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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Mozambique foi destaque na Radio Ñanduti de Paraguai por causa da venda de terras ao Brasil



Imagen de referencia. Maputo, capital de Mozambique
Río de Janeiro, 14 ago (EFE).- El Gobierno de Mozambique ofreció una gran extensión de tierras baratas a agricultores brasileños para que cultiven soja, maíz y algodón, informó hoy una fuente oficial del país africano citada por el diario Folha de São Paulo.
"Los agricultores brasileños tienen experiencia acumulada que es muy bienvenida. Queremos repetir en Mozambique lo que hicieron en el cerrado (sabana brasileña) hace 30 años", dijo el ministro de Agricultura mozambiqueño, José Pacheco, en declaraciones al rotativo paulista.

Mozambique ha puesto a disposición de Brasil un área de 60.000 kilómetros cuadrados en cuatro provincias del norte del país, para explotarlas en régimen de concesión por 50 años, mediante el pago de un impuesto equivalente a 13 dólares anuales por hectárea, según la misma fuente.
La condición impuesta por el Gobierno mozambiqueño para ofrecer las tierras baratas es que se contrate en el país africano a al menos el 90 por ciento de la mano de obra.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

[RECORDE A HISTÓRIA QUE CORREU MUNDO]: Moçambique oferece terra à soja brasileira



Agricultor do Brasil poderá usar por 50 anos área equivalente a 'três Sergipes', pagando R$ 21 por hectare ao ano. País africano mira expertise brasileira no cerrado, região similar; 40 brasileiros visitarão as áreas em setembro
PATRÍCIA CAMPOS MELLO- DE SÃO PAULO - O governo de Moçambique está oferecendo uma área de 6 milhões de hectares -equivalente a três Sergipes- para que agricultores brasileiros plantem soja, algodão e milho no norte do país. A primeira leva de 40 agricultores parte de Mato Grosso rumo a Moçambique -a próxima fronteira agrícola do Brasil- no mês que vem. As terras são oferecidas em regime de concessão -os brasileiros podem usá-las por 50 anos, renováveis por outros 50, mediante um imposto módico de 37,50 meticais (R$ 21) por hectare, por ano. "Moçambique é um Mato Grosso no meio da África, com terra de graça, sem tanto impedimento ambiental e frete muito mais barato para a China", diz Carlos Ernesto Augustin, presidente da Associação Mato-Grossense dos Produtores de Algodão (Ampa). "Hoje, além de a terra ser caríssima em Mato Grosso, é impossível obter licença de desmate e limpeza de área."

Conselho de Ministros Alargado

Decorre hoje e amanhã, na Presidência da República, uma sessão ordinária do Conselho de Ministros alargada a outros quadros, para debruçar-se sobre o balanço da presidência aberta inclusiva edição 2011 e a questão da terra.
Fonte oficial refere que participarão no encontro membros do Conselho de Ministros e convidados permanentes, bem como os governadores provinciais e primeiros secretários provinciais.

NOTA: Recorde no Blogue da Presidente do Brasil a notícia que correu a imprensa inteira do Brasil sobre venda de terra ao fazendeiros brasileiros, sem que os moçambicanos soubessem.

Fonte: Jornal Notícias - 22.08.201 encontrado aqui.

Governo nega ter oferecido extensas áreas a brasileiros

                                                         Vice-ministro da Agricultura, António Limbau
Sobre a concessão de 6 milhões de hectares de terra arável
Depois da imprensa brasileira ter dito que Moçambique colocou, à disposição de agricultores brasileiros, 6 milhões de hectares de terra arável no país, o executivo moçambicano veio a público negar este facto, alegando tratar-se de um programa que inclui também agricultores nacionais. 
Fez manchete na imprensa brasileira a notícia de que o governo moçambicano “está a oferecer grandes extensões de terras baratas a agricultores brasileiros”, sendo que estes podem utilizá-las por 50 anos, renováveis por outros 50, mediante um imposto anual de 37,50 meticais por hectare. Segundo os jornais brasileiros, o ministro da Agricultura, José Pacheco, é o responsável pela concessão.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Topográfos inventam taxas e chefes das terras não ficam atrás


