terça-feira, 24 de maio de 2011
TS mexe no "caso Aeroportos": Ex-Ministro preso e penas reduzidas
FADM recebe material chinês
odacom é a melhor operadora de telefonia móvel em Moçambique
segunda-feira, 23 de maio de 2011
População queixa-se de falta de quase tudo no distrito de Inhaca
Presidência aberta do edil de MaputoA população daquele distrito da cidade de Maputo queixa-se de falta de estradas, transporte, energia eléctrica, centros de saúde, entre outras infra-estruturas básicas.Ter infra-estruturas ainda é um sonho no distrito municipal de Inhaca. As populações dos três bairros de Inhaca (Ribzêne, Inguane e Nhaquene) queixam-se da falta de um pouco de tudo. Os munícipes clamam por estradas asfaltadas, transporte público, expansão da energia eléctrica, construção de mais centros de saúde, entre outras infra-estruturas básicas.Estas preocupações foram apresentadas ao presidente do Município de Maputo, David Simango, no decurso uma visita de trabalho de três dias.
Tofo-Tofo empresta sua performance a Beyonce
domingo, 22 de maio de 2011
EDITORIAL: Um Governo ilusionista
ISCTEM melhor universidade
sábado, 21 de maio de 2011
Moçambique “aparece mal na fotografia”
Polícia “corrupta e mal preparada”
quarta-feira, 18 de maio de 2011
“Mexidas” na Educação
| Zeferino Martins [TIM] |
O MINISTRO da Educação acaba de fazer “mexidas” no quadro de direcção do pelouro que dirige, exonerando e nomeando novos directores.
Conteúdo da revisão será conhecido na próxima sessão parlamentar
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Agregador de notícias de Moçambique – blogs e sites
Adiado Conselho Nacional do MDM
![]() |
| Sobrecarga de agenda do presidente |
Companhias aéreas registadas no país voltam à Europa em Setembro
![]() |
| Depois do banimento imposto pela UE em Abril passado [Opais] |
Dentro de quatro meses as companhias aéreas registadas no país poderão voltar a voar no espaço europeu. Depois do banimento imposto pela União Europeia (UE), em Abril passado, as linhas Aéreas e Moçambique (LAM), e as demais operadoras, vão retomar as suas actividades no velho continente, segundo revelou Alberto Mabjaia, director-geral do Instituto de Aviação Civil de Moçambique (IACM).
A retoma, de acordo com Mabjaia, vai depender da avaliação a ser realizada pela missão de validação do Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO) em Agosto próximo. Apesar de faltar ainda esta etapa, o responsável diz que é quase certa a retirada de Moçambique da “lista negra”.
Alberto Mabjaia falava, recentemente, em Maputo, durante a assinatura de um acordo entre os Aeroportos de Moçambique (ADM) e o IACM. Trata-se de uma iniciativa que vai permitir que o IACM beneficie de quadros qualificados para a supervisão da indústria aeroportuária nacional. Ou seja, os ADM vão disponibilizar, numa primeira fase, cinco quadros para prestarem serviços ao IACM, mas mantendo o vínculo contratual com os ADM.
LDH compartilha da mesma posição com Amnistia Internacional
![]() |
| Segundo Alice Mabota |
Há tranquilidade no país
quinta-feira, 12 de maio de 2011
Obras da FIPAG: Maputo e Matola sujeitas à “lei seca”
MAPUTO e Matola voltarão a sofrer restrições no fornecimento de água, desta feita de forma severa, a partir de amanhã até o próximo domingo, para dar lugar às obras de expansão do sistema de abastecimento deste recurso, já na sua fase derradeira.
Rendimento escolar baixo em 2009 e 2010
O APROVEITAMENTO pedagógico baixou nos últimos dois anos no país, sobretudo a nível do ensino secundário geral, segundo o relatório sobre a matéria apresentado na última terça-feira ao Conselho de Ministros.
quarta-feira, 4 de maio de 2011
Sindicatos da FRELIMO dizem-se traídos por governo do mesmo partido
AngolaDigital Digital News - Ex-director da Logispark diz ter sido demitido por ter mulher negra
Pereira, que chegou à nossa redacção acompanhado da esposa Helena Miranda, 34 anos, garantiu a O PAÍS que já contratou um reputado advogado para levar a tribunal os seus antigos patrões e compatriotas, os irmãos Manuel e João Vaz, proprietários do grupo Bricomat.
