez para prevenir nada.

Afinal quem tinha estudado e feito o TPC, como se impõe, foi a população, e montou a sua estratégia de luta farta de engolir ‘sapos vivos’ [como os chavões que foi nos dado a ouvir do nosso Ministro dos Transportes [Dr. Munguambe] a dizer que o seu “governo é do povo para o povo”]. Aí, que a Frelimo aprenda de uma vez por todas, o segredo é alma de negócio. Os senhores não tiveram acesso ao segredo que resumiu no ‘passa a palavra’. A capacidade de mobilização [por SMS] e organização, em curto espaço de tempo, foi, ademais, extraordinária. Como foi então que o povo operou a manifestação?

Primeiro, a anteceder a super terça-feira, [Governo andou à sexta] circulavam comentários e informações de uma situação explosiva de que estávamos a viver, sobretudo devido a falta e o encarecimento dos transportes e comida [pão]. Fazendo ouvidos de mercador, a Frelimo avança com acordo fatídico, que anunciava o aumento dos preços do Chapa e do Pão em quase 50% a 100%. Isto em plenos festejos do dia dos heróis da Frelimo.

Ora, todo este conjunto de factores mediatos e imediatos, lançaram ao ar um sinal inequívoco, de que o espaço de negociação com os sindicatos e da reversão destes aumentos estava encerrado, e nada havia para população, senão seguir à risca o decidido. Qual quê! Para ela [a população] nada restava se não sair a rua, protestar, lutar, exigir, suplicar, fazer ouvir a sua voz aos que assumem os “cordelinhos do poder” quer na chamada Ponta Vermelha, quer no edifício do ex-Cinema São M.; e ao judiciário [que anda à leste, em momentos históricos como estes].

Agora, sobre os métodos de luta. Ouvi e li de certa imprensa, sobretudo aquela ligada ao Governo do dia, a chamar aos participantes nesta revolta popular de insurrectos, vândalos, que são movidos por móbil externo, sem no entanto, especificar qual, dada o ‘sono’ da nossa tristemente famosa SISE [SNSP], pois não foi capaz detectar nada que fosse, até que a manifestação tivesse lugar.

Vergonhosamente, só depois da revolução ter tido lugar, um dia depois, é que se notam os blindados e tropas de elite [FIR], a se dirigirem aos pontos chaves da cidade de Maputo, que, por sinal, já tinham sido tomados pelos manifestantes dia anterior e fizeram estremecer o poder. O povo só não foi aos pontos estratégicos dia seguinte, não porque teve medo da polícia política, nem da tropa de elite, nem ainda ao vocifero apelo e promessas de uso de força do Sr. Vice-ministro do Interior. Mas sim, porque a Frelimo baqueio, se rendendo e, por via disso, anunciando aquilo que as população queriam, que ela dissesse: Manter o preço dos transportes e pão. Foi o que aconteceu

Enfim, foi uma vitória do povo sofredor. Um povo que consente esforços, mesmo com salários que não servem para nada, tentar alimentar os seus filhos, tentar educá-los através dum sistema formal caro e corrupto, tentar ter os serviços de saúde cada vez mais elitizadas com pouco a oferecer ao mísero povo.

Não seria justo terminar este ponto de vista, sem dizer que é momento da Frelimo acordar e tomar as suas responsabilidades. É MOMENTO de fazer um exame de consciência sério sobre o que está falhar no País e endireitar enquanto é tempo [será que a Frelimo tem tempo mesmo para rectificar os erros que cometeu, já a contornamos a curva do 3 ano de governação desastrosa?]. Temos que ter uma POLÍTICA DE TRANSPORTES. Como Estado e como Governo, temos que defender o consumidor e não os interesses comerciais absurdos.
*Dede Moquivalaka

sábado, 9 de fevereiro de 2008

De marxista a empresário


Armando Guebuza

Ministro 24-20’. É assim que muitos portugueses o recordam. Quando assumiu a pasta da Administração Interna, no primeiro governo pós-independência liderado por Samora Machel, uma das suas primeiras medidas foi a expulsão de portugueses. Ordenou-lhes que abandonassem a terra em que nasceram ou que adoptaram como sua em apenas 24 horas e juntassem todos os pertences acumulados durante uma vida de trabalho nuns parcos 20 quilos de bagagem.