Já havia mencionado esta assunto de venda de terras, de que envolvia a “nomenkalatura do poder” da Frelimo. Mas não só estes, mas também os Serviçoes das Actividades Económicas nos distritos, neste caso, os topográfos. Senão vejamos. Embora não plasmado por lei, consta que para um trabalho de topografia de terrenos os valores que são cobrados ao cidadão são os seguintes:
- 1500Mt destinados a demarcação ou delimitação (medir) do terreno
- 1300Mts para a deslocação do topografo
- 1500Mts atinentes à localização com GPS do terreno
- 600Mts para a entrada do processo
- 500Mts para os secretario do bairro
- 160 Mts para 2 galinhas
- 100 Mts para 10 de farinha ou arroz
- 150Mts para 2 litros de oleo
- 300Mts para 5 litros de vinho branco
- 20Mts para reconhecer o BI
- 30 MTs para pagar a declaração do bairro donde vem.
Entretanto, só em despesas totais o requerente dum terreno deve pagar qualquer coisa como 6,160.00Mts. Estes valores são aproximados, mas podem subir se os homem que faz a topografia é um bebado (vai de exigir quinhentas adicionais). Não será isto venda de terra, meus senhores?

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

“Nomenkalatura do poder” em Moçambique é cumplice na actual situação de venda de terras no País


- Embora diga que é ela pertença do Estado, os secretários e chefes das terras da Frelimo estão envolvidos em negócios chorudos para a sua aquisição

Gostaria de elaborar com detalhe o meu argumento sobre o assunto em próximas ocasiões. Mas, posso avançar esta, que os contornos deste assunto são bem piores do que já tinhamos imaginado. A “nomenkalatura do poder” do dia, agora se abraçou as elites magnatas estrangeiras, para se abocanhar de largas porções de terra por Moçambique inteiro. Isto é veridico, olhando pelo movimento e empreitadas qua nascem por aqui e ali. De que então é que valeu “o puxão de orelhas” ao jovem Helder Muteia, pelo velho sectagenário frelimista, Marcelino Dos Santos, por aquele advogar, a privatização de terra. O que se está a observar é uma corrida desenfreada de modo selvático, para as zonas mais aráveis e de pastagem, dessas ‘cliques’ reinantes. Não há dúvidas. Quem tem razão, Muteia, por uma abordagem frontal e sem preconceitos do assunto da terra, ou o Dos Santos, que advogara terra ser do estado, mas a calada da noite se está em negociatas inconfessáveis de vastas áreas com gente de fora e deterimentalmente aos aborigenes, donos das terras? Embora diga que é ela pertença do Estado, os secretários e chefes das terras da Frelimo estão, na verdade, envolvidos em negócios chorudos para a sua aquisição. Deixo ao julgamento do ilustre leitor.

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

Gestão privada ou compra da reserva do Maputo?

- Depois do puxar das orelhas, vem 'bonaprivatinanza'

Estão a chegar aos ouvidos notícias sonantes que nos dao conta que a reserva de Maputo vai ser entregue aos privados. Agora o que não se esta' a precisar e' como essa entrega será feita; se venda ou concessão para gestão apenas? Mas o Governo ja' veio ao dizer que sim, vai conceder tal parcela rica em biodiversidade.
Lembrem-se que o dono da Frelimo já deu ‘carolo’ ao Hélder Muteia, o então Ministro da Agricultura, sobre este tipo de pretensões. O que se vai passar com os 10 mil hectares, afinal?
Mas para não ficarmos numa total obscuridade, confiram o MacauHub sobre a história para compulsar dos poucos dados que temos.

Angola24Horas

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