"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
sábado, 23 de fevereiro de 2008
Canadiana Artumas inicia trabalhos de prospecção de petróleo no Rovuma
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Transportadores inter-provinciais e distritais reclamam subsídios
Os transportadores distritais e inter-provinciais entendem que os custos de operação são mais altos nas zonas onde operam, pelo que não faz sentido que a compensação seja exclusivista, ou seja, que abranja apenas os semi-colectivo urbanos.
“Se o combustível custa 31.00MT que seja assim para todos os transportadores, porque o combustível sofreu aumentos galopantes em todo o país”, argumentou o presidente da associação dos transportadores de Sofala. (OPaísOnline). Leia + aqui.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

- Mas há ainda diferentes leituras sobre esta decisão tomada hoje
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008
Houve falta de combistivel sim, porque o Noticias anda ai a defender causas alheias!

NÃO é comum, entre órgãos de comunicação social, andarmos em rixas uns contra os outros. Mas hoje, fazemos das tripas coração e vamos quebrar com esta prática para alertar do perigo, que até pode ser mortal, ao se entregar um poderoso instrumento de comunicação social, como o é uma televisão, a jovens principiantes que ainda precisam de amadurecer na profissão. Leia + aqui.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2007
Região central de Moçambique deve conter hidrocarbonetos
Zacarias usava da palavra numa conferência de imprensa para assinalar o terceiro concurso internacional para a concessão de áreas de prospecção e pesquisa de petróleo na região central da bacia de Moçambique, nomeadamente na parte sul da província da Zambézia [no Mapa ao lado] e Norte de Inhambane. Confira aqui na Macauhab.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Governo lança 3º concurso de prospecção de petróleo
quinta-feira, 11 de outubro de 2007
Técnicos moçambicanos irão estudar em Angola

Em declarações à agência noticiosa angolana Angop, a ministra, que efectuou uma visita de quatro dias a Angola, disse que dos contactos que manteve com as autoridades angolanas do Ministério dos Petróleos e da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), "existe uma grande abertura que vai facilitar a cooperação bilateral nesse ramo".
Para além destes aspectos, as duas partes analisaram a possibilidade de Moçambique enviar para Angola alguns estudantes da área de geologia e afins, que virão estagiar no sector dos petróleos, assim como a ida de quadros angolanos àquele país do Oceano Índico.
Estas informações foram prestadas no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, depois de Esperança Bias ter participado na 2ª Conferência e Exposição Regional sobre Pesquisa e Produção em Águas Profundas da Zona Marítima da África Ocidental (DOWAC), realizada entre 2 e 6 de Outubro.
"Moçambique ainda não descobriu petróleo, mas pode ser que no futuro aconteça e é bom que nós aprendamos com Angola, um país que tem muita experiência no ramo", acrescentou.
Moçambique encontra-se actualmente na fase de pesquisa e prospecção, produzindo apenas gás que serve para o consumo interno, exportando outra parte para a África do Sul. (macauhub)
Fonte: CANAL DE MOÇAMBIQUE / M I R A D O U R O - ACTUALIDADE NOTICIOSA - MOÇAMBIQUE - MMVII
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quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Petrobras sonda entrada no mercado da energia e biocombustíveis
Essa pretensão foi manifestada recentemente pelo director para a área internacional da Petrobras, Nestor Cervero, e o director executivo, Luís da Silva, num encontro recente em Maputo com o ministro da Energia de Moçambique, Salvador Namburete, apurou a Agência Lusa junto de fonte ligada ao processo.
Aqueles responsáveis da Petrobras manifestaram a intenção de operar no país, reafirmando, por outro lado, o desejo de reforçar os laços de cooperação com a empresa Petróleos de Moçambique (PETROMOC) e com outras entidades ligadas aos combustíveis.
Em declarações hoje à Lusa, o director do Instituto Nacional de Energia moçambicano, Arsénio Mabote, confirmou o encontro mantido entre a Petrobras e a sua instituição.
Por seu lado, uma fonte governamental assinalou à Lusa que, em Moçambique, "o tratamento dados ao investidores é diferente, tendo em conta o tipo de investimento" que cada um apresenta.
"O governo moçambicano irá estudar as eventuais propostas formais a serem apresentadas pela Petrobras. Esperamos propostas concretas, mas dependendo da área e do projecto o tratamento é diferente, tendo em conta o tipo de investimento", disse a mesma fonte.
A mesma fonte adiantou que durante a visita os directores da Petrobras pediram explicações sobre como entrar para a área de investimentos de petróleo em Moçambique e o governo apresentou o quadro geral.
"Estamos abertos [para a Petrobras], assim como estamos para todos os investidores que manifestem interesse em investir no país, mas esperamos propostas concretas", insistiu.
Guebuza visita o Brasil no início de Setembro e, segundo a imprensa moçambicana, deverá assinar na altura um acordo na área de Energia com o seu homólogo brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva.