Hoje, enquanto presidente da República de Moçambique, Armando Guebuza parece ter substituído o radicalismo feroz do passado pelo pragmatismo e acolhe bem, inclusivamente, o regresso daqueles que partiram forçados porque afinal uma nação emergente precisa de todos para crescer e sair da lista dos mais pobres.A ordem de expulsão de portugueses não foi a única mancha no seu vasto currículo político. Pertencente ao núcleo duro do partido, convenceu o moderado presidente Machel a adoptar políticas radicais, de má memória para muitos moçambicanos. Foi o caso do impopular programa ‘Operação Produção’, que consistia em enviar desempregados das áreas urbanas e os que eram apanhados sem documentos em rusgas nocturnas para zonas rurais no Norte do país, onde nasceu. A maioria dos que foram integrados neste polémico programa nunca chegaria a regressar e muitos viriam a morrer de fome.


‘GUEBUSINESS’

Quando o regime renunciou ao marxismo-leninismo para abraçar a economia de mercado e o multipartidarismo, Guebuza enterrou o passado marxista e mergulhou no mundo dos negócios tornando-se um empresário de sucesso. A lista de negócios em que se tem envolvido é tão longa – desde turismo à construção civil, passando por importações-exportações, gráfica e até imprensa – que ganhou a alcunha de ‘Guebusiness’. Os seus críticos afirmam que se tornou no maior representante do capitalismo emergente e questionam o seu enriquecimento. Numa entrevista, quando lhe perguntaram como o tinha conseguido, respondeu orgulhoso: “Ganhei dinheiro com a criação de patos.”Os seus negócios não o afastaram da carreira política. Em 2002 conseguiu ser eleito secretário-geral do partido, abrindo caminho para a ambicionada candidatura à presidência.Quando assumiu a chefia de Estado, em 2005, prometeu continuar com a política económica do seu antecessor e combater a pobreza, a corrupção, a criminalidade e a burocracia. Três anos volvidos ainda pouco conseguiu cumprir do que prometeu. É inquestionável que tem implementado reformas e que reforçou a recuperação económica, atraindo novos investimentos. Conseguiu também uma taxa de crescimento extraordinária que lhe tem valido louvores de instituições financeiras internacionais. Mas especialistas alertam que este megacrescimento económico assenta demasiado em megaprojectos, que não têm grande impacto social e pouco contribuem para reduzir a pobreza. De acordo com a ONU, 40% dos moçambicanos vivem com menos do equivalente a um dólar por dia. E esta situação tem gerado tensões sociais, como os recentes protestos contra o aumento dos transportes. O combate à corrupção também não está a correr muito bem. Ela persiste nas instituições e nem um caso foi levado à Justiça, cuja saúde inspira igualmente cuidados. Guebuza tem um árduo trabalho pela frente, mas há que lhe dar o crédito de ter sabido ser o garante da democracia e também da estabilidade, crucial para os investidores.


LÍDER SINDICAL

Filho de um enfermeiro, Armando Emílio Guebuza nasceu em Murrupula, na província de Nampula, a 20 de Janeiro de 1943 (65 anos). Cedo se envolveu na política. Aos 20 anos era presidente do sindicato estudantil criado por Eduardo Mondlane, líder da independência, e juntou-se à Frelimo. No ano seguinte foi estudar para a Ucrânia. Ocupou altos cargos governamentais antes de assumir a chefia de Estado, em 2005. É casado e tem quatro filhos.


MAIS SORRIDENTE

Armando Guebuza tem sido muitas vezes criticado pelos seus conterrâneos por ser taciturno e demasiado formal no contacto com o povo. De facto, não era muito fácil vê-lo distribuir sorrisos. Mas os mais atentos têm vindo a notar uma mudança que, segundo algumas fontes bem informadas, se deve a conselheiros apostados em fazer passar uma imagem afável do presidente moçambicano. Note-se que a sua mulher, Maria da Luz, é, em contrapartida, uma pessoa comunicativa e de trato simpático. Características que a têm ajudado na campanha contra a sida, em que se tem empenhado activamente.