Empresária Isabel dos Santos e Sonae vão criar empresa de TI em Angola
terça-feira, 3 de maio de 2011
Morte de Bin Laden símbolo de "eficácia" - analista | Notícias | Portuguese
Numa entrevista á Voz da América Paulo Gorjão, dos Instituto Português de Relações Internacionais e Segurança, IPRIS, consideoru ainda que a morte de Bin Laden "é um duro golpe para a Al Qaeda".
O analista avisou contudo que a sua morte "não significa necessáriamente o fim da sua capacidade operacional"´pois há ainda muitos operacionais da organização por capturar. VOA
Crise de terra no Malawi afecta Moçambique
Moçambique para todos: Muçulmanos em Moçambique "tristes" com a morte de Osama bin Laden
Secretário-geral do Conselho Islâmico fala de "alivio" por bin Laden já não ser pretexto para ataques contra muçulmanos.
Os muçulmanos em Moçambique estão “tristes” com a morte de Osama Bin Laden e “aliviados” por este já não ser mais um pretexto para ataques contra muçulmanos.
A avaliação foi feita pelo secretário-geral do Conselho Islâmico de Moçambique, numa entrevista à Voz da América.
Abdul Carimo disse que as reacções na comunidade islâmica de Moçambique são de tristeza, porque os muçulmanos não acreditam que Osama bin Laden seja responsável pelos ataques de 11 de Setembro de 2011, contra os Estados Unidos.
Segundo ele, os Estados Unidos têm "pouca credibilidade" e há quem acredite na responsabilidade do governo americano nos ataques de 11 de Setembro - numa alusão às teorias da conspiração sobre os atentados.
Abdul Carimo disse que outra reacção da comunidade islâmica é de "alívio" porque, com bin Laden morto, os Estados Unidos já não podem usá-lo como pretexto para ataques contra muçulmanos que fazem vítimas civis.
Clique na barra sobre este texto para ouvir a entrevista com Abdul carimo, secretário-geral do Conselho Islâmico de Moçambique. VOA
Passageiros da LAM ficaram retidos no Aeroporto da Beira
Cerca de 20 passageiros, incluindo crianças, ficaram retidos na passada sexta-feira, horas a fio, no Aeroporto Internacional da Beira, em virtude de as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) terem alterado sucessivas vezes os horários de partida de voo para Joanesburgo, na África do Sul.
Segundo escreve o Diário de Moçambique inicialmente, o voo estava marcado para as 10.10 horas de ontem, mas o mesmo viria a sofrer alteração para 16 horas e mais tarde para 21.40 horas, uma situação que obrigou os passageiros a andar de um lado para outro, numa incerteza.
Um dos passageiros mergulhados naquela situação que se identificou como Abdul Ahmed contactou telefonicamente a redação do diário editado na Beira e explicou que “estamos preocupados porque a LAM não diz com certeza a hora exacta que marca para o voo, o que nos põe em deveras embaraço”. Leia mais
Morte do Osama Bin Laden e notícia em todo o mundo
terça-feira, 26 de abril de 2011
Proposta de salário mínimo será nos próximos dias
Adelino Buque falando em nome dos empregadores reafirmou o consenso alcançado nos nove sectores de produção num processo em que a pressão e os entraves não faltaram.
Por seu turno o representante do Sindicato Nacional dos Trabalhadores disse que a proposta avançada esta longe de satisfazer as necessidades dos trabalhadores.
Para os sindicalistas que pretende avançar com negociações a nível das empresas, o salário mínimo ideal para o custo de vida actual seria de 7.200 meticais.
Recorde-se que as negociações do reajusto do salário mínimo estão a decorrer desde Janeiro último nos nove sectores de actividade.
Fonte: TIM
Data: 25/04/2011
Remodelação nas FADM
A HIERARQUIA das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM) , sofreu mexidas ontem, com a nomeação de três comandantes e promoção de sete oficiais superiores.
