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VOA News: África

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Hipocrisia política e democracia

compulsando sobre a nacionalidade da senhora Luisa Diogo

Olhando para o que foi sobejamente reportado na semana finda sobre a a real nacionalidade da senhora Luisa Diogo (na foto ao lado direito do chefe do estado), que é a chefe dos ministros; ou seja primeira-ministra, nos leva a acreditar que, en certa medida, a uma hipocrisia política doma a classe política no poder, sobretudo o polítoburo.
Dizemos hipocrisia porque não são poucos os moçambicanos que se interessam em saber a verdade sobre a real nacionalidade da ‘personalidade’ que dirige um dos mais importantes órgãos da governação do país, sem que, no entanto, tenham uma resposta cabal dos órgãos competentes do poder para terminar com a onda de expeculações de todo o tipo, assim que esta questão se levantou.
Ao invés, verificamos que, desde que o Politiburo da Frelimo fez o anúncio lacónico e ameaçador através do estatal “Notícias”, seguiram-se um silêncio suicida e a convocação de jornalistas as instituições da (in)justiça (PGR), para aparentemente responder porquê que anunciaram aquela verdade sobre a dupla nacionalidade da primeira-ministra e não sobre a verdade em si. Porque se a verdade diz repeito, é a verdade de que se deve falar dela por mais que doa, tal que as mais de 7 horas de interrogatório de jornalistas de assunto com provas sobejas documentadas sobre quem é o causídico advogado Albano Silva, quem é Luisa Diogo, e quem é Nelson Diogo, fosse mais produtiva ainda. Penso que não foi isso que aconteceu.
Também se seguiu aquele episódio em que a senhora Luisa Diogo se viu compelida a repelir a verdade que a Renamo punha na Assembéia da República, reiteradamente, à sua real nacionalidade como primeira-ministra. Alegadamente, ela afirma que se trata de um assunto pessoal.
Se for assunto pessoal, então que a primeira-ministra se livrasse do cargo público que é somente confiado à pessoas que tenham unicamente a nacionalidade moçambicana. A nosso ver é inconstitucional tornar a manter-se por mais tempo, assim que foi desvendada esta situação. Neste país temos mais gente educada, inteligente, com talento e compaixonada pela pátria capaz de a substituir. O seu assunto é bicudo e o presidente-empresário não conseguir detectar quando lha nomeiou sabe disso.
Se não hover hipocrisia política, porquê que os órgão de direito não respondem afinal:

Quem é a senhora Luisa Diogo?
De que nacionalidade é?
Tem ou não dupla nacionalidade?
O que a lei diz sobre casos de dupla nacionalidade?
Terá a senhora Luisa Diogo condições para ser
primeira-ministra deste país?
Se aceitarmos que é inconstitucional na direcção do governo que acções vão decorrer disto?
Se aceitarmos que ela está regular, nåo fere a lei-mãe o que estará errado
a ponto de se manifestar esta dúvida?
Que se fará das provas documentais que indiciam a primeira-ministra e membros da sua família?
Será que vamos nos falar e dizer que não há problema?


Se não Frelimo e órgãos que domina não vivem de hipocrisia, paute e porfie a democrática que sempre apregoo, que não nos faça de ‘bobos da festa’ e responda a estas questões sérias. Mas antes que me esqueça, a Frelimo da Rua Pereira de Lagos já deu sua resposta embora insatisfactória. O que esperamos é a resposta do Presidente da República ou seu representante, quer seja do pelouro que supervisiona as questões de nacionalidade, quer por intermédio de outros ógãos de soberania. Senão este assunto deve ser arrolado para a sua discussão devida na Assembléia da República, ou ficaremos a suspeitar todo e qualquer dirigente eternamente.

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