O GOVERNO moçambicano defende que o negócio de alienação de 15 porcento das acções detidas pelo Estado português na Hidroeléctrica de Cahora Bassa (HCB) deve ser na base do acordo já existente e rubricado entre os dois países no mês de Março do ano passado. O acordo prevê que 7.5 porcento das acções que Portugal ainda detém no empreendimento serão transferidos para a empresa moçambicana, Companhia Eléctrica do Zambeze, devendo a parte igual remanescente ser confiada à RENE- Redes Energéticas Nacionais de Portugal, para posterior venda à empresas portuguesas. Concretizado o negócio, Moçambique passará a deter 92.5 porcento das acções da HCB.
"MOCAMBIQUE PARA TODOS,,
VOA News: África
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terça-feira, 21 de junho de 2011
quinta-feira, 14 de agosto de 2008
Crise constitucional Malauiana trava projecto de energia da HCB naquele país

…Enquanto o Dr. Bingu wa Mutharika (na foto), Presidente da Repúbica do Malaui ameaça dissolver o Parlamento
Esta informação foi fornecida pelo titular da pasta da Energia do nosso país, o ministro Salvador Namburete. O projecto de energia está encalhado “devido a uma crise institucional que o Malaui vive nos últimos tempos. Face à situação, existe até a possibilidade de o respectivo presidente, Bingu wa Mutharika, dissolver o Parlamento, órgão que deveria ratificar o projecto de fornecimento de energia eléctrica por parte da HCB” (Notícias, 14.08.08).
O histórico deste projecto não/anda nos segredos da SADC, mas se encerra no quadro do chamado energia na África Austral, em que Moçambique forneceria 220Kva de energia ao Malaui a partir de 2009.
PS: Problema de idade do Presidente por estar a concorrer para esta crise. Ele que quer ver a constituicao alterada para servir os seus interesses. Confira aqui um artigo 'a respeito.
quinta-feira, 22 de novembro de 2007
Guebuza convidou chefes de estados para Moçambique lhe ver a festejar a entrega da HCB com os seus pares
Só para ilustrar, foram convidados por Guebuza do ministro das Finanças português, Teixeira dos Santos, e alguns chefes de Estado e de governo da África Austral: Robert Mugabe, do Zimbabué, Levy Mwanawassa, da Zâmbia, Festus Mogae, Botsuana, a vice-presidente sul-africana, Phumzile Mlambo-Ngcuka e o primeiro-ministro da Suazilândia, Barnabas Dlamini. Um dado interessante nestes convites reside no facto de Lisboa mandar a festa o seu ministro de finanças e não o Primeiro-Ministro.
Olhando bem neste dado se pode perceber que Portugal preferiu minimizar e colocar num plano secundário esta cerimónia. O mais caricato ainda e’ o facto de Guebuza fazer uma festa um dia depois da compra sem que de facto ver se o negócio terá valido a pena, com agravante de as despesas que incorrer para colocar esses dignitários estrangeiros serem em grande medida imputadas ao nosso pobre estado.
Há necessidade de se realizar festa? Que ganhos saem dela? Sempre dissemos aqui e algures que a assessoria de Guebuza e’ perdulária e pouco calculista. Desta inutilidade resultar de delapidação do erário público, portanto uma acção corrupta. Confira-se aqui, para mais desenvolvimentos da historia.
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