Pesquisa de petróleo: Novos furos no Rovuma
NOVOS furos para a prospecção e pesquisa de petróleo na bacia sedimentar do Rovuma serão abertos dentro dos próximos meses, no quadro das operações que estão a ser levadas a cabo pela companhia italiana Eni, há alguns anos.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
«Cabinda - Ontem protectorado, hoje colónia, amanhã Nação», de Orlando Castro
Prostituição política, golpe dos “serviços de inteligência” ou continuação de um percurso?
Noé Nhantumbo
Empresas de “camaradas” devedoras do Estado
Matias Guente
terça-feira, 19 de abril de 2011
Governo do Malawi e a Vale Moçambique vão construir linha férrea Moatize/Nacala, para o escoamento do Carvão
O governo do Malawi e a Companhia mineira Vale Moçambique assinaram esta segunda-feira em Lilongwe um Memorando de Entendimento para construção de uma linha férrea para o escoamento do carvão de Moatize, em Tete até ao Porto de Nacala.
A ferrovia, avaliada em dois biliões de dólares, deverá passar pelo território malawiano, e o projeto visa fundamentalmente servir de alternativa para o escoamento do carvão mineral de Moatize, considerada uma das maiores reservas do Mundo.
sábado, 16 de abril de 2011
sexta-feira, 15 de abril de 2011
IOL Diário - Burkina Faso: Presidente abandona cidade
Trabalhadores do Pestana Rovuma Hotel “cruzam os braços”

quarta-feira, 13 de abril de 2011
Exercício económico de 2009: TA regista lacunas na Conta Geral do Estado
O PLENÁRIO da Assembleia da República aprecia hoje e amanhã, o parecer do Tribunal Administrativo sobre a Conta Geral do Estado referente ao exercício económico de 2009.
O documento, a que o “Notícias” teve acesso, refere que da análise feita o Tribunal Administrativo constatou que a Conta Geral do Estado (CGE) não apresenta a informação contabilística das instituições com autonomia administrativa e financeira, como também não apresenta uma uniformidade nos procedimentos seguidos na tramitação, para a cobrança coerciva, das certidões de relaxe emitidas pelas direcções de áreas fiscais.
Governo recua e estende subsídios a quase todos sectores
![]() |
| Executivo sobe o tecto para atribuição do subsídio de cesta básica |
terça-feira, 12 de abril de 2011
Forças Republicanas da Côte d'Ivoire detêm Laurent Gbagbo
Desde domingo, a Operação das Nações Unidas na Côte d'Ivoire (ONUCI) e a Força Francesa « Licorne » bombardearam os últimos bastiões de Gbagbo na capital económica, Abidjan, com o fim de neutralizar todas as armas pesadas do seu Exército.
Muito cedo esta manhã de segunda-feira, fontes concordantes assinalaram confrontos terrestres em torno da residência presidencial onde se estavam entrincheirados Gbagbo e alguns dos seus próximos.
PANA - 11abril 2011
domingo, 10 de abril de 2011
Vigilantes da G4S continuam encarcerados
sábado, 9 de abril de 2011
O Governo continua a brincar com o fogo
Maputo (Canalmoz) - O governo do presidente Armando Guebuza, meses, anos depois de ter havido quem não se cansasse de avisar que as suas políticas anunciadas iriam levar-nos para o abismo fatal, não quis ouvir ninguém. Como sempre foi, insistiu em continuar autista! Como sempre foi, insistiu na sua habitual arrogância. Agora apareceu-nos, a semana passada, a surpreender com mais um pacote de medidas do Conselho de Ministros que coube ao ministro do Planeamento e Desenvolvimento anunciar e justificar ainda que com a boca cheia de incertezas e imprecisões, próprio de quem já não sabe o que fazer.quinta-feira, 24 de março de 2011
Coalizão fracassa em definir liderança de ação na Líbia
Embaixadores da Otan continuarão na quinta-feira discussões sobre quem vai liderar operação contra o regime de Kadafi
Bispos angolanos preocupados com momento actual no país
terça-feira, 22 de março de 2011
Ex-ministro Interior Almerino Manhenje condenado a dois anos prisão
segunda-feira, 7 de março de 2011
Angola: No interior há medo de nova guerra
A manifestação marcada para 7 de Março, em Luanda, instalou um clima de medo e mesmo pânico nas províncias do interior, nomeadamente, Benguela e Huambo onde correm rumores do retorno à guerra civil.
