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sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Apenas doze professores corruptos

...no Moçambique inteiro?

Depois do burro morto, vozes foram as dos doadores [a Dinamarca entre outros], dos pais e encarregados de educação e de demais sectores da sociedade civil de que a delapidação da coisa pública ao nivel escolar é tal que o poder do stutus quo não se comove/ia ou faz/ia de conta que não vê, sobretudo no que toca aos professores.
O Ministro da Educação e Cultura, Aires Ali [na foto] marcou o primeiro passo, todavia, minguante e trémulo, há dias para expulsar as presas fáceis do sector que dirige: 12 professores corruptos (ATribuna 30-10-2008). Doze penas? Esse número é tão irrisório que leva a suspeitarmos que seja para ‘o inglês ver’.
De facto, porque na prática, a onda de corrupção nas escolas, direcções e serviços de educação no país vai de vento em popa, muitos criminosos [que se dizem ser professores/supervisores/ inspectores] andam 'a solta, conhecidos, mas que ninguem realmente ousa os parar. Travar essa sanha revoltante de grandes 'sacadores' no meio escolar tem se mostrado laborioso demais para aquele sector e a que qualquer um, sem que assuma as consequencias drasticas contra o seu educando/filho/a. Quem na realidade trava esta onda dos fora-de-lei para que o meio escolar seja apenas para a formar o homem de amanha? A PGR?

terça-feira, 17 de junho de 2008

À escola se lha incumbe o dever de passar certificação dos alunos, não o Ministério da Educação e Cultura


…e só a ela deve prevalecer a autoridade e legitimidade de emitir o juízo de quem aprendeu no seu estabelecimento e não uma 'junta' a milhares de quilómetros .


Fiquei deveras atónito ao acompanhar a notícia de que o Ministério da Educação e Cultura (MEC) em Maputo pretente centralizar para o seu ‘quartel general’ a certificação escolar no país devido aos pretensos critérios e formatos dispares ao nível das províncias. A decisão, porém, não seria tirar das escolas, mas sim uniformizar a certificação para as províncias todas, se retirar o processo das escolas.



É falacioso dizer que tem havido diplomas diferentes e os falsificadores se aproveitem disso. Já se viu bem um sistema de emissão de certificados a partir de Maputo para Moçambique fora? Não desprezemos distâncias, não desvalorizemos a capacidade local; a das escolas serem elas próprias a fazerem a certificação. Aliás a função da certificação não é de ministérios, ela é sim, e sui generis, adestrita às escolas, com amplas vantagens que isso trás. A pergunta seria, que condições de trabalho o MEC terá alocado ao nível das escolas, para que este sistema de emissão de certificados seja uma realidade positiva. Agora, pretender replicar males, como o bem notório caso da DIC dos nosso bilhetes de identidade (BI’s), é quanto a nós desinteligente e propostuoso, se bem que ora mais isto não leve senão mesmo ao atrofiamento ignóbil e sem paralelos do já débil sistema de exames e certificação que temos. (x)

Angola24Horas

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