APOIO TOTAL AO INVESTIMENTO CHINÊS

O maciço investimento chinês em África, incluindo Moçambique, tem suscitado preocupações não só por parte dos moçambicanos, como também por parte dos parceiros ocidentais, incluindo o maior deles, a UE. A questão chegou a ser levantada na cimeira UE-África, que decorreu no ano passado em Lisboa e, nessa altura, o presidente moçambicano deixou claro que o investimento chinês continuará a ser bem acolhido e que os africanos sabem o que fazem. “Vejo África como continente independente, maduro e responsável. Assim sendo, quando África entra em negociações e faz acordos com outras entidades, fá-lo enquanto um parceiro maduro”, declarou. A China tem investimentos de Norte a Sul de Moçambique em áreas como a construção e a reconstrução de infra-estruturas, exploração de minerais, como cobre e carvão, ou a produção de alumínio. Recentemente, a imprensa local denunciou abusos cometidos por empresas chinesas, nomeadamente o abate ilegal de madeira no Norte do país.
Sabrina Hassanal – CORREIO DA MANHÃ(Lisboa) – 09.02.2008

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

Oposição acusa polícia de disparar «balas de chumbo»

- Com que objectivo, matar?

"A RENAMO, principal partido da oposição em Moçambique, acusou hoje a polícia de ter usado "balas de chumbo" contra os manifestantes que terça-feira saíram às ruas de Maputo contra o aumento dos transportes, o Governo desmente categoricamente. "Foram as balas de chumbo da Polícia da República de Moçambique (PRM) do Ministério do Interior que indiscriminadamente mataram e feriram cidadãos inocentes e indefesos", apontou hoje, em comunicado, o porta-voz da bancada parlamentar da RENAMO, Eduardo Namburete." (Moc. Para Todos). Leia+ aqui. e aqui.

Pão mantem preço


O susto que se apossou da Frelimo é tal que pôs em marcha uma directriz qualquer aos sectores contra os quais a revolução popular da passada terça-feira. Nos transportes, os preços se mantem e os luxuosos autocarros foram libertos. Agora, na panificação já não haverá aumentos. Que ganhos!
“O preço do pão não vai sofrer novo agravamento, apesar do recente aumento do custo do trigo no mercado internacional anunciado recentemente pelas entidades que tutelam a comercialização deste produto.Esta garantia foi dada pelo presidente da Associação dos Panificadores de Moçambique (AMOPÃO), Víctor Miguel, que disse serem falsas as informações veiculadas por alguma Imprensa dando conta de uma eventual subida do preço do pão na próxima semana, estimada em 50 centavos.” Para +, confira aqui.
Onde para' aquela rede de mulheres que estão bem na vida?


- Promovida pela Governadora telmina Paixão com a sua sucessora na Direcção do Ensino Técnico do MEC

Num passado não muito longicuo, a Governadora do Maputo veio ao público para dar a conhecer a lista que ela tinha das mulheres bem sucedidas na vida e que devia constituir exemplo das raparigas do país. Sinceramente falando, a lista que ela produziu só nos deu muito para rir dado o curriculo tristemente celebre das visadas. Hoje, onde para esse projecto? Continua ou não? Vamos pegar a si. Nascida de parentes de classe média em Inhambane, viveu em Manica numa luxuria, enquanto estuda na UEM- Facauldade de Veterinaria se meteu num projecto no Ministério da Educação. Penso que do tal projecto, lhe valeu "amizades" que lhe conduziram a Directora Nacional do Ensino Técnico. A senhora nunca foi professora do ensino técnico. E por aí foi subindo, a Vice-Ministra, descendo - a Governadora, e está -que penso estar na porta da saída do Governo, nem?. Agora me diga se isto é exemplo para as raparigas! Antes que me esqueça, quando é que a Sra Governadora termina o mestrado? Lembre-se que aqui não estou a falar da Telmina Paixão, como pessoa, falo de si como a figura da Governadora, que se quer exemplo, para a promoção do gênero, ou seja as raparigas.