Uma mensagem que está ser difundida por telefones celulares acusa o maior partido na oposição UNITA de estar a se organizar para o retorno a guerra civil e apela ao assassinato do deputado e secretário-geral do Galo Negro, Ablio Kamalata Numa por ser o mentor do plano.
Num comunicado de imprensa o Bloco Democrático diz que em reunião de emergência, convocada pelo partido no poder, os presentes terão sido instruídos no sentido de criarem “grupos de contenção dos manifestantes” e ter-lhes-ão sido entregues “máscaras de gás lacrimogéneo e orientados para se infiltrarem no seio da manifestação de 7 de Março, caso haja, e criarem tumultos”.
Seriam, igualmente, segundo a fonte, infiltrados membros dos Serviços de Inteligência, a paisana, “para instalar o terror contra os manifestantes indefesos.” Em relação a essa denúncia não existem reacções da parte do MPLA.
O secretário daquela força política no Huambo, Liberty Chiaca denunciara, recentemente, a existência dum programa que visa a eliminação física de alguns dirigentes do seu partido.
Ontem o partido no poder, o MPLA, organizou uma manifestação pró governamental em Luanda e em várias outras capitais provinciais.
Jornalistas em Luanda disseram que cerca de meio milhão de pessoas participou na marcha. Uma entidade governamental disse que um milhão aderiram á manifestação de apoio ao governo na capital.
Nos últimos dias as províncias de Benguela e Huambo têm sido ocupados por polícias anti-motim e militares.
Devido ás crescentes tensões em algumas comunidades como Bailundo e Balombo, há relatos que populares começaram a armazenar alimentos e sal com medo do reinício do conflito.
Entretanto, a oposição apela a calma a população, afirmando que o governo é quem possui arsenal bélico.
Contudo em cada conversa de bar, táxi e esquina as pessoas questionam-se sobre o que será das suas vida no dia 7 de Março e após aquela data.
VOA – 06.03.2011
Os falsaportes
O argumento da raça ou da tribo é um expediente fácil de usar, não precisa de manual de instruções e pode ter efeitos espectaculares. Em vez de se debater ideias, abate-se o outro. A manipulação deste tipo de fantasmas pode maltratar qualquer veleidade crítica em Moçambique...
Existem os passaportes. Mas existem os falsaportes. Há muito que se alertou que, no nosso caso, uns podem ser os outros. A reacção de quem devia escutar foi típica: defensiva, crispada, corporativa. Na nossa casa comum, para se ser escutado não basta falar. É preciso gritar. Quem acaba gritando (somos um povo pacífico, não é?) não são as pessoas. É a própria realidade. Aquilo que é impedido de florescer no momento próprio acaba sempre explodindo mais tarde.
Venho falar hoje de um interessante mecanismo de defesa tornado norma em Moçambique. É um truque, um malabarismo de retórica, um falsaporte para o diálogo de surdos. Para entender como funciona, podemos imaginar o seguinte cenário: um vizinho chama-me a atenção que posso ter ratos no meu quintal. Ele viu uns tantos a escapar do meu pátio. Em lugar de procurar investigar, eu desato a atacar verbalmente o vizinho. E acuso-o disto e daquilo. Chamo-o, por exemplo, de tribalista, regionalista e racista. Se os ratos fossem desses que se vendem nas lojas da Europa, todos gordos e branquinhos, o vizinho não teria falado. Mas como são ratos africanos, então, já há problemas. E já agora, inspirado no mais recente discurso de Kadafi, invocaria a condição de “ratos” com que ele brindou o seu povo e as ameaças de desratização que generosamente prometeu para “normalizar” a Líbia. O vizinho cala-se e o assunto morre. Mas os ratos não deixaram, por isso, de existir.