Fonte:NOTÍCIAS LUSÓFONAS
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Moçambique já produz biodiesel
A construção desta unidade de produção de biodiesel começou a 22 de Janeiro deste ano, tendo produzido o primeiro lote de biodiesel a 5 de Fevereiro. A sua construção, segundo a direcção da empresa e seus parceiros, surge como primeira resposta ao desafio colocado pelo mercado e sociedade globais em relação ao fornecimento e uso de fontes sustentáveis de energia e sobretudo como expressão prática de parte do plano de acções, que integra o Programa Nacional dos Biocombustíveis.
A cerimónia de inauguração será orientada pelo ministro da Energia, Salvador Namburete.
Fonte:O PAÍS
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Americanos apostam em biodiesel feito de pinhão manso(JATROPHA)
Um grupo de representantes da empresa americana Blue Planet se reuniu nesta quinta-feira (16) com o secretário de Agricultura, Leonardo Veloso, para tratar da implantação de uma usina para produção de biodiesel no estado de Goiás. O projeto prevê a construção de uma indústria cuja tecnologia é diferenciada, pois trabalha com processo de produção utilizando como matéria-prima pneus usados, plástico, restos de lixo orgânico e pinhão-manso (oleaginosa existente em solos pouco férteis e de clima desfavorável).
As vantagens da utilização dessas biomassas, segundo o presidente da empresa, Alex Johnson, são o aproveitamento das matérias-primas, aspecto favorável à preservação ambiental, e os baixos custos. Outro diferencial do projeto é a produção à base de pinhão manso, oleaginosa que pode ser plantada em qualquer área deserta, com capacidade de produção de 5 mil a 12 mil quilos de sementes por hectare, por ano, ou seja, 1.500 a 4.500 litros de óleo por hectare. "É possível aproveitar o solo que antes não se plantava nada", afirma.
O investimento inicial será de US$ 7 milhões a US$ 8 milhões, cerca de R$ 15 milhões a R$ 17 milhões. A produção será de 30 toneladas por dia, inicialmente, e ao final do projeto, passará para 160 t/dia. O grupo pretende investir US$ 20 milhões para implantação do projeto padrão (cerca de R$ 42 milhões). As obras devem começar em janeiro do próximo ano e o prazo para início da produção é de seis a sete meses. "A idéia é que na metade de 2008 já estejamos produzindo biodiesel".
Johnson ressalta que 10% da arrecadação da fábrica será revertido para projetos sociais em prol da comunidade local, como a construção de hospitais, escolas, bibliotecas e moradias. O grupo marcou nova reunião, em outubro, com o secretário Leonardo Veloso. A data ainda será definida. O próximo passo, de acordo com Johnson, é verificar o registro da patente para construção da usina.
O local ainda está sendo avaliado pelo grupo, que pretende firmar parceria com o Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Agricultura. Leonardo Veloso ressalta que o governo está disposto a contribuir com todos os projetos que utilizam energias renováveis e que possam fortalecer a cadeia produtiva do Estado. "Estamos abertos a discussões e análises de projetos que preservem o meio ambiente, levem em conta o aspecto social e o desenvolvimento econômico", finaliza.
Fonte:BIODIESELBR.COM/Moçambique Para Todos
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terça-feira, 21 de agosto de 2007
Beira Cidade do Petroleo
| - revela Afonso Dhlakama nas cerimónias centrais do 1.º Centenário da urbe |
"É chegada a hora a hora de revelar aos moçambicanos as reais riquezas deste país e deste município e não usar artimanhas para os dividir em proveito de uma pequena minoria", acrescentou Dhlakama a figura mais aplaudida da cerimónia que também teve presente uma outra figuira histórica e a que a Paz que se vive hoje em Moçambique é também devida, Dom Jaime Gonçalves, arcebispo da urbe centenária.
"Todos devemos tirar os dividendos desta riqueza num contexto de unidade na diversidade", acrescentou Afonso Dhlakama líder do partido de que é membro destacado o presidente do Município da Beira, eng.º Daviz Mbepo Simango, carismática figura que a Remano já designou no seu último Conselho Nacional como candidato à sua própria sucessão.
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sábado, 11 de agosto de 2007
Resultados de pesquisas de petróleo são encorajadores
"Os dados até ao momento recolhidos pelas pesquisas em curso são encorajadores e dão-nos confia
nça. Precisamos de tempo, paciência e persistência", sublinhou Mabote.Dez empresas, na maioria, multinacionais, estão actualmente envolvidas na prospecção de petróleo na Bacia de Moçambique, que compreende uma parte do Rio Rovuma, norte de Moçambique, até à fronteira, a sul, com a África do Sul, e na Bacia do Rovuma, que inclui as províncias de Cabo Delgado e Nampula, norte, bem como Sofala, centro.
Na base dessa forte expectativa, está a existência de grandes reservas de gás e de outros hidrocarbonetos no país, que são indícios importantes da ocorrência de petróleo, sustentou o presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo de Moçambique.
Com o objectivo de intensificar as actividades de pesquisa de petróleo, o governo moçambicano vai assinar até finais deste ano mais acordos de prospecção, assinalou Arsénio Mabote.