David Simango pode não ter feito nada para o povo ver o CAN-2008

- Afinal quem esta' ver em directo o CAN-2008 na "patria Amada"
Falei da questão de onde que nós viemos há dias atrás. Também falei de onde os nossos dirigentes são oriundos. Perguntei donde era David Simango, o Ministro da Juventude e Desportos, Maputo, Niassa ou Sofala? [Confira aqui] Mas agora temos novas que ele abriu o Conselho Consultivo alargado aos directores provinciais. Ao que parece, olhando bem na foto [fonte:noticias] a distancia, entre ele e os participantes das provincias é bem grande. Como é possível falar dos jovens e do FUT-21 assim? Com essa distãncia, o senhor ministro ainda se esquecerá de nos dar uma palavra do porquê que não tivemos o CAN-2008 no ecrã das nossas televisões, estando só acompanhar relatos de futebol da RM que, por sua vez, tem contrato ou com Muitichoice/TV Cabo ou outros canais satelite. O povo moçambicano só vê jogos em deferido, afinal Sr. Ministro Simango? Ao menos que nos dissesse que não tem dinheiro para compra de serviços de transmissão muito antes dos jogos começarem. Fariamos viagem para os países vizinhos, não é sô Ministro!?

Houve falta de combistivel sim, porque o Noticias anda ai a defender causas alheias!


Num esforço para defender o poder do dia, o Notícias, vem mais uma vez com a descabida de que não houve rotura nenhuma de combustível. Mas, o que ouve então para os carro andarem assim em grandes filas e horas afio sem que tenham o seu liquido precioso? Combustível ou há ou não há. Neste caso não houve. Mas vai o jornalista do Notícias, a ponto de acusar os jornalistas da STV de irresponsabilidade, meninos e comparar Maputo, com o que ele supõe ter se passado em Luanda. Por amor de Deus! Houve falta de combustível sim, ponto final. Vejam, caros leitores, o que ele escreve abaixo [imagem, noticias]:

APONTAMENTO - Falta de combustível “em directo” na TV
NÃO é comum, entre órgãos de comunicação social, andarmos em rixas uns contra os outros. Mas hoje, fazemos das tripas coração e vamos quebrar com esta prática para alertar do perigo, que até pode ser mortal, ao se entregar um poderoso instrumento de comunicação social, como o é uma televisão, a jovens principiantes que ainda precisam de amadurecer na profissão. Leia + aqui.

TPM coloca viaturas de luxo ao serviço público



- Preço do poder autocrático posto a prova

A EMPRESA Transportes Públicos de Maputo (TPM) viu-se obrigada a colocar, temporariamente, mais quatro viaturas, duas das quais de luxo de modo a reforçar as 32 autocarros que ontem estavam em circulação nas cidades de Maputo e Matola. leia + aqui: Noticias.



NB: Com os loiros da revolucao, a Frelimo deu tudo a perder, ate' os seus luxuosos foram entregues ao servico dos transporte pu'blico. Agora digam-me la' se os 'vandalos' nao se manifestassem, teriamos este acesso? Penso que nao.

RUE insta Governo a arcar com prejuízos


A BANCADA parlamentar da Renamo-União Eleitoral instou ontem o Governo a tomar toda a responsabilidade civil e social das perdas humanas e materiais sofridas por alguns cidadãos nacionais na sequência das manifestações realizadas terça-feira nas cidades de Maputo e Matola em protesto à subida dos custos de transporte nestas regiões do país (Noticias). Leia + aqui.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

Banco Mundial adverte para riscos de economia assente em exploração de recursos


O presidente do Banco Mundial (BM), Robert Zoellick, ofereceu segunda-feira em Maputo a assistência da instituição para ajudar Moçambique a evitar as consequências de uma concentração do desenvolvimento económico do país nos recursos naturais."É necessário evitar os problemas que vimos noutras partes relacionados com a dupla economia (nos quais a exploração das riquezas naturais se desenvolve a despeito do resto da economia)", disse Zoellick, em conferência de imprensa no final da sua visita de três dias a Moçambique. Leia+ aqui.

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