O caso do rato e do vizinho ilustra o processo de falsear o diálogo e de substituir a agitação de fantasmas pela análise da realidade. A primeira vez que escrevi sobre corrupção em Moçambique, um alto dirigente da nação respondeu, na revista Tempo, clamando que em Moçambique não havia corrupção. O seu “raciocínio” tinha por base o seguinte: o meu argumento era racista. Sendo eu de raça branca não suportava ver negros enriquecendo. E ponto final, colocava-se uma pedra sobre o assunto.
No meu artigo, porém, não se falava de raças, mas de fenómenos sociais que se situam acima, bem para além da falsa divisória das raças. Pouco importa, para o caso. A verdade é que algum tempo depois, pela força da evidência, o assunto da corrupção inscrevia-se, pelo menos formalmente, na preocupação do governo. Um gabinete de combate à corrupção foi mesmo criado. Poderia ter sido diferente se tivéssemos seguido o conselho de Samora Machel (estamos no ano dele) de matar o crocodilo enquanto estiver no ovo. A nossa arte parece ter-se tornado inversa: dá-se caça (?) à crocodilagem, quando ela já vai engordando no rio, quando temos medo de sermos vítimas dos seus dentes.
Há poucos dias, para rebater afirmações de Marcelino dos Santos, alguns dos seus colegas de partido, ao mais alto nível, vieram a público invocar o mesmo argumento da raça. Se Marcelino dos Santos vislumbra indícios de enriquecimento fácil entre quadros do seu partido é porque ele se aflige em ver “negros ricos”. Esta foi a lógica esgrimida. Estranho que se acuse agora de deslize de “racismo” alguém com as credenciais históricas de um dos fundadores da Frente de Libertação de Moçambique.
O expediente de racializar o debate pode muito bem generalizar-se. Alguém critica a forma desleixada como os “chapistas” conduzem? A resposta dos condutores pode bem ser seguinte: criticam-nos apenas porque somos negros, alguém está a criticar a condução de outras raças? Imaginemos que alguém alerta para o crime da madeira (e do marfim) que sai pelos portos do Norte do país. Em lugar da investigação com resultados públicos e transparentes, deixamo-nos embalar pela vozearia de quem acha que essas acusações são de gente do Sul, que tem inveja do desenvolvimento de do Norte.
Em suma: o argumento da raça ou da tribo é um expediente fácil de usar, não precisa de manual de instruções e pode ter efeitos espectaculares. Em vez de se debater ideias, abate-se o outro. A manipulação deste tipo de fantasmas pode maltratar qualquer veleidade crítica em Moçambique. Uma sociedade sem critica é a nova modalidade do fascismo. É verdade que a democracia se mede pelo número de gente que vota e pelo modo legítimo e ordeiro com que decorrem as eleições. Mas a democracia mede-se, sobretudo, pela qualidade de pessoas que sabem, de forma positiva, questionar a política e a sociedade.
A nossa liberdade corre o seguinte risco: podemos falar de tudo, desde que não se fale de nada importante. Em lugar de um passaporte para o futuro, teremos, de novo, um falsaporte.
O PAÍS – 26.03.2011
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O peso do vazio
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Ainda o ‘Vega 5’: Não há informação sobre pedido de resgate
O Ministro das Pescas, Victor Borges, falando ontem, em Maputo, no fim da III Sessão Oordinária do Conselho de Ministros, esclareceu que o Executivo tem conhecimento de alguns dados em função do que tem estado a ser veiculado, mas desconhece a fonte e a credibilidade de tal informação.
Com efeito, fontes familiares terão dito ao notícias recentemente que os piratas terão exigido um resgate num valor equivalente a 59 milhões de meticais como condição para libertar os 24 tripulantes.
Segundo as fontes, a posição dos piratas somalis foi comunicada à empresa proprietária da embarcação, a PESCAMAR, cuja direcção vem sistematicamente evitando contacto com jornalistas, apesar das insistentes tentativas feitas pela Reportagem da nossa Delegação da Beira.


















.jpg)