"Muitas áreas para pesquisa de petróleo já foram concessionadas, mas há ainda muito por concessionar e fazer, pelo que até finais deste ano vamos assinar mais acordos", enfatizou Mabote.
O presidente do Conselho de Administração do Instituto Nacional de Petróleo de Moçambique atribuiu o enorme interesse das multinacionais petrolíferas pela pesquisa do crude no país à existência de um quadro legal favorável no sector e a garantias de retorno dos investimentos.
Apesar de se estar ainda na fase de pesquisa, as autoridades moçambicanas estão já atentas a eventuais conflitos entre as firmas do ramo e as comunidades, apostando por isso no incentivo às petrolíferas, para associarem as suas actividades empresariais à questão da responsabilidade social.
Fonte: NOTÍCIAS LUSÓFONAS
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Prospecção de petróleo : Dados disponíveis não justificam exploração
AS companhias internacionais envolvidas na prospecção de petróleo em Moçambique consideram que os dados sísmicos disponíveis até aqui não são suficientes para sustentar a decisão onerosa de abrir poços nas áreas concedidas. Segundo defendem, na Bacia do Rovuma, por exemplo, há indicadores que evidenciam a existência de petróleo, faltando juntar elementos sobre o local exacto dessa ocorrência e as quantidades disponíveis.
Ontem, o Governo juntou representantes de instituições do Estado e de várias companhias internacionais de petróleo com licenças de prospecção daquele hidrocarboneto, num encontro que resultou em que o pano de fundo era discutir formas de manter equilíbrio entre a prospecção do petróleo e as várias actividades económicas e sociais igualmente necessárias ao desenvolvimento do país. A ideia é produzir uma base comum de actuação à volta de uma actividade que, segundo se disse, está a interessar actores de vários quadrantes do mundo, depois de mais de 30 anos de "lobbies" visando atrair companhias para investir no sector do petróleo.
Algumas companhias presentes apresentaram ideias de avançar com actividades adicionais de prospecção no Bloco de Inhaminga, em Janeiro de 2008, antes da época chuvosa, interesse que está dependente da obtenção das necessárias licenças. Aliás, a questão da excessiva burocracia na importação de equipamentos, para a obtenção de licenças e na aprovação dos estudos de impacto ambiental dos projectos, foi levantada como um dos constrangimentos que condicionam o ritmo dos trabalhos de pesquisa no terreno. No entanto, das discussões havidas ficou assente que o diálogo permanente e sistemático entre os diversos sectores envolvidos pode ajudar a superar grande parte dos problemas apresentados no encontro.
A este propósito, a Ministra dos Recursos Minerais, Esperança Bias, que orientou o encontro realizado na cidade de Maputo, chamou a atenção para a necessidade de se promover a coexistência entre a pesquisa do petróleo e as várias actividades sociais e económicas, ressalvando que tal deve ser feito por forma a que as companhias sejam induzidas a perder de vista o seu principal objectivo, que é a pesquisa.
"É preciso assegurar que se mantenha equilíbrio entre a prospecção do petróleo, o turismo e a agricultura, mas as companhias devem ter mais atenção à componente de apoio social às comunidades onde elas estão a trabalhar", recomendou a ministra.
Ligado à aprovação dos estudos de impacto ambiental, um representante do ministério de tutela explicou que aqueles estudos são elaborados por consultores independentes que, na sua óptica, absorvem mais tempo na efectivação dos estudos que propriamente na sua análise e aprovação.
No caso concreto da Bacia do Rovuma, sabe-se que os dados sísmicos disponíveis permitem fazer analogias a outras regiões do mundo onde há ocorrência de petróleo, para inferir que, naquela zona do país, também se pode explorar aquele hidrocarboneto.
"Na verdade, há evidências de que o sistema petrolífero do Rovuma funciona. Por exemplo, na zona próxima do Pemba Beach Hotel nota-se que há asfalto, o que é um indicador muito forte. O ponto, agora, é saber onde é que ele ocorre e em que quantidades. Os estudos em curso visam reduzir para o mínimo o risco de investirmos na abertura de poços sem termos certeza da disponibilidade e das quantidades. Basta dizer que abrir um furo em águas profundas custa, por aí, 50 milhões de dólares e cerca de 20 milhões de dólares em águas menos profundas", disse um dos oradores, em representação das companhias presentes no encontro, onde foram ouvidas experiências da Empresa Nacional de Hidrocarbonetos, Petronas, Norsk Hydro e Anadarko.
O antigo ministro de Recursos Minerais e Energia, John Kachamila, sugeriu que os resultados dos estudos elaborados pelas companhias que operam em Moçambique sejam entregues ao Governo numa perspectiva de se criar uma base de dados que possa ser usada como referência em futuras intervenções.
"É preciso criar uma base de dados que diga respeito às sondagens que se fazem, porque são operações muito caras que ninguém tem o prazer de as repetir. Por outro lado, é preciso que as companhias não dêem importância apenas ao petróleo, porque o que temos estado a notar é que elas abandonam as pesquisas quando só encontram gás e não petróleo", disse Kachamila..
Fonte: Notícias
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